Chá de papaia possui alto poder anticancerígeno, diz pesquisa
Estudo mostrou que substância reduz crescimento de tumores.
Extrato do mamão praticamente não tem efeitos tóxicos.
O chá do extrato de e folha de papaia contém propriedades que combatem com grande poder os vários tipos de câncer e não deixa sequelas de nenhuma toxidade, como ocorre com outras terapias, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida (UF) divulgada nesta terça-feira (9).
O poder cicatrizante da semente da jaca

A espécie não é nativa mas se adaptou perfeitamente ao Brasil. Segundo a professora Maria Cristina Roque Barreira, a jaca é originária da Malásia e, na verdade, faz parte da biodiversidade brasileira porque ela está implantada principalmente na região de litoral.”.
Desde a década de 80, estudos mostram que dessas sementes podem surgir novos produtos.
Pedidos de proteção de novas variedades de plantas podem ser feitos no site do Mapa
Os pedidos de proteção intelectual sobre novas variedades de plantas, concedidos pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC), podem ser efetuados diretamente no site do Mapa
Basta acessar www.agricultura.gov.br, seção Serviços, Proteção de Cultivares, programa Cultivarweb.
Além de facilitar o envio e o acompanhamento dos requerimentos de proteção, o sistema reúne as informações do ministério sobre cultivares, incluindo a base de dados do Registro Nacional de Cultivares (RNC), que habilita sementes e mudas à comercialização.
Plantas entendem e utilizam Física Quântica
Todos sabem que as plantas utilizam-se de energia solar para criar seu alimento. Mas como isso é feito? Esta é a pergunta que impulsionou uma equipe de cientistas da Universidade de Toronto.
Ao estudarem algas em temperaturas baixas, sobre o efeito de um laser que simula a luz solar, foi possível monitorar e analisar as reações e atividades das algas. O resultado: para que a luz seja transformada em proteína, as algas utilizam um processo quântico. Estes resultados se devem ao fato de a energia gerada ficar em dois lugares simultaneamente, uma propriedade da mecânica quântica denominada sobreposição quântica.
Planta troca polinizadores quando lagartas atacam
HENRY FOUNTAIN
do New York Times
Não é uma situação perfeita o relacionamento entre uma espécie de planta de tabaco e as mariposas da família Sphingidae.
Claro, essa mariposa faz um bom trabalho polinizando a planta, Nicotiana attenuata, que cresce no oeste dos Estados Unidos e floresce à noite. Porém, a mariposa tem o hábito de deixar seus ovos, que se desenvolvem em lagartas que gostam muito de comer a planta.

Pesquisas mostram que plantas reagem aos perigos externos
Sensibilidade ao ambiente inclui sinais químicos de pedido de socorro.
‘Elas reagem a dicas táteis e escutam sinais químicos’, diz pesquisadora.
Do ‘New York Times’
Parei de comer carne de porco há cerca de oito anos. Alguns anos depois, parei de comer qualquer carne de mamíferos. No entanto, ainda como peixe e aves, e derramo gemada em meu café. Minhas decisões alimentares são arbitrárias e inconsistentes.
Quando amigos me perguntam por que estou disposta a abandonar o pato, mas não o carneiro, não tenho uma boa resposta. Escolhas alimentares são muitas vezes assim: difíceis de articular, mas vigorosamente mantidas. Ultimamente, discussões sobre escolhas de alimentos têm reluzido com especial veemência.
Em seu novo livro, “Eating Animals,” o romancista Jonathan Safran Foer descreve sua transformação gradual de onívoro, um distraído preguiçoso que “passeava entre um número de dietas”, para um “vegetariano comprometido”.
As plantas reagem a dicas táteis, reconhecem diferentes comprimentos de onda de luz, escutam sinais químicos, elas podem até mesmo falar através de sinais químicos. “
No mês passado, Gary Steiner, filósofo da Universidade Bucknell, argumentou no “New York Times” que as pessoas deveriam lutar para serem “vegetarianos rigorosamente éticos” como ele próprio, evitando qualquer produto derivado de animais, incluindo lã e seda. Matar animais por comidas e roupas humanas é nada menos que um “absoluto assassinato”, disse ele.
Porém, antes de cedermos toda a cobertura moral a “vegetarianos comprometidos” e “vegetarianos de forte ética”, podemos considerar que as plantas não aspiram ser cozidas numa panela mais do que um porco quer virar comida de Natal. Isto não pretende ser um argumento banal ou uma piadinha. As plantas são seres vivos e planejam continuar dessa forma.
Brasil testa maconha para tratar Parkinson

da Folha de S.Paulo
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.
Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.
“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.
Biodiesel com óleo de mamona já é realidade

A Petrobras Biocombustível concluiu, dia 15 de novembro, o processo tecnológico que permite à empresa produzir biodiesel com óleo de mamona, dentro das especificações técnicas da ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.
O trabalho foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) na Usina de Guamaré, no Rio Grande do Norte, em regime de operação contínua e garantiu à Petrobras o domínio completo da tecnologia para a produção de biodiesel a partir da mamona. O biodiesel foi obtido com uma mistura de 30% de óleo de mamona e 70% de óleo de girassol, ambos produzidos pela agricultura familiar nos programas de suprimento de oleaginosas da empresa.
Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira

Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.
Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica.
O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.
Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.












