Planta troca polinizadores quando lagartas atacam

Enviado em Notícias, Artigos, Pesquisas Científicas de Anderson Porto | 3 de Fevereiro de 2010 @ 12:04

HENRY FOUNTAIN
do New York Times

Não é uma situação perfeita o relacionamento entre uma espécie de planta de tabaco e as mariposas da família Sphingidae.

Claro, essa mariposa faz um bom trabalho polinizando a planta, Nicotiana attenuata, que cresce no oeste dos Estados Unidos e floresce à noite. Porém, a mariposa tem o hábito de deixar seus ovos, que se desenvolvem em lagartas que gostam muito de comer a planta.

10033222 - Stan Shebs/- Nicotiana attenuata em Lovell Canyon, no sul do Estado de Nevada, EUA; mariposa tem o hábito de deixar seus ovos na planta à noite
Por isso, a N. attenuata age de maneira inovadora, seguindo cientistas do Instituto de Ecologia Química Max Planck, em Jena, Alemanha. Conforme descrevem na publicação “Current Biology“, ela troca o momento de florescer pela manhã, atraindo assim um polinizador diferente — o beija-flor.

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Brasil testa maconha para tratar Parkinson

Enviado em Notícias, Cannabis, Pesquisas Científicas de Anderson Porto | 30 de Dezembro de 2009 @ 15:11

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JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.

Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.

“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.

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Recém-achada, árvore da mata atlântica corre risco

Enviado em Notícias, Árvores, Meio Ambiente, Em risco de Anderson Porto | 21 de Dezembro de 2009 @ 16:59

REINALDO JOSÉ LOPES
da Folha de S.Paulo

Thayná J. Mello/Divulgação - 0935550
A planta acaba de ser batizada oficialmente (com o nome latino de Symplocos atlantica) e ganhou até um apelido mais popular, o de azeitoninha-das-nuvens, por causa dos frutos pretos. A certidão de nascimento da árvore para a comunidade científica, no entanto, já vem acompanhada de um rótulo nem um pouco invejável: o de ameaçada de extinção.

Isso porque os especialistas detectaram a nova espécie na chamada floresta nebular, uma subdivisão da mata atlântica que cresce nas alturas, a partir de 1.100 metros acima do nível do mar. Como o nome da formação indica, a floresta nebular está relacionada à presença constante de nuvens –as quais correm o risco de migrar para altitudes bem maiores com o avanço do aquecimento global.

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Plantas do cerrado vieram de todo o Brasil, registra DNA

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 14 de Dezembro de 2009 @ 18:15

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RICARDO MIOTO
da Folha de S. Paulo

A vegetação que ocupou o cerrado saiu de todos os cantos do Brasil. Escolha uma espécie qualquer e ela pode ter origens tanto na Amazônia quanto no sertão nordestino ou nos pampas gaúchos –a flora é um mosaico de origens muito diversas.

Justamente por ter se formado pegando um pouco de cada lugar distante, o cerrado possui um biodiversidade tão grande.

Os cientistas brasileiros que descobriram isso, fazendo análises no DNA das plantas, ficaram surpresos, porque, em geral, ecossistemas não se formam assim.

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Biodiesel com óleo de mamona já é realidade

Enviado em Notícias, Biocombustíveis, Pesquisas Científicas de Anderson Porto | 8 de Dezembro de 2009 @ 17:52

plantacao de mamona - plantacao de mamona

A Petrobras Biocombustível concluiu, dia 15 de novembro, o processo tecnológico que permite à empresa produzir biodiesel com óleo de mamona, dentro das especificações técnicas da ANP – Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

O trabalho foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) na Usina de Guamaré, no Rio Grande do Norte, em regime de operação contínua e garantiu à Petrobras o domínio completo da tecnologia para a produção de biodiesel a partir da mamona. O biodiesel foi obtido com uma mistura de 30% de óleo de mamona e 70% de óleo de girassol, ambos produzidos pela agricultura familiar nos programas de suprimento de oleaginosas da empresa.

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Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira

Enviado em Notícias, Plantas Medicinais, Pesquisas Científicas, Fitoterápicos, Chás de Anderson Porto | 26 de Novembro de 2009 @ 10:27

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Uma xícara de chá de um tipo de hortelã tem propriedades analgésicas equivalentes às de alguns remédios vendidos comercialmente, concluiu um estudo feito na Grã-Bretanha por uma pesquisadora brasileira.

Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.

Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica.

O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.

Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.

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Planta combate poluição de escritório

Enviado em Notícias, Pesquisas Científicas, Despoluidoras de Anderson Porto | 6 de Novembro de 2009 @ 14:55

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SÃO PAULO – Se o ar que respiramos na rua não é tão puro quanto deveria, o problema pode ficar ainda maior em ambientes fechados.

Dentro de casa, ou escritório, a qualidade do ar é bastante preocupante. Em algumas áreas, os ambientes fechados possuem até doze vezes mais poluentes que o ar externo.

Tintas, vernizes, adesivos, móveis, roupas, solventes, materiais de construção e até mesmo água encanada contém os chamados compostos orgânicos voláteis – uma lista que inclui benzeno, xileno, tricloroetileno entre outros.

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Faxina vegetal

Enviado em Notícias, Pesquisas Científicas, Meio Ambiente, Despoluidoras de Anderson Porto | 15 de Outubro de 2009 @ 13:23

10/10/2008

Por Thiago Romero

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Agência FAPESP – Em doutorado defendido no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Divina Aparecida Vilhalva descreveu uma planta do Cerrado brasileiro que, além de ter alto potencial para limpar solos contaminados com metais pesados, é capaz de absorver o cádmio em grandes quantidades. O cádmio produz efeitos tóxicos aos organismos vivos mesmo em concentrações relativamente baixas.

A planta é a Galianthe grandifolia, uma herbácea da família do café. Segundo a autora, ainda não havia sido identificada nenhuma planta nativa no Brasil com poder de absorção de cádmio igual ao encontrado nessa espécie. “Existem poucas plantas hiperacumuladoras desse elemento químico no mundo e, aparentemente, essa é a primeira nativa descrita com tal característica no país”, disse a bióloga à Agência FAPESP.

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Praga Orobanche pode chegar ao Brasil

Enviado em Cursos, Notícias, Alimentos, Pragas de Anderson Porto | 13 de Outubro de 2009 @ 16:24

13 de outubro de 2009 - 08:46h
Autor: A Gazeta

Uma nova praga que atinge as lavouras está sendo monitorada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e os agricultores devem ficar em alerta, porque a proliferação é rápida e o poder dela devastador. A orobanche foi detectada na América do Sul no Chile, Estados Unidos, México e Cuba.

As sementes da parasita podem se espalhar com o vento, água, movimentação no solo de animais, pessoas e implementos agrícolas. Elas também misturam-se a semente das plantas hospedeiras, dificultando o combate. As plantas atingidas sentem o efeito rápido da praga.

Elas secam em alguns meses e a orobanche espalha milhares de sementes com medida entre 0,2 e 0,4 milímetros, que atingem o restante da plantação, que pode ser de fruta, verdura, legumes e grãos.

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