Chá ajuda mesmo a emagrecer?

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais, Fitoterápicos, Chás, Emagrecimento de Anderson Porto | 3 de Julho de 2009 @ 15:08

Você não sabe o que fazer no meio de tantos chás emagrecedores? Confira a matéria e saiba se eles são mesmo bons.

Chás - Chas
Você liga a TV e uma longa propaganda, disfarçada de programa de televisão, vende um chá que promete acabar com todas suas gorduras, inclusive as localizadas. Muda de canal e a apresentadora do programa da tarde oferece um produto similar que pode ser pago em três vezes no cartão.

Na farmácia, vê vários chás emagrecedores enfileirados na prateleira. E aquela pergunta fica na sua cabeça: “Será que chá ajuda a emagrecer mesmo?”

A nutróloga Elisa Catapan, da Beauty Care, diz que não é qualquer chá que colabora no emagrecimento. “Os chás emagrecedores que funcionam são os amargos, como de alcachofra, cipó-cabeludo e losma. Mas eles não queimam gorduras. Apenas fazem o intestino funcionar melhor, facilitando a digestão”, explica.

Alguns dos chás mais populares entre quem quer ficar leve em pouco tempo são os de cáscara sagrada e de porangaba. Eles ajudam, de fato, a perder alguns quilos e podem ser tomados, desde que com cautela. “Em grandes quantidades, como dois litros por dia, essas bebidas causam diarréia osmótica, que é um processo patológico horrível. A pessoa pode sofrer uma desidratação grave e ganhar irritações na parede do intestino”, alerta Elisa. Logo, uma xícara por dia já está de boa medida.

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Exposição de ilustrações revela diversidade vegetal brasileira

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais, Eventos de Anderson Porto | 12 de Junho de 2009 @ 10:23

flora brasiliensis online - flora brasiliensis online
SÃO PAULO - Uma exposição sobre a Flora Brasiliensis, considerado o mais completo levantamento da diversidade vegetal brasileira, acaba de ser inaugurada no Espaço Vida do Parque Villa-Lobos, na capital paulista, por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho após recomendação da Conferência de Estocolmo, em 1972, na Suécia.

A mostra é formada por 14 pranchas em formato de pôsteres com reproduções de ilustrações da obra enciclopédica organizada pelo naturalista alemão Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868) e informações sobre a sua viagem pelo Brasil.

Os painéis, cedidos pela FAPESP, fazem parte da exposição Flora Brasiliensis On-line, produzida pela Fundação quando da disponibilização da obra de Martius na internet.

Aberta para visitação gratuita aos visitantes do parque, a exposição é uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Instituto Unibanco e Instituto Samuel Murgel Branco (ISMB), responsável pela gestão do Espaço Vida do Parque Villa-Lobos.

Na Flora Brasiliensis original estão descritas 22.767 espécies, que representam o conjunto das plantas conhecidas até meados do século 19. Na obra também estão 3.811 ilustrações de plantas, flores, frutos e sementes.

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Com traços de cocaína, refrigerante da Red Bull é proibido na Alemanha

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais de Anderson Porto | 25 de Maio de 2009 @ 10:36

Marcio Damasceno
De Berlim para a BBC Brasil

folhas de coca - folhas de coca
Red Bulll Cola contém extratos de folha de coca

Cinco estados alemães proibiram a venda do refrigerante Red Bull Cola, depois que especialistas encontraram vestígios de cocaína na bebida.

As autoridades afirmaram que a dose encontrada é considerada mínima e não apresenta risco à saúde.

Entretanto, ressalvam que os vestígios da substância fazem com que a bebida deixe de ser um produto alimentício para, legalmente, se tornar um entorpecente, sujeito a uma autorização especial para ser comercializado.

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Pedras sob controle

Enviado em Artigos, Plantas Medicinais, Pesquisas Científicas de Anderson Porto | 12 de Maio de 2009 @ 17:34

Chá de quebra-pedra impede que os cristais de oxalato de cálcio se juntem e formem cálculos renais

Edição Impressa 70 - Novembro 2001

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Nos últimos anos, várias pesquisas científicas praticamente comprovaram os benefícios do uso do chá de quebra-pedra para combater cálculos renais. Faltava, no entanto, desvendar o mecanismo de ação das infusões feitas com as folhas e sementes da espécie vegetal Phyllantus niruri, nome científico da planta.

Estudos recentes conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) deram um passo significativo nessa direção. Ao contrário do que a sua popular designação dá a entender, o chá de quebra-pedra não quebra nada. Ele não faz um cálculo grande se partir em pedaços menores, como muitos acreditam. Seu efeito positivo é um pouco mais sutil, mais preventivo do que curativo, mas não menos eficiente.

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Prefeitura realizou Roda de Estudo de Plantas em Pindamonhangaba

Enviado em Cursos, Jardinagem, Cultivo, Notícias, Tradição Virtual, Artigos, Plantas Medicinais, Eventos, Meio Ambiente, Flores de Anderson Porto | 30 de Abril de 2009 @ 18:52

A Prefeitura de Pindamonhangaba, por meio do CPIC (Centro de Práticas Integrativas e Complementares), realizou na última segunda-feira (27) o 23º encontro da Rep (Roda de Estudo de Plantas).

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O encontro acontece toda 4ª segunda-feira do mês e traz como tema o estudo de uma planta diferente a cada reunião. Na última reunião a planta da vez foi a Calêndula.

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Drauzio Varella busca cura de doenças na Amazônia

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais, Pesquisas Científicas, Fitoterápicos, Biopirataria, Meio Ambiente de Anderson Porto | 28 de Abril de 2009 @ 15:39

O médico Drauzio Varella, o botânico Mateus Paciência e um ex-operador de motosserra que virou guia florestal, Osmar Ferreira Barbosa, desbravam a Amazônia numa missão de estudos em busca de plantas que possam trazer novas substâncias para a fabricação de remédios para o tratamento de doenças. As informações são do jornal britânico Guardian.

A bordo de uma embarcação que abre caminho pelos rios da Amazônia adentro, os três pretendem descobrir na maior floresta tropical do planeta um novo tratamento para o câncer, relata reportagem do veículo de imprensa inglês publicada nesta segunda-feira.

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Maria José das ervas

Enviado em Tradição Virtual, Artigos, Plantas Medicinais de Anderson Porto | 24 de Abril de 2009 @ 15:00

As cores, cheiros e sabores das ervas que temperam nossos pratos, perfumam e curam os males do corpo e da alma

Juracy Xangai

Folhas roxas, grandes ou pequenas, em vários tons de verde; flores amarelas, laranja, aveludadas ou lisas, cada uma delas com seus cheiros, cores e sabores característicos das ervas medicinais ou aromáticas. Consumidas na forma de chás, banhos e temperos, fazem parte da tradição regional prometendo curar todos os males, desde uma simples dor de cabeça ou quebranto até ajudar na conquista de um coração desejado.

Ervas. Esse é o principal atrativo da banquinha de Maria José Campos da Silva, 45, mãe de cinco filhos, que a ajudam a cultivar em sua chácara localizada no pólo Geraldo Mesquita, na Vila Calafate, verduras e ervas que vende há 11 anos no mercado Elias Mansour.

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Profº Moacir ensina as diversas propriedades da planta CORAMA

Enviado em Tradição Virtual, Artigos, Plantas Medicinais de Anderson Porto | 24 de Abril de 2009 @ 12:22

foto corama 400 - foto corama 400

Dicas
Segue abaixo como se deve utilizar a planta CORAMA

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Espinheira Santa tem efeito comprovado na cura da gastrite

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais, Pesquisas Científicas, Fitoterápicos de Anderson Porto | 24 de Abril de 2009 @ 12:19

A planta, usada na produção da tintura, é uma espécie típica do sul do país

espinheira santa - espinheira santa
Maria da Conceição Silva recorreu aos medicamentos fitoterápicos para acabar com uma inflamação no estômago (gastrite), que havia desenvolvido há dois anos. Após uma consulta com a coordenadora do Programa de Fitoterapia, Terezinha Rêgo, ela iniciou um tratamento de três etapas com a Espinheira Santa, nas fórmulas de cápsulas, tintura e chá.

Após o tratamento, Maria da Conceição não sentiu mais dores no estômago. “Posso dizer que foi muito bom, houve resultado”, afirma. Durante aproximadamente um mês ela usou somente a tintura da Maytenus ilicifolium, nome científico da espinheira santa, geralmente recomendada no tratamento de úlceras e gastrite.

Segundo Terezinha Rêgo, a planta usada na produção da tintura é uma espécie típica do sul do país. Antes de a tintura ser desenvolvida no Herbário Ático Seabra da UFMA, ela já havia sido estudada e patenteada pela Central de Medicamentos do Brasil, órgão que foi transferido para o Ministério da Saúde em 1985.

A farmacêutica entrou em contato com o fitoterápico durante o período em que foi consultora da Central, em Brasília. Em 1996, quando retornou ao Maranhão, tentou trazer a tintura, mas ela não se adaptou. “O teor de álcool vegetal utilizado no preparo era maior que o recomendado para o nosso clima, que é mais quente”, revela a professora.

A espinheira santa é uma planta medicinal reconhecida no tratamento de úlcera e gastrite e, desde 2007, o Sistema Único de Saúde (SUS) fornece medicamentos à base desta planta. No entanto, há uma diferença entre a tintura produzida pelo Programa de Fitoterapia e a oferecida no comércio. “Só usamos álcool de cereais e as folhas da planta na manipulação da nossa tintura, enquanto, em outras, costumam-se associar outras plantas à solução”, esclarece Terezinha.

Esta tintura é comercializada, assim como outros fitoterápicos, no Herbário Ático Seabra no Campus do Bacanga, onde a farmacêutica possui um consultório para o atendimento da comunidade.

Lugar: UFMA / Ascom
Fonte: Seanne Melo

disponível online em: [ UFMA ]

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