FCA faz simpósio sobre Silício na Agricultura
A Faculdade de Ciências Agronômicas [FCA], de Botucatu, juntamente com a Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais [Fepaf] e Phytus Eventos, realizam o IV Simpósio Brasileiro sobre Silício na Agricultura. O evento acontece dias 19 e 20 de junho, no Auditório da FCA, na Fazenda Experimental Lageado.
O Simpósio vai reunir pesquisadores, profissionais, produtores rurais, estudantes de graduação e pós-graduação e empresários para discutir o uso do silício na agricultura.
Será a primeira edição do evento, realizada no Estado de São Paulo. São esperados cerca de trezentos participantes.
Estarão presentes palestrantes de renome, ligados a instituições como Embrapa, Universidade Federal de Goiás, Esalq/ USP, Universidade Federal de Viçosa, Ministério da Agricultura e Abastecimento e FCA/Unesp, além de pesquisadores internacionais, informou a assessoria de imprensa.
A conferência de abertura será “Diferenças no comportamento de plantas dicotiledôneas e monocotiledôneas em relação ao silício”, ministrada pelos professores Richard R. Belanger, do Canada Research Chair in Phytoprotection e Lawrence Datnoff, do Institute of Food and Agricultural Sciences, da Universidade da Florida.
Dentre os temas abordados nas palestras estão: interação do silício com as doenças; silício na formação de fitólitos; resistência a alumínio devido ao acúmulo de silício em plantas de cerrado; produção, comercialização de fertilizantes contendo silício e a questão da legislação; análise de silício em solo, plantas e fertilizantes; eficiência da aplicação superficial de silicatos na correção de acidez no sistema de plantio direto e aplicação de silício via fertirrigação.
Além das conferências, oitenta trabalhos científicos serão apresentados durante o Simpósio, fornecendo um panorama do que existe de mais atual nas pesquisas sobre o tema no país.
Fonte: [ Entrelinhas.com ]
Senador defende que florestas sejam poupadas na produção de biocombustíveis
Dados do IPCC mostram que o desmatamento e as queimadas ilegais são responsáveis, na Amazônia, por 74% das emissões de gases poluentes.
Brasília, DF - O relator da Comissão Mista Especial do Congresso sobre Mudanças Climáticas, senador Renato Casagrande (PSB-ES), afirmou que o governo brasileiro precisa formular leis que impeçam a utilização de florestas na produção de biocombustíveis.
De acordo com o senador, essa é uma preocupação das comunidades internacionais. “Existe uma preocupação mundial de que o plantio de cana de açúcar ou de soja para a produção de biocombustíveis vá destruir áreas de floresta ou aquelas utilizadas para a produção de alimentos. Não, isso vai ocorrer, desde que o governo brasileiro crie formas de controle”.
O assunto foi um dos temas abordados nesta terça-feira (12) durante o seminário Mudanças Climáticas - Impactos para o Brasil, em que o foco das discussões foi o 4º Relatório do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC). Para Casagrande, o Brasil tem um grande potencial de crescimento com a produção de biocombustíveis e precisa saber aproveitar esse bom momento.
O IPCC mostra que os principais problemas do Brasil, hoje, são o desmatamento e as queimadas ilegais, responsáveis, na Amazônia, por 74% das emissões de gases poluentes. Como pontos positivos, o documento destaca o cenário favorável com um programa de biocombustível bem estruturado, a matriz elétrica dependente basicamente de hidroeletricidade e os 4 milhões de hectares de florestas nativas.
Segundo Paulo Artaxo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e cientista participante do IPCC, o mais importante para o Brasil nesse momento é ampliar os pontos positivos e tomar cuidado com os negativos. Ele ressaltou, no seminário, que “falta ao governo uma política bem integrada envolvendo os municípios, os estados, além das comunidades, das organizações não-governamentais, do setor produtivo associado à questão das queimadas, como a pecuária, a agricultura intensiva os madeireiros”.
E concluiu: “Cabe ao governo agir como mediador nesse conflito”.
Texto de Grazielle Machado, da Agência Brasil.
Fonte: [ EcoAgência ]
UE cria etiqueta europeia “bio”
Os frutos e legumes vão passar a estar sujeitos a novas regras. Os ministros da Agricultura da União aprovaram, esta terça-feira, a reforma das subvenções ao sector hortofrutícola e um regulamento sobre a etiquetagem dos alimentos biológicos.
A partir de 2009, para além das eventuais etiquetas nacionais, os produtos biológicos terão obrigatoriamente uma etiqueta europeia. Ela atestará que o produto final contém 95% da sua massa em ingredientes biológicos, contra apenas 70% até aqui.
Os Vinte e Sete aceitaram também que os produtos biológicos possam sofrer de contaminação acidental por organismos transgénicos, desde que os vestígios não ultrapassem os 0,9% e que não resultem de negligência do produtor.
Os ministros acordaram igualmente um novo sistema de subvenções para os frutos e legumes em geral. As subvenções passam a ser atribuídas por hectare e não por quantidade produzida. A nova reforma aplicar-se-á de forma faseada até 2012.
Fonte: [ EuroNews ]
Mudas de árvores típicas serão plantadas às margens do Rio Coxipó
Redação 24HorasNews
No próxima quinta feira, as 10 horas, 150 adolescentes do agente jovem da Prefeitura Municipal de Cuiabá, farão o plantio no local, de 500 mudas de espécies típicas das matas ciliares, entre elas sarãs ( essencial para a preservação das margens), Tarumarana, Ingá nativo e Ipês. “Será o começo de um grande trabalho de repovoamento dos rios da nossa capital”, afirma o educador ambiental ecologista Abel do Nascimento.
Será o lançamento do programa de repovoamento das matas ciliares do Rio Cuiabá e Coxipó no perímetro urbano, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e a Empaer. “Para recuperarmos os rios, antes precisamos recuperar as margens afluentes fazendo o replantio com árvores nativas da região. O Sarã ajuda na preservação das margens evitando as erosões.” (Éden Capistrano - Secretário Municipal de Meio Ambiente).
Fonte: [ 24HorasNews ]






