Transgênicos: Fim da fome ou ameaça ao planeta?

Enviado em Notícias, Artigos, Transgênicos, Biotecnologia, Opinião de Anderson Porto | 1 de Novembro de 2007 @ 12:36

É esse tipo de reportagem / artigo que irei combater veementemente…

Transgênicos: Fim da fome ou ameaça ao planeta?

Combater por que? Simples… Acredito que seja uma babaquice desavergonhada pretender imputar aos transgênicos a solução para a fome e a miséria no mundo. Já está mais que provado que quem não come, não come por causa de vários porquês:

- Não tem trabalho digno;
- Não pode produzir seu próprio alimento;
- A produção é voltada em grande parte para produtos de maior valor, como no caso da soja;
- Há o problema da distribuição e consequentemente perda da produção;
- Os alimentos estragam antes de chegar na mesa do trabalhador;
- O preço dos alimentos só sobem…

Daí vem um cientista filho duma égua dizer que os transgênicos são a solução para fome? Porra!

Nesse país de merda, onde não se investe decentemente em pesquisa? Façam o favor de parar para pensar, oras… E não me venham com falácias…

Anderson Porto

Saúde debate últimos pontos para a aprovação do Programa Nacional de Fitoterápicos

Enviado em Notícias, Fitoterápicos de Anderson Porto | 1 de Novembro de 2007 @ 12:23

A eficácia do uso das plantas como medicação é motivo de debate nos últimos anos. No Brasil, durante muito tempo, a prática esteve associada às crendices populares.

Mas, com a comprovação científica de que alguns produtos de origem natural dão bons resultados no tratamento de doenças, os fitoterápicos começaram a ser recomendados por especialistas.

Em 2006, duas importantes Políticas Nacionais na área de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foram aprovadas.

A primeira é a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, aprovada por meio da Portaria 971, do Ministério da Saúde, de 03 de maio de 2006 e a segunda, a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, aprovada por meio do Decreto Presidencial 5.813, de 22 de junho de 2006, e que pretende garantir à população brasileira o acesso seguro e o uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos, promovendo o uso sustentável da biodiversidade, o desenvolvimento da cadeia produtiva e da indústria nacional.

A fim de levar o Programa à aprovação pública será debatida, nesta quarta (31) e quinta-feira (01), a finalização das ações do Programa para o desenvolvimento das diretrizes da Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.

O debate acontece a partir das 9 horas , no Campus Universitário “Darcy Ribeiro”, no Edifício da Finatec, em Brasília.

No encontro estarão presentes, além de representantes do Grupo de Trabalho Interministerial, estabelecido pela portaria 2311, DOU 21/02/2007, o diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, Dirceu Barbano.

As práticas definidas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) são o uso de Plantas Medicinais e Fitoterapia, Homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura e Termalismo Social/Crenoterapia (tratamento pelas águas minerais).

A PNPIC atende a uma demanda da sociedade brasileira, amplia os serviços oferecidos no SUS e contribui para a consolidação de uma política de assistência à saúde ainda mais ampla, humanizada e segura.

Levantamento realizado em 2004 nos estados e municípios mostrou a estruturação dessas práticas integrativas em 19 capitais e 232 cidades brasileiras.

As ações específicas com plantas medicinais e fitoterapia estão presentes em 116 municípios ee os estados com maior número de ocorrências dessas práticas são: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Ceará.

As principais ações do Ministério da Saúde para a implementação destas Políticas são:

• Elaboração das Relações Nacionais de Plantas Medicinais e de Fitoterápicos,”, as quais irão orientar gestores e profissionais de saúde com relação às plantas medicinais e fitoterápicos a serem disponibilizados no Sistema, de forma segura, eficaz e com qualidade;

• Definição de recursos voltados à estruturação de serviços de assistência farmacêutica em plantas medicinais e fitoterapia e produção de fitoterápicos por laboratórios oficiais; e

• Elaboração de diretrizes voltadas à educação permanente de profissionais de saúde em plantas medicinais e fitoterápicos para capacitação destes profissionais na implantação e condução dos programas.

Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos

Aprovada após cinco anos de discussão entre as áreas competentes do governo, comunidade científica e sociedade civil, estabelece diretrizes e linhas de ação prioritárias para o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos.

Propõe-se que se construa no Brasil uma rede de esforços para o desenvolvimento de medidas voltadas à melhoria da atenção à saúde, ao fortalecimento da agricultura familiar, à geração de emprego e renda, à inclusão social e ao desenvolvimento industrial e tecnológico, assim como controle social.

Busca ainda contribuir na redução da dependência tecnológica do Brasil por insumos farmacêuticos assim como estabelecer uma posição de destaque do país no cenário internacional.

Grupo de Trabalho Interministerial

Com o objetivo de viabilizar a implementação desta Política Nacional e em conformidade com suas diretrizes e linhas de ação foi instituído o Grupo de Trabalho Interministerial (Portaria 2311, DOU 21/02/2007) formado por representantes ds Ministérios da Saúde (coordenação); Casa Civil; Integração Nacional; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Desenvolvimento Agrário; Ciência e Tecnologia; Meio Ambiente; Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Desenvolvimento Social e Combate a Fome e Cultura; além de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e Fundação Oswaldo Cruz.

Com informações do Portal da Saúde

Fonte: [ Midiacon ]

Mistura de fitoterápicos com alopáticos gera risco

Enviado em Notícias, Fitoterápicos de Anderson Porto | 1 de Novembro de 2007 @ 12:20

Uso sem acompanhamento médico pode trazer conseqüências graves

31/10/2007 - 15:36 - Muitas pessoas têm o hábito de tratar doenças com remédios à base de plantas, conhecidos como fitoterápicos, por serem mais naturais. No entanto, a associação do uso desses medicamentos com comprimidos alopáticos pode, em alguns casos, trazer conseqüências graves.

A idéia de que medicamentos à base de plantas não oferecem riscos é comum, mas não é correta. Os riscos existem e, nas farmácias, há fitoterápicos que ficam atrás do balcão e com tarja, o que significa que só podem ser vendidos mediante a receita médica.

A dona-de-casa Luzia de Paula toma remédios de diferentes finalidades durante o dia. Junto com eles, ela também já fez uso de um fitoterápico. Luzia desconhecia os riscos em misturar os medicamentos mas, como fez o tratamento com orientação médica, não teve problemas.

A combinação do medicamento à base de plantas com outros remédios também pode ser perigosa. “O uso em conjunto desses medicamentos pode trazer vários riscos à saúde. Inclusive levar uma pessoa à internação e, em casos extremos, até a morte”, afirma a presidente do Conselho Regional de Farmácia, Raquel Rizzi Grecchi.

Um exemplo perigoso à saúde é a mistura da planta Ginkgo Biloba, que ativa a circulação e é usada para memória, com o ácido acetilsalicílico, usado como anticoagulante. A combinação pode ocasionar hemorragia e, dependendo da gravidade, o resultado pode ser um acidente vascular cerebral (AVC) ou até a morte.

Outro exemplo é o uso da erva de São João, utilizada como antidepressivo, associada a um anticoncepcional. Com a mistura pode ocorrer sangramento e diminuição do efeito contraceptivo.

Grecchi também dá outro exemplo comum e que oferece risco. “Algumas pessoas que possuem insuficiência cardíaca usam a digoxina, misturada a medicamentos para prisão de ventre, como por exemplo a fenolftaleína. Essa combinação pode acabar provocando uma intoxicação causada pelo medicamento”, explica.

Para evitar problemas ocasionados pela mistura de medicamentos, é necessário que os consumidores busquem sempre a orientação do médico e do farmacêutico. Além disso, é importante informar o uso de outros medicamentos.

Outra precaução importante é observar se o remédio tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A função do farmacêutico é acompanhar e avaliar o uso correto desses remédios”, afirma a presidente do Conselho Regional de Farmácia, Raquel Rizzi Grechi.

O Conselho Regional de Farmácia disponibiliza, no site www.crfsp.org.br, uma revista com informações a respeito do risco de misturar fitoterápicos com outros medicamentos.

Fonte: [ EPTV Ribeirão ]