Doação de Mudas Nativas
Você tem uma área e quer reflorestar com espécies nativas? Que tal experimentar o programa de Doação de Mudas Nativas do IBF?
Vantagens para o proprietário:
- Recebe de mais de 80 espécies nativas gratuitamente
- Regulariza a Área de Preservação Permanete e Reserva Legal
- Protege os Recursos Naturais da propriedade
- Recebe o Projeto de Recuperação e orientação para o plantio sem custos
- Possibilidade receber Royalties ambientais pelo Sequestro de Carbono realizado pelas árvores
A Doação de Mudas Nativas é uma ação do IBF que consiste em unir o financiador (Empresas) ao beneficiário (Proprietário Rural), o IBF elabora o Projeto de Recuperação e prestar orientação para sucesso do plantio e faz o monitoramento das áreas.
Para saber mais, acesse:
Como e quando podar as árvores?
Eis um artigo interessante sobre poda de árvores, publicado no blog Árvores Vivas:

Árvores símbolo de cada estado brasileiro
Listagem parcial.
Até o presente momento consegui, com a ajuda do grupo de estudos e outras pesquisas, localizar as seguintes espécies para cada Estado:
- AC - Acre
- AL / Alagoas: Craibeira (Tabebuia aurea)
- AP - Amapá: Amapazeiro (Parahacornia amapa)
- AM - Amazonas: Castanheira (Bertholetia excelsa)/li>
- BA / Bahia: Umbuzeiro (Spondias tuberosa)
- CE / Ceará: Carnaúba (Copernicia prunifera)
- DF - Distrito Federal
- ES - Espírito Santo
- GO - Goiás
- MA - Maranhão: Palmeira Babaçu (Orbignya speciosa)
- MT / Mato Grosso: Seringueira (Hevea brasilienses)
- MS - Mato Grosso do Sul
- MG / Minas Gerais: Pequizeiro (Caryocar brasiliense )
- PA - Pará
- PB - Paraíba
- PR - Paraná: Araucária (Araucaria angustifolia)
- PE - Pernambuco
- PI - Piauí: Caneleiro (Cenostigma macrophyllum)
- RJ - Rio de Janeiro: Jequitibá-açu (Cariniana ianerensis)
- RN - Rio Grande do Norte
- RS / Rio Grande do Sul: Erva-Mate (Ilex Paraquariensis)
- RO - Rondônia
- RR - Roraima
- SC / Santa Catarina: Imbuia (Ocotea porosa)
- SP / São Paulo: Jequitibá-rosa (Cariniana legalis)
- SE - Sergipe: Mangabeira (Hancornia speciosa)
- TO - Tocantins
Se alguém souber de mais alguma, por favor, deixe comentário !!!
A listagem surgiu da solicitação de uma participante de nosso grupo de estudos, Marcela Badolatto.
Prefeitura do Natal lança campanha “Adote o Verde”
Olhem só que interessante…
Eles espalharam pela cidade 20 olhinhos em algumas árvores com um pequeno cartaz trazendo os dizeres: “Elas olham por você há anos. Olhe por elas agora”. A ação está gerando muita mídia espontânea nos principais veículos de comunicação de Natal.
Um Hotsite (http://www.adoteoverde.com.br/) também foi criado para apresentar o projeto e traz informações úteis para quem deseja participar.
A ação foi inspirada numa intervenção urbana do artista Filthy Luker. Confira em: [ Fresh Stuff From Filthy Lucre ]
Fonte: [ comunicadores ]
Floresta em pé = carbono fixado
Gente, será que ninguém menciona isso?
Vamos todos repetir: Floresta em pé é carbono já capturado e fixado.
Não adianta simplesmente manter todas as florestas intocadas.
O que o mundo inteiro precisa fazer - e o quanto antes melhor - é plantar árvores, bilhões delas, de todas as formas e cores, para que ao crescerem, capturem o carbono em suspensão no ar.
Simples, óbvio, mas ninguém fala disso.
O manejo sustentável funciona e pode muito bem ser utilizado. O que não se deve e ninguém aprova - fora os grileiros e latifundiários - é tacar fogo nas florestas, para transformá-las em pasto pra gado.
ps: Fendel, ensino aquilo que aprendi contigo. O grupo sente sua falta.
Por que as árvores urbanas caem em São Paulo?

[Árvore sufocada na Zona Leste de São Paulo. Ricardo Cardim]
Todo verão é a mesma história: árvores caídas nas manchetes dos jornais como causadoras de prejuízos na cidade de São Paulo. A primeira culpada, logicamente, é a árvore, apontam muitos. Mas a verdade não é muito bem essa.
O ser humano tem mais culpa quando se fala em árvores urbanas no chão. É fácil ver cenas como essa acima nas calçadas da Cidade - o tronco todo cimentado em volta, sem nada de solo exposto - isso impede a aeração do solo e das raízes consequentemente, prejudicando a saúde da planta e a deixando vulnerável. Podas destrutivas que desequilibram a árvore devido algum interesse particular, como letreiros de uma loja, também colaboram.
Corte de raízes que estavam “quebrando a calçada” (aliás as raízes quebram o piso na tentativa de conseguir a areação de solo ) tiram a sustentação e basta uma tempestade para ventar e amolecer a terra, derrubando a árvore.
Isso sem falar na escolha errada de espécies, muitas exóticas ou nativas em locais errados dentro da malha urbana. Existe a árvore certa para o local adequado, e nativa de preferência, já que temos mais de 200 espécies de árvores de todos os tipos na mata original da Cidade.
As quedas naturais ocorrem, seja pela idade avançada, cupins e até a inevitável poluição do meio urbano. Mas muitas poderiam ser evitadas se as pessoas e as concessionárias elétricas tivessem um pouco mais de cuidado com essas prestadoras de serviços ambientais urbanos, principalmente aqueles que tem árvores na porta de casa.
Ricardo Henrique Cardim
Fonte: [ Blog Árvores de São Paulo ]
Plantas sob estresse produzem sua própria ‘aspirina’, diz estudo
Descoberta foi feita por acaso em nogueiras na Califórnia
Uma equipe de pesquisadores americanos descobriu acidentalmente que algumas plantas são capazes de lançar no ar um gás de composição similar à de um dos analgésicos mais utilizados pelo ser humano, a aspirina, quando ameaçadas por perigos como estiagem, mudanças drásticas de temperatura ou pragas de insetos.
Os cientistas do Centro Nacional para a Investigação Atmosférica do Colorado concluíram que, da mesma forma que os seres humanos usam o ácido acetilsalicílico (nome científico da aspirina) para baixar a febre, as plantas lançam no ar uma substância química parecida com o analgésico para melhorar suas defesas e se recuperar de alguma lesão.
“Os cientistas dizem que quantidades significativas de substâncias químicas podem ser detectadas na atmosfera quando as plantas respondem a secas e outros perigos”, disse o repórter da BBC, Richard Hamilton.
Os especialistas destacaram em artigo na revista Biogeosciences que os agricultores poderiam se beneficiar desse fenômeno porque a presença de emissões de salicilato de metila tem potencial para dar aos fazendeiros um alerta antecipado para possíveis dificuldades em seus cultivos, permitindo que eles tomem medidas contra pragas, por exemplo.
A substância química liberada também pode ajudar as plantas a sinalizarem um possível perigo umas para as outras.
“Esta descoberta traz uma prova de que a comunicação entre plantas ocorre no nível do ecossistema, disse Alex Guenther, co-autor do estudo.
“Parece que as plantas têm a habilidade de se comunicar através da atmosfera.”
A equipe disse que descobriu a presença da substância química acidentalmente quando estava monitorando emissões de compostos orgânicos voláteis em uma plantação de nogueiras na Califórnia.
Fonte: [ BBC Brasil ]
Porto Seguro patrocina concurso de fotografia
III Concurso de Fotografia Árvores de São Paulo busca revelar diferentes facetas da arborização na cidade
A Porto Seguro é a patrocinadora do “III Concurso de Fotografia Árvores de São Paulo”.
O concurso é promovido desde 2006 pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente e pelo Senac, e tem como objetivo despertar nos paulistanos um olhar diferente sobre as árvores da capital.
Nesta edição, o candidato poderá enviar até quatro fotos para concorrer aos prêmios, sendo duas fotos na categoria Beleza e duas na categoria Relevância.
A primeira avaliará a estética da imagem produzida, como composição, cores e mensagem transmitida.
Já a segunda levará em consideração os aspectos da composição da vegetação.
As árvores retratadas deverão estar localizadas na cidade de São Paulo.
Cada categoria premiará três fotos e terá cursos livres do Senac, livros de fotografia e câmeras digitais compactas entre os prêmios.
As inscrições estão abertas até o dia 31 de julho e podem ser feitas gratuitamente pelo site da prefeitura de São Paulo por amadores ou profissionais, maiores de 18 anos.
A ficha de inscrição, juntamente com as fotos (impressas ou em CD) e uma cópia do documento de identidade, deve ser encaminhada para a Assessoria de Comunicação da Secretaria.
Serviço:
III Concurso de Fotografias “Árvores de São Paulo”
Inscrições: www.prefeitura.sp.gov.br/concursofotografia
Enviar fotos para: Secretaria do Verde e do Meio Ambiente - Assessoria de Comunicação.
Endereço: Rua do Paraíso 387, 9º andar - Paraíso / CEP 04103-000 - São Paulo - SP.
Dúvidas: arvoresdesaopaulo@prefeitura.sp.gov.br
A lenda do pulmão amazônico

Na verdade, praticamente todo o oxigênio que nós respiramos hoje foi produzido alguns bilhões de anos atrás, por uma combinação de processos biológicos e geológicos. Há várias teorias que tentam explicar exatamente como e quando isso aconteceu, mas não seria o caso de entrar nos detalhes aqui. O fato é que o oxigênio que está na atmosfera hoje não está sendo produzido agora - ele já existe há muito tempo.
Cerca de 21% da atmosfera é composta de oxigênio (O2) e apenas 0,04% de dióxido de carbono (CO2). O que as plantas e cianobactérias fazem com a fotossíntese é “consumir” CO2 e expelir O2, enquanto nós, animais, fazemos o contrário com a respiração: consumimos oxigênio e expelimos dióxido de carbono. Tanto que, se você fechar um monte de gente num quartinho sem ventilação, no fim o oxigênio acaba e morre todo mundo.
Desse modo, parece óbvio pensar que, se não fossem as plantas, o oxigênio do planeta acabaria e morreríamos todos. Mas, felizmente, a Terra não é um quartinho fechado. A quantidade de oxigênio na atmosfera hoje é tão grande e a de CO2, tão pequena, que todas as plantas do mundo poderiam parar de fazer fotossíntese neste momento e você não sentiria a menor diferença.
“Mesmo se você transformasse todo o CO2 em O2, a concentração de oxigênio na atmosfera não mudaria quase nada”, explica o físico e meteorologista Antonio Manzi, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). “A quantidade de oxigênio hoje é praticamente estável.”
Outro detalhe importante que costuma passar despercebido é que as plantas só fazem fotossíntese de dia, quando há luz do sol. De noite, quando as luzes se apagam, elas fazem sabem o que? Respiram oxigênio, igualzinho à gente!
Aliás, elas respiram também durante o dia, ao mesmo tempo que fazem fotossíntese, segundo me explicou o biólogo Carlos Joly, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na prática, pode-se dizer que as plantas se alimentam de luz, usando a radiação solar para produzir carboidratos. Mas o processo que elas usam para metabolizar esse alimento e gerar a energia de que suas células precisam para funcionar é o mesmo que nós: a respiração.
Resumindo: a Amazônia pode virar um estacionamento amanhã que ninguém vai morrer sufocado por falta de oxigênio. Tudo que a floresta produz, ela também consome. Temos milhões de razões para preservar a Amazônia, mas produção de oxigênio para o ser humano, definitivamente, não é uma delas.
Eis aqui uma boa razão: Segundo Manzi, a Amazônia guarda, embutida na sua vegetação, uma quantidade de carbono equivalente a pelo menos dez vezes o que o mundo todo lança na atmosfera em um ano. Se a floresta fosse inteira queimada hoje, seria como explodir uma bomba atômica de carbono. As conseqüências para o clima seriam catastróficas. (Apesar do CO2 ser apenas 0,04% da atmosfera, um pequeno incremento dessa concentração pode surtir efeitos graves sobre o planeta - o que é a base de toda a problemática do aquecimento global.)
Sem falar nas dezenas de milhares de espécies que seriam extintas, em todos os recursos genéticos e biológicos que seriam perdidos e no total colapso ambiental, social, cultural e econômico que a perda da floresta acarretaria para a América do Sul. Temos justificativas suficientes para preservar a Amazônia, sem precisar vender essa propaganda enganosa do “pulmão do mundo”.
Pense nisso a próxima vez que falarem sobre a floresta.
Fonte: [ Estadão ]










