Passeio Público ganha novas flores e plantas nativas

Enviado em Notícias, Paisagismo de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 16:45

Estão sendo plantadas 3.500 mudas de sete espécies nativas de plantas perenes

SMCS

O plantio faz parte do programa de Biodiversidade Urbana

O Passeio Público está ganhando novo paisagismo. Equipes da Prefeitura estão plantando flores e arbustos de espécies nativas da flora regional no entorno dos recintos dos animais. “Além de contribuir com o meio ambiente, pois as espécies nativas atraem pássaros e borboletas, as plantas servirão como cerca viva, isolando melhor os animais e os visitantes”, diz o secretário municipal do Meio Ambiente, José Antonio Andreguetto.

Estão sendo plantadas 3.500 mudas de sete espécies nativas de plantas perenes (não precisam de troca), como caliandra-rosa, papo-de-peru e érica. O plantio faz parte do programa de Biodiversidade Urbana - Biocidade, que está substituindo introduzindo nos parques e locais públicos plantas ornamentais nativas.

O Passeio também recebe neste mês obras de manutenção. Estão sendo pintados os portais de entrada, o prédio onde ficam os aquários de peixes e os corrimões dos recintos dos animais.

Além da pintura e melhorias no paisagismo, estão sendo feitas reformas de complementação no calçamento, ao lado do recinto do pelicano, um dos mais procurados por turistas e freqüentadores do parque. O parquinho infantil também está sendo reformado, assim como as duas fontes do lago do parque.

No ano passado, a Prefeitura revitalizou todo o calçamento interno do Passeio Público, obra que melhorou a segurança dos freqüentadores e deixou o parque ainda mais bonito. Foram refeitos 2.400 metros de calçadas. O novo piso, em placas de concreto, substituiu o antigo pavimento, irregular e danificado.

Fonte: [ Bem Paraná ]

IEF flagra palmiteiros irregulares em Teresópolis

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 16:37

Por Redação - Rio de Janeiro

Agentes do Parque Estadual dos Três Picos, administrado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) flagraram três homens com 50 quilos de palmito, colhido no interior da unidade, em Teresópolis. Para recolher o palmito do tipo juçara, o trio derrubou cerca de 70 árvores, muitas das quais ainda não plenamente desenvolvidas, além de outras árvores nativas para fabricar cabos de ferramentas agrícolas.

A ação dos palmiteiros é um dos problemas ambientais no Parque dos Três Picos, que abrange áreas de quatro municípios (Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo, Teresópolis e Guapimirim). Após receber as denúncias de moradores sobre a ação dos palmiteiros, os fiscais tiveram de montar um esquema de vigilância para flagrar a quadrilha, que costumava devastar diariamente entre 50 a 70 árvores de palmito. A ação contou com o apoio da Polícia Militar.

Os três homens foram levados para a 110ª Delegacia, em Teresópolis, e autuados por crime ambiental. O processo também prevê multa administrativa, que pode chegar a R$ 100 por unidade de palmito apreendida.

O administrador do parque, Adriano Luz Correia Pinto, destacou que a participação da comunidade é fundamental para coibir as infrações e crimes ambientais, já que o parque ocupa uma área extensa, com cerca de 466 quilômetros quadrados.

Graças a uma outra denúncia de moradores, 17 pássaros que eram mantidos em cativeiro, também em Teresópolis, foram apreendidos na semana passada.

Fonte: [ Correio do Brasil ]

Biocombustíveis podem piorar o clima no planeta

Enviado em Notícias, Biocombustíveis de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 16:15

Vera Halfen

Estudo científico norte-americano [NE: qual?] conclui que as plantações de biocombustíveis resultam em grandes quantidades de dióxido de carbono despejados na atmosfera, piorando a mudança climática.

Segundo os cientistas, os biocombustíveis podem ser, em grande parte, ilusórios, pois na realidade eles contribuiriam para o aquecimento global, ao intensificarem emissões de dióxido de carbono que, supostamente, deveriam reduzir.

Estudos publicados no renomado jornal científico “Science” revelam que plantações de biocombustíveis crescidas como uma alternativa “verde” aos combustíveis poluentes soltam mais dióxido de carbono no ar do que o que pode ser absorvido pelas plantas. (Com informações do InfoMoney)

Fonte: [ Correio do Estado ]

De vítima da biopirataria à domesticação para escala industrial no Acre

Enviado em Cultivo, Notícias de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 16:11

Cultivo do futuro deve ser consorciado com açaí e ingá

A árvore alcança uma média de 10 a 15 metros de altura. Existem citações de exemplares com até 20 metros As folhas são longas, medindo até 60 centímetros de comprimento e apresentam uma aparência ferruginosa na face inferior. As flores são grandes, de cor vermelho-escura e apresentam características interessantes: são as maiores do gênero, não crescem grudadas no tronco, como nas outras variedades de theobromáceas, mas sim nos galhos. Os frutos apresentam forma esférica ou oval e medem até 25 cm de comprimento, tendo casca dura e lisa, de coloração castanho-escura. As sementes ficam envoltas por uma polpa branca, ácida e aromática. Os frutos surgem de janeiro a maio e são os maiores da família.

A produção varia de ano para ano, sendo uma safra boa e outra pobre. Os melhores usos do cupuaçu são obtidos na forma de sorvetes, sucos e vitaminas que são muito consumidos e admirados em todo o País. Doces a base de cupuaçu são também muito admirados, tais como a musse, compotas e geléias. Dentre outros usos importantes se acham o “vinho” (refresco sem álcool) e licores. O cupuaçu é utilizado também tradicionalmente como ingrediente na confecção de bombons, que obtiveram reconhecimento em todo o País. Alguns produtores servem a casca moída como ração para pequenos animais.

O experimento da Embrapa possui cerca de três hectares plantados a sol pleno na BR 364, sentido Rio Branco-Porto Velho. A recomendação que os pesquisadores farão aos produtores é que façam cultivo consorciado com açaí e ingá, que agregarão renda e, no caso específico ingá, formará cobertura no solo. Além de possibilitar ganho econômico, o consórcio produz sombra para o cupuaçu. As árvores crescem mais sob sombreamento.

Edmilson Ferreira

Fonte: [ Agência de Notícias do Acre ]

Citros vão passar por testes

Enviado em Notícias, Transgênicos, Biotecnologia de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 15:41

Maior produtor mundial de laranja e de suco, o Brasil fará também os primeiros testes de plantio no campo de plantas cítricas transgênicas resistentes às doenças, o principal gargalo produtivo do setor.

Fonte: GAZETA DIGITAL

Maior produtor mundial de laranja e de suco, o Brasil fará também os primeiros testes de plantio no campo de plantas cítricas transgênicas resistentes às doenças, o principal gargalo produtivo do setor.

A Alellyx Applied Genomics, empresa de pesquisa da Votorantim Novos Negócios, aguarda apenas parecer da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para iniciar o plantio de variedades cítricas geneticamente modificadas resistentes ao vírus da leprose e a bactérias, como as causadoras da clorose variegada dos citros (CVC) e do cancro cítrico.

Os dois processos para a chamada liberação planejada no meio ambiente estão na pauta da CTNBio e devem ser avaliados na última reunião da comissão deste ano, prevista para ocorrer entre os dias 12 e 13 de dezembro.

De acordo com a assessoria de comunicação da CTNBio, o processo relativo à leprose está em fase de diligência e o da resistência às bactérias ainda não foi relatado, mas é provável que eles sejam incluídos na pauta da reunião do próximo mês.

“Acho que não haverá problemas para aprovar os testes, já que todos os questionamentos foram respondidos. A partir do plantio em campo, começa a reta final até a liberação comercial, mas não dá para prever quando ela vai ocorrer”, disse à Agência Estado Fernando Reinach, diretor-executivo da Votorantim Novos Negócios e ex-presidente da CTNBio.

De acordo com Reinach, nos testes realizados em laboratórios e em estufas, os pesquisadores da Alellyx conseguiram variedades resistentes às bactérias causadoras de doenças cítricas a partir de proteínas que deram imunidade às plantas. Já no caso da leprose, a empresa de pesquisa primeiramente seqüenciou o genoma do vírus, encerrado no início de 2005, e desenvolveu uma técnica de transgenia semelhante a uma vacina. Nela, a planta desenvolve a resistência à doença atacando inicialmente a seqüência transgênica e, posteriormente, dispara o ataque natural contra o próprio vírus.

Quando aprovados, os testes de campo serão feitos na Fazenda Ventura II, do Grupo Votorantim, localizada no município de Bauru (SP), que já possui autorização da CTNBio para o cultivo em campo das variedades transgênicas.

Fonte: [ Diário da Notícia ]

Plantio da mamona e pinhão manso servirá de teste

Enviado em Notícias, Biocombustíveis de Anderson Porto | 23 de Fevereiro de 2008 @ 15:40

SÃO LUÍS - Na última quinta-feira, dia 21, foi iniciado o plantio da primeira área experimental de mamona e pinhão manso, plantas que servem para a produção do combustível, na comunidade de Cajupari, zona rural de São Luís. Nos próximos dias, mais quatro localidades receberão o plantio: Tajipuru, Conceição, Cossaco e Calembi.

O plantio da mamona e do pinhão manso servirá de teste para que os pequenos agricultores da ilha possam saber como funciona o cultivo das plantas e para que sabiam como alternar o plantio de oleaginosas com a de subsistência.

A implementação do Programa Municipal de Biodiesel abre oportunidades e benefícios sociais, gerando empregos, valorizando o campo e promovendo o trabalhador rural através da produção de biomassa (oleaginosas).

O SãoLuísBio irá atuar em duas frentes: a primeira será o plantio de oleaginosas (mamona, pinhão manso, amendoim, gergelim, girassol, entre outros), matéria-prima do biodiesel, beneficiando os produtores da Ilha e ao mesmo tempo fortalecendo a agricultura familiar; a segunda, realizando o aproveitamento do óleo residual, proveniente da fritura de alimentos. Será traçado um plano de ação para coleta, tratamento e utilização desse óleo, que boa parte acaba nas redes de esgotos convencionais ou lançados direto no solo ou na água, poluindo o meio ambiente.

A meta é envolver, no primeiro momento, 150 produtores familiares no programa de biodiesel, plantar 225 hectares de espécies oleaginosas, instalar uma unidade esmagadora de grãos, implantar 20 postos de coleta de óleo residual e uma unidade de óleo residual. O combustível movimentará a frota municipal, máquinas agrícolas, geradores e barcos, transformando São Luís em uma vitrine, servindo de exemplo para implantação do mesmo serviço em outras localidades e uma excelência na gestão de resíduos poluentes. Caberá à Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) implementar e operacionalizar o Programa Municipal de Biodiesel, sendo conduzido dentro dos critérios do Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS).

Fonte: [ O Estado do Maranhão ]