Plantas sob estresse produzem sua própria ‘aspirina’, diz estudo

Enviado em Notícias, Árvores, Pesquisas Científicas, Meio Ambiente de Anderson Porto | 23 de Setembro de 2008 @ 08:21

Descoberta foi feita por acaso em nogueiras na Califórnia

Uma equipe de pesquisadores americanos descobriu acidentalmente que algumas plantas são capazes de lançar no ar um gás de composição similar à de um dos analgésicos mais utilizados pelo ser humano, a aspirina, quando ameaçadas por perigos como estiagem, mudanças drásticas de temperatura ou pragas de insetos.

Os cientistas do Centro Nacional para a Investigação Atmosférica do Colorado concluíram que, da mesma forma que os seres humanos usam o ácido acetilsalicílico (nome científico da aspirina) para baixar a febre, as plantas lançam no ar uma substância química parecida com o analgésico para melhorar suas defesas e se recuperar de alguma lesão.

“Os cientistas dizem que quantidades significativas de substâncias químicas podem ser detectadas na atmosfera quando as plantas respondem a secas e outros perigos”, disse o repórter da BBC, Richard Hamilton.

Os especialistas destacaram em artigo na revista Biogeosciences que os agricultores poderiam se beneficiar desse fenômeno porque a presença de emissões de salicilato de metila tem potencial para dar aos fazendeiros um alerta antecipado para possíveis dificuldades em seus cultivos, permitindo que eles tomem medidas contra pragas, por exemplo.

A substância química liberada também pode ajudar as plantas a sinalizarem um possível perigo umas para as outras.

“Esta descoberta traz uma prova de que a comunicação entre plantas ocorre no nível do ecossistema, disse Alex Guenther, co-autor do estudo.

“Parece que as plantas têm a habilidade de se comunicar através da atmosfera.”

A equipe disse que descobriu a presença da substância química acidentalmente quando estava monitorando emissões de compostos orgânicos voláteis em uma plantação de nogueiras na Califórnia.

Fonte: [ BBC Brasil ]

Porto Seguro patrocina concurso de fotografia

Enviado em Notícias, Fotos, Árvores, Eventos de Anderson Porto | 9 de Julho de 2008 @ 21:15

III Concurso de Fotografia Árvores de São Paulo busca revelar diferentes facetas da arborização na cidade

A Porto Seguro é a patrocinadora do “III Concurso de Fotografia Árvores de São Paulo”.
O concurso é promovido desde 2006 pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente e pelo Senac, e tem como objetivo despertar nos paulistanos um olhar diferente sobre as árvores da capital.

Nesta edição, o candidato poderá enviar até quatro fotos para concorrer aos prêmios, sendo duas fotos na categoria Beleza e duas na categoria Relevância.

A primeira avaliará a estética da imagem produzida, como composição, cores e mensagem transmitida.

Já a segunda levará em consideração os aspectos da composição da vegetação.

As árvores retratadas deverão estar localizadas na cidade de São Paulo.

Cada categoria premiará três fotos e terá cursos livres do Senac, livros de fotografia e câmeras digitais compactas entre os prêmios.

As inscrições estão abertas até o dia 31 de julho e podem ser feitas gratuitamente pelo site da prefeitura de São Paulo por amadores ou profissionais, maiores de 18 anos.

A ficha de inscrição, juntamente com as fotos (impressas ou em CD) e uma cópia do documento de identidade, deve ser encaminhada para a Assessoria de Comunicação da Secretaria.

Serviço:
III Concurso de Fotografias “Árvores de São Paulo”
Inscrições: www.prefeitura.sp.gov.br/concursofotografia
Enviar fotos para: Secretaria do Verde e do Meio Ambiente - Assessoria de Comunicação.
Endereço: Rua do Paraíso 387, 9º andar - Paraíso / CEP 04103-000 - São Paulo - SP.
Dúvidas: arvoresdesaopaulo@prefeitura.sp.gov.br

A lenda do pulmão amazônico

Enviado em Notícias, Artigos, Árvores, Pesquisas Científicas, Meio Ambiente de Anderson Porto | 13 de Junho de 2008 @ 12:15

Floresta Amazônica - Floresta Amazônica
Imagine só: a Amazônia não é o “pulmão do mundo”, como todo mundo diz. A floresta, na verdade, consome praticamente todo o oxigênio que produz. E mesmo se não o fizesse, a quantidade de oxigênio que lança na atmosfera por meio da fotossíntese é absolutamente irrisória na escala planetária. Não faz nenhuma diferença para nós.

Na verdade, praticamente todo o oxigênio que nós respiramos hoje foi produzido alguns bilhões de anos atrás, por uma combinação de processos biológicos e geológicos. Há várias teorias que tentam explicar exatamente como e quando isso aconteceu, mas não seria o caso de entrar nos detalhes aqui. O fato é que o oxigênio que está na atmosfera hoje não está sendo produzido agora - ele já existe há muito tempo.

Cerca de 21% da atmosfera é composta de oxigênio (O2) e apenas 0,04% de dióxido de carbono (CO2). O que as plantas e cianobactérias fazem com a fotossíntese é “consumir” CO2 e expelir O2, enquanto nós, animais, fazemos o contrário com a respiração: consumimos oxigênio e expelimos dióxido de carbono. Tanto que, se você fechar um monte de gente num quartinho sem ventilação, no fim o oxigênio acaba e morre todo mundo.

Desse modo, parece óbvio pensar que, se não fossem as plantas, o oxigênio do planeta acabaria e morreríamos todos. Mas, felizmente, a Terra não é um quartinho fechado. A quantidade de oxigênio na atmosfera hoje é tão grande e a de CO2, tão pequena, que todas as plantas do mundo poderiam parar de fazer fotossíntese neste momento e você não sentiria a menor diferença.

“Mesmo se você transformasse todo o CO2 em O2, a concentração de oxigênio na atmosfera não mudaria quase nada”, explica o físico e meteorologista Antonio Manzi, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “A quantidade de oxigênio hoje é praticamente estável.”

Outro detalhe importante que costuma passar despercebido é que as plantas só fazem fotossíntese de dia, quando há luz do sol. De noite, quando as luzes se apagam, elas fazem sabem o que? Respiram oxigênio, igualzinho à gente!

Aliás, elas respiram também durante o dia, ao mesmo tempo que fazem fotossíntese, segundo me explicou o biólogo Carlos Joly, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na prática, pode-se dizer que as plantas se alimentam de luz, usando a radiação solar para produzir carboidratos. Mas o processo que elas usam para metabolizar esse alimento e gerar a energia de que suas células precisam para funcionar é o mesmo que nós: a respiração.

Resumindo: a Amazônia pode virar um estacionamento amanhã que ninguém vai morrer sufocado por falta de oxigênio. Tudo que a floresta produz, ela também consome. Temos milhões de razões para preservar a Amazônia, mas produção de oxigênio para o ser humano, definitivamente, não é uma delas.

Eis aqui uma boa razão: Segundo Manzi, a Amazônia guarda, embutida na sua vegetação, uma quantidade de carbono equivalente a pelo menos dez vezes o que o mundo todo lança na atmosfera em um ano. Se a floresta fosse inteira queimada hoje, seria como explodir uma bomba atômica de carbono. As conseqüências para o clima seriam catastróficas. (Apesar do CO2 ser apenas 0,04% da atmosfera, um pequeno incremento dessa concentração pode surtir efeitos graves sobre o planeta - o que é a base de toda a problemática do aquecimento global.)

Sem falar nas dezenas de milhares de espécies que seriam extintas, em todos os recursos genéticos e biológicos que seriam perdidos e no total colapso ambiental, social, cultural e econômico que a perda da floresta acarretaria para a América do Sul. Temos justificativas suficientes para preservar a Amazônia, sem precisar vender essa propaganda enganosa do “pulmão do mundo”.

Pense nisso a próxima vez que falarem sobre a floresta.

Fonte: [ Estadão ]

Exposição “Árvores de São Luís” é atração de Semana

Enviado em Notícias, Árvores de Anderson Porto | 24 de Outubro de 2007 @ 09:14

SÃO LUÍS - Depois de ter sido uma das atrações da XIX Mostra Científico-Cultural do Instituto Divina Pastora, na última sexta-feira (19), a exposição “Árvores de São Luís” volta a ser apresentada na Semana de Negócios, que acontece de 24 a 26 de outubro de 2007. Promovida pela Prefeitura de São Luís e organizada pelo Instituto Municipal da Paisagem Urbana, a exposição estará à disposição do público no horário das 19 às 22 horas, na sede da Faculdade São Luís (Canto da Fabril). A Semana é promovida pela Faculdade São Luís.

A mostra traz como destaque um dos principais símbolos da natureza, a árvore. O público poderá conferir as espécies plantadas por toda a cidade pelo projeto de arborização urbana desenvolvido pelo Instituto.

Informações sobre o Ipê, o Pau-brasil e Jambeiro, entre outras espécies, estarão dispostas em dez painéis que revelam as características biológicas de 16 espécies e suas localizações na cidade. “Árvores de São Luís” traz ainda dados sobre o Plano da Paisagem Urbana do Município de São Luís.

Fonte: [ Imirante.com ]

A MARAVILHA – Finalmente uma árvore é destaque em Rondonópolis

Enviado em Notícias, Árvores de Anderson Porto | 18 de Outubro de 2007 @ 12:48

17/Outubro/2007 | Eleri Hamer

Fiquei surpreso. Embora não tenha votado nela, fiquei agradavelmente surpreso com a eleição do Ipê Amarelo/Praça Brasil como uma das maravilhas da nossa cidade. Até que enfim conseguimos eleger uma árvore como um símbolo de beleza. E o melhor, ela não está decepada nem moldada.

Além da beleza das flores e do verde, para quê serviria uma árvore numa das cidades mais quentes do mundo? Obviamente para fazer sombra e reduzir o calor infernal que emana do sol, do asfalto e do concreto de nossa cidade. Aqui não. Poucas árvores servem para fazer sombra. São usadas podas drásticas para deixa-las domadas, pequenas, ao alcance da mão. Parecem pequenos poodles verdes nas calçadas.

Chega a ser cômico ver os carros e as pessoas se espremendo em cima das calçadas ou embaixo das poucas árvores, a maioria delas depredadas pelos ditos jardineiros. Muitos desses carros são dirigidos pelos próprios vândalos engravatados que determinam o seu corte (não posso chamar isso de poda).

Experimente solicitar para uma criança rondonopolitana que desenhe uma árvore. E olha que estamos num estado que tem Mato no nome e se diz Grosso.

Qual o motivo? Temos o mau hábito de tornar as coisas quadradas, retas. Embora alguns chamem de jardinagem, na verdade depredamos as poucas árvores que temos.

Convenhamos, a nossa cidade mais parece um pequeno deserto. Se olhar-mos do espaço através do google earth, veremos um imenso espaço marrom. Experimente olhar outras cidades como Campo Grande, Dourados, ou até mesmo Cuiabá. Notarás as diferenças.

Isso para não fazermos covardia nas comparações, com Curitiba, Joinville, Porto Alegre e outras que elegeram o verde como seu ambiente preferido e se destacam por isso. Inclusive atraindo investimentos.

E o quadrilátero central? Como se não bastassem as enormes caixas de som nas portas das lojas e o som ambulante espantando os clientes, são pouquíssimas as sombras capazes de abrigar o carro ou mesmo o transeunte. Concordemos que no shopping popular, embora tenhamos que desviar das mercadorias no corredor, tem menos barulho nos enchendo a paciência do que nas lojas do centro.

Qualquer lojista deve saber que o ato de comprar não é apenas uma simples questão de adquirir, é acima de tudo um ato de lazer, de satisfação. Como tornar isso possível? 100% Rondonópolis! vai ter que vir acompanhado de atitudes dos empresários para fazer com que tenha o efeito desejado.

Ouvi depoimentos de que os lojistas não plantam ou não deixam as árvores crescerem nas calçadas para que as fachadas das suas empresas fiquem mais visíveis. A propósito, alguém já deixou de comprar numa loja porque não viu a fachada? Além disso, se tivéssemos mais sombra no centro, os clientes aumentariam ou diminuiriam?

As árvores muito grandes atrapalham os cabos de energia e telefonia. Esse é outro argumento. Mas como pode que só aqui isso é um problema? Somos tão incapazes que não conseguimos aliar progresso com natureza? Outras cidades devem ser mais competentes, pois conseguem fazer isso com facilidade.

Aqui mesmo temos pedaços de ruas em que convivem harmoniosamente árvores enormes, de sombra disputada, com os fios de energia que passam por dentro de suas copadas. Infelizmente são poucas e podem ser contadas nos dedos de uma mão só.

Basta a árvore ser um pouco maior que uma pessoa, e lá está o “jardineiro” com um facão de cortar cana fazendo o desbaste. Em poucos minutos a árvore fica pelada e destruída pela ação sem técnica. E ainda somos capazes de pagar por isso.

Com o fogo é a mesma coisa. Temos uma paixão secreta pelo fogo e o incêndio. Ainda é comum vermos as pessoas depositarem folhas e o lixo seco no primeiro terreno baldio que encontram e tocar fogo, ao invés de fazer um buraco e transformá-lo em adubo orgânico. E não é coisa de bairro pobre não. Nesse quesito, ricos e pobres se equivalem.

Talvez agora com a escolha do ipê amarelo/praça Brasil e o horto florestal como duas das sete maravilhas da cidade, a população, os empresários e os poderes constituídos se conscientizem de que morar numa cidade com mais verde e menos concreto é ótimo e priorizem a arborização e a manutenção do verde em nossa cidade.

Sugiro que as entidades de classe, inclusive a dos engenheiros agrônomos que tanto contribuíram para o desenvolvimento agrícola, agora também se empenhem nesse sentido e desenvolvam ações, entre elas treinamentos, para os ditos jardineiros e inclusive para os funcionários das empresas de energia e telefonia que em alguns casos tem cometido atrocidades nas poucas áreas verdes que temos.

Engenheiros, arquitetos, agrônomos, publicitários, marketeiros, jornalistas, administradores, dentre outros profissionais, precisam conhecer mais de urbanismo. Não basta o poder público se empenhar, todos precisam fazer a sua parte.

Talvez um grande programa envolvendo a comunidade traga benefícios, assumindo o compromisso de que nossa cidade se torne cada dia mais agradável. Que os visitantes não se espantem somente com o calor, a hospitalidade e a pujança. Por uma cidade de casas com menos concreto e ruas com mais árvores.

A população deu o recado. Das sete maravilhas escolhidas, duas são urbanas e verdes.

(*) Eleri Hamer é morador em Rondonópolis - Home-page: www.elerihamer.com.br E-mail: contato@elerihamer.com.br

Fonte: [ A Tribuna - Mato Grosso ]

Casa de anjo

Enviado em Artigos, Árvores de Anderson Porto | 3 de Outubro de 2007 @ 13:30

Texto: Carlos Solano
Ilustração: Heitor Yida

“Toda planta tem um ‘acompanhante’ invisível, que chega em um raio de sol, numa chuva de granizo ou na neblina da manhã”, me disse uma benzedeira de Minas Gerais.

Tem mais gente que concorda: “As árvores são casas de anjos, também conhecidos por devas, no Oriente. São eles que criam, habitam e dão vida a todas elas”, me disse um mestre. Por isso, quando colocamos árvores dentro ou ao redor da casa, acolhemos também essas presenças angelicais, que transmutam o negativo e transmitem o positivo, ajudando a preservar o bem.

“Uma árvore está inerte? Aparentemente sim, mas na realidade não. Ela está interagindo o tempo todo com o entorno, ancorando e irradiando qualidades espirituais”, me ensina o índio Kaká Werá. “Creio nas propriedades curativas das árvores não para salvar uma clavícula fraturada, mas para curar as enfermidades da alma, como o rancor e a maldade”, diz um sábio chinês.

“Quando estamos perto de uma árvore, somos nutridos pelas ema na ções que ela produz”, me contou a americana Dorothy Maclean, autora do livro A Comunicação com os Anjos e os Devas (ed. Pensamento), no qual existe um capítulo lindíssimo, chamado A Mensagem das Grandes Árvores.

ANJOS VEGETAIS

Mas não basta colocar a planta dentro de casa e pronto. Devemos pensar junto dela tudo o queremos lhe falar, pois dizem que é assim que os anjos nos entendem e respondem a nossas intenções.

Fiquei sabendo, por exemplo, que o anjo da bananeira, árvore que nasce fácil em quase todo lugar, compartilha conosco a abundância divina. O da murta preenche o ambiente com perfumes de inocência e pureza. O ser angelical do jasmim-manga abraça a casa com um manto de luz branca e transforma as atitudes endurecidas. O anjo do fícus (ou figueira) clareia os caminhos, e foi sob esta árvore que Buda alcançou a iluminação. O anjo da aroeira, madeira forte, limpa as negatividades quando se batem sete ramos contra as paredes, desde os fundos até a entrada do lugar. O espírito do pinheiro, árvore que lembra uma flecha, defende a casa de forças ruins e chama o bem, que se aproxima. E tem o anjo do perdão, que mora na quaresmeira-roxa, o da regeneração, na exuberante buganvília, o da espontaneidade, na alegre laranjinha kinkan…

Muitas árvores podem viver até dentro de apartamentos, em grandes vasos. Nesse caso, prefira os de barro porque assim as raízes respiram. Coloque brita no fundo para ajudar a saída da água. Misture areia (1/3) a uma boa terra adubada (2/3). A areia vai impedir que a terra vire um tijolo, dificultando a vida da planta. Deixe o vaso receber sol ou muita luz. Ao cuidar da árvore, lembre-se do anjo: “Ajude-nos neste dia! Derrame aqui Vossa vida curadora!”

MENSAGENS DOS ANJOS

“Gostaríamos de nos comunicar com os humanos para que se tornassem mais conscientes das leis divinas”, disse um desses anjos à sensitiva Dorothy. A presença dos anjos das árvores preserva nosso equilíbrio. Quando uma grande árvore é cortada, ou uma região é desmatada, muitos anjos se retiram e toda a paisagem adoece, afetando também os seres humanos.

“Vastas áreas precisam de nós, e quando digo ‘nós’ refiro-me às grandes árvores em geral. Somos a pele deste mundo. Eliminem-nos e todo o planeta, incapaz de funcionar, ressecar-se-á e perecerá. Deixem-nos existir, e toda criação exaltará de prazer e a vida prosseguirá” é outra mensagem angélica. Alguns hábitos atuais contribuem muitíssimo para o desmatamento geral. Comer carne talvez seja o principal, pois se desmata para criar o gado…

Você precisa de quê? Confiança? Alegria de viver? Paz para o espírito? Independentemente do que seja, tenha uma árvore em casa e conte com o auxílio angelical. “Se nos juntarmos”, disse um anjo das árvores, “um mundo melhor poderá surgir.”

Fonte: [ Bons Fluidos ]

21 de Setembro - Dia da Árvore

Enviado em Artigos, Árvores de Anderson Porto | 21 de Setembro de 2007 @ 12:41

por Deborah Dubner

Aprenda a amar as árvores e aprenderá amar a si mesmo” (Silvio Campos)

ipê
21 de setembro é uma data especial. Comemora-se o Dia da árvore e o Dia Internacional da Paz. Duas palavras que remetem a muita reflexão, e que combinam perfeitamente juntas. A árvore é um forte símbolo de paz. Ela traz a lembrança do tempo sem tempo, a ancestralidade das tribos e a longevidade da sabedoria. Silenciosa e generosa, ela acolhe, abriga, refresca e convida para momentos de tranqüilidade e harmonia.

A árvore nos dá seu fruto, sua sombra, cura nossas enfermidades, o ar puro que respiramos, protege a terra, rios e as nascentes. Ela carrega o simbolismo da genealogia e da vida. Não é à toa que a natureza deu à arvore centenas e centenas de anos, enquanto para os homens e outros animais, poucos anos de vida. Sua existência é carregada de memória e curiosidades.

Sensível como a árvore da maçã, elegante como a figueira ou melancólico como o chorão. Nós, seres humanos, temos muito em comum com as árvores que nos rodeiam. Confira a árvore correspondente à data do seu nascimento e divirta-se comparando as características. Clique aqui e saiba qual é a sua árvore!

Observar uma árvore traz o poder de conexão direta com a natureza, que é pura manifestação de beleza. E a paz nasce da beleza. Não há outro berço para a paz, senão o amor e a beleza. Basta olhar para uma árvore, com os olhos cheios e a mente vazia, para compreender que ela é um grande mestre da paz. Árvore é sinônimo de vida. E vida é sinônimo de paz. A manutenção da vida na terra depende da consciência de se proteger as árvores e, conseqüentemente, a natureza como um todo.

No Brasil, setembro é o mês do verde. Nesta terra tropical dotada de espécies de árvores brasileiras, comemora-se no dia 21 mais um Dia da Árvore. A data é celebrada na chegada da primavera. Isso porque os povos indígenas costumavam homenagear as árvores na época das chuvas ou quando preparavam a terra para plantar. Portanto, nada melhor do que homenagear as árvores no início desse lindo período de primavera que vem pela frente.

Em Itu e região, alguns movimentos e eventos são organizados para comemorar a data. É o caso da Primavera dos Museus, um evento que traz para Itu dois documentários de extrema importância para reflexão e mudança de atitude: “Mudança de Clima, Mudança de Vidas” e “Uma verdade inconveniente”. As escolas municipais, estaduais e particulares também estão plantando árvores. Também no dia 21, será empossado em Itu o Conselho do Meio Ambiente (COMDEMA).

Em Indaiatuba, 700 mudas de espécies nativas serão plantadas em homenagem ao Dia da Árvore.

Em Tatuí, na semana de 18 a 23 de setembro, ocorre a 2ª Semana Municipal de Arborização Urbana, que prevê a realização de palestras, cursos, “cãominhada”, caminhada ecológica e plantio de árvores.

Em Porto Feliz, a prefeitura lançará o Plano Diretor de Arborização Urbana, que prevê o plantio de árvores de forma planejada.

Nessas datas comemorativas, muitos se perguntam: o que eu posso fazer?

Há muitos caminhos. Um deles é apenas parar e reparar. Não passe em branco pelas árvores à sua volta. Sinta, ouça, cheire, honre. Se você celebra a existência das árvores, isso já é um grande passo. Para incentivar a sua jornada, preparamos uma galeria de fotos para você. Clique aqui e veja muitas árvores de Itu, cada uma com a sua beleza e personalidade.

O importante é não ficar parado e se engajar, seja na sua comunidade, na sua cidade, ou além das fronteiras físicas do seu cotidiano. Para ampliar as possibilidades, nossa equipe selecionou uma lista de sites que podem informar, formar e unir esforços. Dê o seu click!

E se quiser colocar realmente a “mão na terra”, aí vai uma sugestão da educadora ambiental, Patricia Otero: Observe as árvores pelo seu caminho. Tem algum Ipê? Nessa época eles estão espalhando milhares de sementes por todos os cantos de Itu. Colete as sementes que estão no chão e prepare num pequeno recipiente (mini vaso) enchendo-o com partes iguais de terra de jardim, composto orgânico e areia. Coloque a semente e cubra com uma camada de terra fina. Molhe frequentemente, usando um borrifador. Mantenha em local bem iluminado, mas sem a luz do sol direta. Quando a muda estiver com 10 cm, já poderá ser transplantada para o local definitivo.

Cultive esta semente e Feliz Dia da Árvore!

Fonte: [ Itu.com.br ]

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