33 dicas práticas para proteger o planeta

Enviado em Artigos, Meio Ambiente de Anderson Porto | 7 de Junho de 2008 @ 12:56

1. Tampe suas panelas enquanto cozinha. Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar.

2. Use uma garrafa térmica com água gelada. Abasteça-a de água bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã. Você terá água gelada até a noite e evitará o abre-fecha da geladeira toda vez que alguém quiser beber um copo de água.

3. Aprenda a cozinhar em panela de pressão. Dá pra cozinhar tudo em panela de pressão: feijão, arroz, macarrão, carne, peixe etc… Muito mais rápido e economizando 70% de gás.

4. Antes de cozinhar, retire da geladeira todos os ingredientes de uma só vez. Evite o o abre-fecha da geladeira toda vez que seu cozido precisar de uma cebola, uma cenoura, etc…

5. Coma menos carne vermelha. A criação de bovinos é um dos maiores responsáveis pelo efeito estufa. Além disso, a produção de carne vermelha demanda uma quantidade enorme de água. Para produzir 1 kg de carne vermelha é necessário 200 litros de água potável. O mesmo quilo de frango só consome 10 litros.

6. Não troque o seu celular. Se o problema é a bateria, considere o custo/benefício de trocá-la e descartá-la adequadamente, encaminhando-a a postos de coleta. Celulares utilizam derivados de petróleo em suas peças e metais pesados em suas baterias.

7. Use somente pilhas e baterias recarregáveis. Duram anos e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.

8. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.

9. Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias. O excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo que gaste mais energia para compensar.

10. Use a máquina de lavar roupas/louça só quando estiverem cheias. Caso você realmente precise usá-las com metade da capacidade, selecione os modos de menor consumo de água.

11. Tome banho de chuveiro. E de preferência, rápido. Um banho de banheira consome até quatro vezes mais energia e água que um chuveiro.

12. Use menos água quente. Aquecer água consome muita energia. Para lavar a louça ou as roupas, prefira usar água morna ou fria.

13. Pendure ao invés de usar a secadora. Você pode economizar mais de 317 quilos de gás carbônico se pendurar as roupas durante metade do ano ao invés de usar a secadora.

14. Nunca é demais lembrar: recicle. Lembre-se de que o material reciclável deve ser lavado (no caso de plásticos, vidros e metais) e dobrado (papel).

15. Faça compostagem. Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.

16. Utilize uma sacola para as compras. Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar.

17. Plante uma árvore: uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.

18. Compre alimentos produzidos na sua região. Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.

19. Compre alimentos frescos ao invés de congelados. Comida congelada além de mais cara, consome até 10 vezes mais energia para ser produzida.

20. Compre orgânicos. Além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura “tradicional”.

21. Use menos o carro e mais o transporte coletivo. Se você deixar o carro em casa 2 vezes por semana, deixará de emitir 700 quilos de poluentes por ano.

22. Quando for trocar de carro, escolha um modelo menos poluente. Carros menores e de motor 1.0 poluem menos.

23. Use o telefone ou a Internet. Usar o telefone ou Skype pode poupar você de stress, além de economizar um bom dinheiro e poupar a atmosfera.

24. Proteja as florestas. O papel das árvores no aquecimento global é crítico, pois mantém a quantidade de gás carbônico controlada na atmosfera.

25. Desligue o computador. Desligue o computador sempre que for ficar mais de 2 horas sem utilizá-lo e o monitor por até quinze minutos.

26. Considere trocar seu monitor, o maior responsável pelo consumo de energia de um computador. Monitores de LCD são mais econômicos, ocupam menos espaço na mesa e estão ficando cada vez mais baratos.

27. No escritório, desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente. Num período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que equivale a quase um mês de economia no final do ano.

28. Não permita que as crianças brinquem com água. Ensine aos seus filhos o valor desse bem tão precioso.

29. No hotel, economize toalhas e lençóis. Use o bom senso…

30. Instale uma válvula para regular a quantidade de água liberada no seu vaso sanitário: mais quantidade para o número 2, menos para o número 1!

31. Não peça comida para viagem. Assim você economiza as embalagens de plástico e isopor utilizadas.

32. Ao regar as plantas à noite ou de manhãzinha, você impede que a água se perca na evaporação, e evita choques térmicos que podem agredir suas plantas.

33. Para subir até dois andares ou descer três, que tal ir de escada? Além de fazer exercício, você economiza energia elétrica dos elevadores.

Fonte: [ Jornal Correio do Povo do Paraná ]

Alunos de uma escola em São Franciso cultivam maconha apesar de lei federal

Enviado em Notícias, Cannabis de Anderson Porto | 7 de Junho de 2008 @ 12:51

OAKLAND, EUA (AFP) — Os estudantes de uma escola particular de Oakland, perto de São Francisco, estão aprendendo a plantar e a cuidar da Cannabis sativa - a famosa maconha - para utilização para fins terapêuticos, em um Estado aberto a esse tipo de prática.

O objetivo da Oaksterdam University, - como apelidaram os alunos, em referência à abordagem liberal da cidade de Amsterdã em relação a essa droga - é educar as pessoas para os benefícios da cannabis.

Na Califórnia, como em 11 outros Estados americanos, a lei autoriza a utilização da cannabis para fins terapêuticos, mas a legislação federal proíbe a posse de qualquer quantidade do produto.

A escola de Oakland, que retomou um modelo existente em Amsterdã, abriu em novembro e recentemente começou a dar cursos em Los Angeles.

Até agora, 200 estudantes já receberam o diploma e mais de 500 pessoas se inscreveram.

Os temas estudados vão da história da cannabis às políticas sobre o produto e horticultura. Os cursos incluem também jogos para saber como comportar-se se for parado por um policial e os métodos para tomar cuidado na preparação do produto, assim como sobre a melhor forma de se secar as folhas e a reduzir o odor liberado.

Christie, de 56 anos, que trabalha para sites como free-lance, prefere não revelar o seu sobrenome, mas explica ter vindo à escola para conhecer as leis que cercam a cannabis, sujeitas a evoluções regulares.

No ano passado, por exemplo, a Agência Federal contra as drogas (Drug Enforcement administration, DEA) enviou cartas clínicas permissivas pedindo que fechem suas portas para não serem multadas.

“Uma intervenção federal provoca apreensão e por isso queria realmente compreender todos os aspectos legais da questão”, diz Christie.

Ela conta que, sofrendo de depressão, tomou Prozac durante anos, mas tinha sérios problemas com os efeitos secundários.

Os seus filhos, então, propuseram que usasse a maconha e disse que a escolha foi correta. “Sinto-me mais feliz e posso finalmente dormir melhor”, afirma, assinalando que não toma mais antidepressivos.

Os dirigentes da ‘Oaksterdam’ apontam os efeitos contra dores por pessoas que sofrem principalmente de câncer, esclerose e Aids.

Citam também que a legalização da droga para fins medicinais permitiu o aumento dos rendimentos do Estado através dos impostos.

O governo gasta somas astronômicas para aplicar as leis antidrogas e colocar as pessoas na prisão”, lamenta Danielle Schumacher, dirigente da escola de Oakland. “Quando a DEA faz batidas nas clinicas e apreende bens, está pegando na verdade o dinheiro do Estado de Califórnia”, acrescenta.

Obviamente, a criação dessa escola especial não foi bem vista pelo DEA, que a considera uma forma de enviar uma mensagem ruim e que incentiva a criminalidade.

“Isso reforça uma atitude muito complacente por parte do público de que a cannabis é certa e eficaz, e isso não é verdade”, afirma Michael Chapman, um agente do DEA que trabalha no escritório de São Francisco.

Danielle Schumacher espera que o uso médico da droga seja ainda mais ampliado.

“Os nossos alunos utilizam os seus diplomas para fazer lobbying em diversos níveis do governo”, seja na Califórnia, em Washington ou em outros lugares, resume.

Fonte: [ AFP ]