Chá ajuda mesmo a emagrecer?
Você não sabe o que fazer no meio de tantos chás emagrecedores? Confira a matéria e saiba se eles são mesmo bons.

Na farmácia, vê vários chás emagrecedores enfileirados na prateleira. E aquela pergunta fica na sua cabeça: “Será que chá ajuda a emagrecer mesmo?”
A nutróloga Elisa Catapan, da Beauty Care, diz que não é qualquer chá que colabora no emagrecimento. “Os chás emagrecedores que funcionam são os amargos, como de alcachofra, cipó-cabeludo e losma. Mas eles não queimam gorduras. Apenas fazem o intestino funcionar melhor, facilitando a digestão”, explica.
Alguns dos chás mais populares entre quem quer ficar leve em pouco tempo são os de cáscara sagrada e de porangaba. Eles ajudam, de fato, a perder alguns quilos e podem ser tomados, desde que com cautela. “Em grandes quantidades, como dois litros por dia, essas bebidas causam diarréia osmótica, que é um processo patológico horrível. A pessoa pode sofrer uma desidratação grave e ganhar irritações na parede do intestino”, alerta Elisa. Logo, uma xícara por dia já está de boa medida.
Exposição de ilustrações revela diversidade vegetal brasileira

A mostra é formada por 14 pranchas em formato de pôsteres com reproduções de ilustrações da obra enciclopédica organizada pelo naturalista alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868) e informações sobre a sua viagem pelo Brasil.
Os painéis, cedidos pela FAPESP, fazem parte da exposição Flora Brasiliensis On-line, produzida pela Fundação quando da disponibilização da obra de Martius na internet.
Aberta para visitação gratuita aos visitantes do parque, a exposição é uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Instituto Unibanco e Instituto Samuel Murgel Branco (ISMB), responsável pela gestão do Espaço Vida do Parque Villa-Lobos.
Na Flora Brasiliensis original estão descritas 22.767 espécies, que representam o conjunto das plantas conhecidas até meados do século 19. Na obra também estão 3.811 ilustrações de plantas, flores, frutos e sementes.
Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha
Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil

Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.
As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.
Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.
Pedras sob controle
Chá de quebra-pedra impede que os cristais de oxalato de cálcio se juntem e formem cálculos renais
Edição Impressa 70 - Novembro 2001

Estudos recentes conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) deram um passo significativo nessa direção. Ao contrário do que a sua popular designação dá a entender, o chá de quebra-pedra não quebra nada. Ele não faz um cálculo grande se partir em pedaços menores, como muitos acreditam. Seu efeito positivo é um pouco mais sutil, mais preventivo do que curativo, mas não menos eficiente.
Prefeitura realizou Roda de Estudo de Plantas em Pindamonhangaba
A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio do CPIC (Centro de Práticas Integrativas e Complementares), realizou na última segunda-feira (27) o 23º encontro da Rep (Roda de Estudo de Plantas).

O encontro acontece toda 4ª segunda-feira do mês e traz como tema o estudo de uma planta diferente a cada reunião. Na última reunião a planta da vez foi a Calêndula.
Drauzio Varella busca cura de doenças na Amazônia
O médico Drauzio Varella, o botânico Mateus Paciência e um ex-operador de motosserra que virou guia florestal, Osmar Ferreira Barbosa, desbravam a Amazônia numa missão de estudos em busca de plantas que possam trazer novas substâncias para a fabricação de remédios para o tratamento de doenças. As informações são do jornal britânico Guardian.
A bordo de uma embarcação que abre caminho pelos rios da Amazônia adentro, os três pretendem descobrir na maior floresta tropical do planeta um novo tratamento para o câncer, relata reportagem do veículo de imprensa inglês publicada nesta segunda-feira.
Maria José das ervas
As cores, cheiros e sabores das ervas que temperam nossos pratos, perfumam e curam os males do corpo e da alma
Juracy Xangai
Folhas roxas, grandes ou pequenas, em vários tons de verde; flores amarelas, laranja, aveludadas ou lisas, cada uma delas com seus cheiros, cores e sabores característicos das ervas medicinais ou aromáticas. Consumidas na forma de chás, banhos e temperos, fazem parte da tradição regional prometendo curar todos os males, desde uma simples dor de cabeça ou quebranto até ajudar na conquista de um coração desejado.
Ervas. Esse é o principal atrativo da banquinha de Maria José Campos da Silva, 45, mãe de cinco filhos, que a ajudam a cultivar em sua chácara localizada no pólo Geraldo Mesquita, na Vila Calafate, verduras e ervas que vende há 11 anos no mercado Elias Mansour.
Espinheira Santa tem efeito comprovado na cura da gastrite
A planta, usada na produção da tintura, é uma espécie típica do sul do país

Após o tratamento, Maria da Conceição não sentiu mais dores no estômago. “Posso dizer que foi muito bom, houve resultado”, afirma. Durante aproximadamente um mês ela usou somente a tintura da Maytenus ilicifolium, nome científico da espinheira santa, geralmente recomendada no tratamento de úlceras e gastrite.
Segundo Terezinha Rêgo, a planta usada na produção da tintura é uma espécie típica do sul do país. Antes de a tintura ser desenvolvida no Herbário Ático Seabra da UFMA, ela já havia sido estudada e patenteada pela Central de Medicamentos do Brasil, órgão que foi transferido para o Ministério da Saúde em 1985.
A farmacêutica entrou em contato com o fitoterápico durante o período em que foi consultora da Central, em Brasília. Em 1996, quando retornou ao Maranhão, tentou trazer a tintura, mas ela não se adaptou. “O teor de álcool vegetal utilizado no preparo era maior que o recomendado para o nosso clima, que é mais quente”, revela a professora.
A espinheira santa é uma planta medicinal reconhecida no tratamento de úlcera e gastrite e, desde 2007, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos à base desta planta. No entanto, há uma diferença entre a tintura produzida pelo Programa de Fitoterapia e a oferecida no comércio. “Só usamos álcool de cereais e as folhas da planta na manipulação da nossa tintura, enquanto, em outras, costumam-se associar outras plantas à solução”, esclarece Terezinha.
Esta tintura é comercializada, assim como outros fitoterápicos, no Herbário Ático Seabra no Campus do Bacanga, onde a farmacêutica possui um consultório para o atendimento da comunidade.
Lugar: UFMA / Ascom
Fonte: Seanne Melo
disponível online em: [ UFMA ]








