Consultor do MDA elogia o andamento do projeto Plantas Medicinais da Itaipu Binacional
O consultor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ari Frozza, participou de uma reunião dia 5 de julho,com o presidente da Sustentec, Euclides Lara Cardozo Junior, o superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Jair Kotz, e o coordenador do projeto Plantas Medicinais da Itaipu Binacional, Altevir Zardinello. Frozza veio acompanhar o desenvolvimento do projeto.
Durante o encontro, realizado no refúgio biológico, foram apresentadas as ações já realizadas pelo projeto e os objetivos a serem alcançados. Jair Kotz expôs as alternativas com plantas medicinais, na área de segurança alimentar e nutricional e falou sobre as estratégias para o atendimento a saúde básica.
A política nacional de fitoterápicos foi um dos temas da reunião, assim como a importância crucial da agricultura familiar para consolidar as leis do setor. Essas questões são prioridade do projeto desde a sua criação e norteiam as ações de gestores, articuladores e agricultores.
O projeto agregou parcerias importantes na região, como as prefeituras, organizações não governamentais e outras entidades da sociedade civil. Através desses gestores é realizado o estudo multidisciplinar e o acompanhamento da cultura de ervas medicinais, condimentares e aromáticas para melhorar a geração de renda e o bem estar social de agricultores familiares.
O consultor do MDA, Ari Frozza acompanhou a equipe do projeto Plantas Medicinais em visitas aos produtores do município de Vera Cruz do Oeste. Lá ele pode ver como estão trabalhando os agricultores que participaram dos cursos oferecidos pelo projeto, muitos deles já cultivam algumas espécies de plantas medicinais nas suas terras.
Ari Frozza pode constatar que as metas estabelecidas pelo projeto estão sendo cumpridas e que os objetivos estão sendo atingidos. Ele conheceu novas etapas do programa, algumas delas já desenvolvidas junto aos agricultores, os grandes responsáveis pelo sucesso do projeto.
Segundo a agricultora Guiomar Neves, moradora da comunidade de Jacutinga no município de Vera Cruz do Oeste, o aprendizado já gerou benefícios na sua propriedade, como a utilização de uma pomada cicatrizante. Ela destacou que o próximo passo é começar o plantio das mudas e dar início ao horto medicinal, pois isso vai trazer mais qualidade de vida para sua família.
Para a agricultora Nilva Zanette os conceitos desenvolvidos no curso deram estimulo para a criação do horto medicinal, e vê na cultura das plantas uma oportunidade de aumentar a renda família. Acredita que além de melhorar a qualidade de vida, é uma forma de ajudar a sua comunidade, oferecendo ervas medicinais que auxiliam na manutenção da saúde.
A partir do convênio com o MDA, que tem como objetivo fomentar a produção de plantas medicinais e implantar ações para o desenvolvimento sustentável, o projeto realizou diversos treinamentos com produtores e gestores e vai dar continuidade ao trabalho, distribuindo mudas e oferecendo assistência técnica para os agricultores.
O presidente da Sustentec, professor Euclides Lara Cardozo Junior, destacou a importância de vencer as etapas seguintes, que envolvem a instalação de módulos de secagem e a unidade de produção de extrato seco que irão estimular a distribuição de fitomedicamentos no Sistema Único de Saúde nos 29 municípios da Bacia do Paraná III.
As unidades piloto de secagem serão montadas em Foz do Iguaçu, Toledo, Pato Bragado e Vera Cruz do Oeste. A expectativa é instalar módulos nos demais municípios que integram o projeto. Essa ação pode tornar o projeto como um todo uma referência internacional no setor.
Fonte: [ Revista Fator ]
Produção, Mercado e Uso de Plantas Medicinais serão discutidos em Workshop
O X Workshop de Plantas Medicinais de Mato Grosso do Sul organizado pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), acontece nos dias 11, 12 e 13 de julho na Cidade Universitária de Dourados (MS) e conta com a participação, entre outras instituições, da Embrapa Transferência de Tecnologia através de seus Escritórios de Negócios de Dourados (MS) e de Campinas (SP), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa.
Este ano, o Workshop discutirá vários aspectos como a produção, comercialização e especialmente as formas de aplicação terapêutica das plantas medicinais, informa Maria do Carmo Vieira, pesquisadora da Universidade Federal da Grande Dourados e coordenadora do evento.
Na programação serão apresentadas palestras como: Fitoterapia na Saúde Pública; Uso Clínico de Plantas Medicinais; Cuidados Necessários para Cultivo, Colheita e Processamento das Plantas Medicinais além de mini cursos e oficinas.
O tema atrai cada vez mais pesquisadores e interessados no mundo inteiro. Muitos jornais e revistas reservam seus espaços para falar sobre a produção e o uso das plantas medicinais.
Agora, às vésperas do X Workshop de Plantas Medicinais de Mato Grosso do Sul, trazemos as impressões de Huberto dos Santos Paschoalick, gerente local do Escritório de Negócios de Dourados da Embrapa que desenvolve atividades neste segmento e fala sobre o tema no estado de Mato Grosso do Sul, em entrevista abaixo:
Desde o primeiro Workshop, há 10 anos, até agora o que mudou na produção e utilização das plantas medicinais no estado?
Huberto - Tem ocorrido avanços significativos na área acadêmica por intermédio da Universidade Federal da Grande Dourados, que estuda o assunto, com a implantação de um horto de plantas medicinais muito representativo e ainda como tema de diversas dissertações de mestrado.
O assunto motivou a Embrapa Transferência de Tecnologia/Escritório de Negócios de Dourados a iniciar um projeto de introdução e avaliação agronômica de plantas medicinais, através da implantação de uma Unidade de Observação.
A Administração Municipal de Dourados, passou a promover a capacitação de núcleos urbanos e de agricultores familiares através de cursos de manejo e utilização de plantas medicinais, a exemplo das mulheres beneficiárias do Programa Bolsa-Escola, o Programa Quintal Horti-medicinal e outros, o que gerou a necessidade de implantar um programa de produção de mudas de plantas medicinais, em conjunto com a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) e com a Escola Agrotécnica de Dourados.
Iniciativas populares de capacitação, também foram promovidas pelas Pastorais religiosas e outras entidades, em conjunto com associações de moradores. Então, percebe-se que este assunto tem avançado bastante mas como iniciativas isoladas, especialmente na área de utilização caseira das plantas e este fato tem sido importante à medida que a população tem se apropriado desse conhecimento. Mesmo assim, ainda não conseguimos estabelecer um processo mais consistente de produção e exploração comercial das plantas medicinais transformando todo esse conhecimento acumulado em um “negócio” agrícola.
Existem dados sobre o aumento do número de produtores e da área plantada com medicinais no estado?
Huberto - O cultivo de plantas medicinais ainda segue uma lógica de produção de pequena escala, colheita e pós-colheita artesanal, secagem natural associada a um mercado ainda desconhecido e pouco acessível e são esses fatores que limitam a expansão da área plantada.
Qual é a taxa de crescimento do uso de fitoterápicos nos últimos dez anos no estado?
Huberto - Não temos uma informação precisa sobre o crescimento, mas a sensação é a de que é muito grande, em razão do número crescente de processadores, de laboratórios especializados, das linhas de produtos cosméticos que estão agregando fitoterápicos nos seus produtos, etc. Existe hoje uma consciência coletiva de que é preciso e é possível uma terapêutica alternativa, menos agressiva para com o nosso organismo, mais barata e tão eficiente quanto os métodos de tratamento convencionais.
Só no município de Dourados são comercializadas e processadas em laboratório cerca de 40 espécies de plantas medicinais, sem contar ainda outras 20 espécies que são comercializadas in natura no comércio ambulante de raízes, cascas e folhas.
Como é o agronegócio de medicinais na região?
Huberto - Ainda pautado por iniciativas isoladas de alguns pequenos produtores, mas que, sem escala comercial, tem o mercado restrito à comercialização local da matéria prima.
Outra característica importante do mercado local é a existência dos vendedores ambulantes que resistem e persistem no mercado em razão da nossa tradição e de um verdadeiro conhecimento popular no uso e na aplicação das plantas medicinais.
Desde o primeiro workshop a tradição de tratos culturais com as medicinais mudou nas propriedades?
Huberto - Sim. Percebe-se uma preocupação muito maior dos produtores com os tratos culturais porque foram adquirindo conhecimento, conhecendo outros modelos de produção e conhecendo sobretudo as exigências do mercado especialmente com o manejo de colheita e pós-colheita, com a embalagem do produto e a identificação da espécie.
Este workshop atrai apenas o público regional ou estadual e nacional também?
Huberto - É um evento de caráter estadual, que atrai produtores e interessados de todo o Estado. Uma preocupação constante da organização do evento é trazer sempre conferencistas renomados das diversas instituições que trabalham com plantas medicinais aliando com a explanação de casos e exemplos de sucesso de outros empreendedores, dentro do tema plantas medicinais.
Informações e inscrições par ao X Workshop podem ser encontradas no site http://201.3.11.197/workshop/ ou através do telefone: (67) 3411-3845 e-mail: workshop10@ujgd.edu.br.
Fonte: [ Agora MS ]
Campo Grande sedia 7ª Festival de Plantas de Holambra
Adriany Vital
Começa em 28 de julho e segue até 12 de agosto o 7° Festival de Flores e Plantas de Holambra que será realizado em Campo Grande.
A expectativa é que cerca de 120 mil pessoas compareçam ao evento que permanece por 16 dias na Capital. Durante o evento os visitantes poderão adquiri produtos com acessível. Sendo orquídeas, samambaias, cactos, begônias, tulipas, tuias e outras centenas de tipos de flores e plantas ornamentais.
Fonte: [ Campo Grande News ]
Prefeitura de Porto Velho implanta viveiro com mais de 70 mil mudas
Numa iniciativa inédita, a Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Semusp) criou um viveiro de plantas forrageiras e ornamentais que serão usadas na revitalização de praças, jardins e ruas do município já nos próximos dias.
Há pouco mais de um mês do plantio das sementes, as mudas de plantas como Tanget Petit, Sálvia, Brilhantina, Crossandra, Eminexória, Flamboiant, Pingo de Ouro, Musaendra, Hibico bicolor, Lantana, entre outras já estão quase florescendo e devem sair da estufa para as sacolas. Segundo o técnico responsável, Celso Figueira, nesta última fase as mudas já devem florescer e então serão plantadas. “Este é um momento de expectativa pra nós, pois todo o trabalho está sendo feito pelos próprio funcionários da Semusp, que foram devidamente capacitados por um técnico vindo de Goiânia”, afirmou Jair Ramires.
O projeto do viveiro de plantas e flores nasceu de uma visita que o secretário fez a Curitiba, onde constatou os benefícios. Além de melhorar a qualidade dos serviços que devem ser desenvolvidos pela Semusp, as mudas também vão beneficiar a todas as pessoas que se interessarem em manter uma cidade mais bonita e saudável. É que nos próximos meses, a Prefeitura vai doar mudas do viveiro para os moradores de todos os bairros da capital que quiserem adotar uma árvore ou planta em frente a sua casa ou comércio.
O secretário Jair Ramires espera que a população compreenda a necessidade do viveiro, uma vez que além da praticidade, da maior variedade de plantas, ainda tem a economia de custo para se ter uma cidade mais bonita e agradável. ”As plantas usadas para ornamentar a cidade eram compradas ao custo de R$ 2,00 a R$ 2,50, hoje elas nos custam R$ 0,10”, explica Ramires.
Fonte: [ Jornal Nortão Online ]
Alimentos transgênicos e o direito de informação ao consumidor na Rádio Justiça
A identificação nas embalagens de produtos geneticamente modificados é um direito do consumidor. A falta dela alerta para o consumo de transgênicos sem conhecimento prévio. O “Revista Justiça”, às 11h da manhã com apresentação de Pedro Beltrão e Márcia Dias, vai discutir as leis e a pesquisa científica de transgênicos.
Antes, às 8h da manhã, o “Notícia Justiça” aborda as conseqüências para os atletas flagrados com substâncias proibidas em exames antidoping. O julgamento desses casos na Justiça Desportiva é o tema do quadro Apito Jurídico. A segunda edição do jornal é ao meio-dia com as principais decisões da Justiça.
Na cultura, o fenômeno Elis Regina é o destaque de “No Tempo da Música”. O programa apresenta a trajetória da cantora que morreu aos 36 anos.
A Rádio Justiça é sintonizada em 104,7 MHz em Brasília, via satélite ou através do site www.radiojustica.gov.br.
Fonte: [ Supremo Tribunal Federal ]







