FCA faz simpósio sobre Silício na Agricultura

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 14 de Junho de 2007 @ 10:21

A Faculdade de Ciências Agronômicas [FCA], de Botucatu, juntamente com a Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais [Fepaf] e Phytus Eventos, realizam o IV Simpósio Brasileiro sobre Silício na Agricultura. O evento acontece dias 19 e 20 de junho, no Auditório da FCA, na Fazenda Experimental Lageado.

O Simpósio vai reunir pesquisadores, profissionais, produtores rurais, estudantes de graduação e pós-graduação e empresários para discutir o uso do silício na agricultura.

Será a primeira edição do evento, realizada no Estado de São Paulo. São esperados cerca de trezentos participantes.

Estarão presentes palestrantes de renome, ligados a instituições como Embrapa, Universidade Federal de Goiás, Esalq/ USP, Universidade Federal de Viçosa, Ministério da Agricultura e Abastecimento e FCA/Unesp, além de pesquisadores internacionais, informou a assessoria de imprensa.

A conferência de abertura será “Diferenças no comportamento de plantas dicotiledôneas e monocotiledôneas em relação ao silício”, ministrada pelos professores Richard R. Belanger, do Canada Research Chair in Phytoprotection e Lawrence Datnoff, do Institute of Food and Agricultural Sciences, da Universidade da Florida.

Dentre os temas abordados nas palestras estão: interação do silício com as doenças; silício na formação de fitólitos; resistência a alumínio devido ao acúmulo de silício em plantas de cerrado; produção, comercialização de fertilizantes contendo silício e a questão da legislação; análise de silício em solo, plantas e fertilizantes; eficiência da aplicação superficial de silicatos na correção de acidez no sistema de plantio direto e aplicação de silício via fertirrigação.

Além das conferências, oitenta trabalhos científicos serão apresentados durante o Simpósio, fornecendo um panorama do que existe de mais atual nas pesquisas sobre o tema no país.

Fonte: [ Entrelinhas.com ]

Senador defende que florestas sejam poupadas na produção de biocombustíveis

Enviado em Notícias, Biocombustíveis de Anderson Porto | 14 de Junho de 2007 @ 10:20

Dados do IPCC mostram que o desmatamento e as queimadas ilegais são responsáveis, na Amazônia, por 74% das emissões de gases poluentes.

Brasília, DF - O relator da Comissão Mista Especial do Congresso sobre Mudanças Climáticas, senador Renato Casagrande (PSB-ES), afirmou que o governo brasileiro precisa formular leis que impeçam a utilização de florestas na produção de biocombustíveis.

De acordo com o senador, essa é uma preocupação das comunidades internacionais. “Existe uma preocupação mundial de que o plantio de cana de açúcar ou de soja para a produção de biocombustíveis vá destruir áreas de floresta ou aquelas utilizadas para a produção de alimentos. Não, isso vai ocorrer, desde que o governo brasileiro crie formas de controle”.

O assunto foi um dos temas abordados nesta terça-feira (12) durante o seminário Mudanças Climáticas - Impactos para o Brasil, em que o foco das discussões foi o 4º Relatório do Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC). Para Casagrande, o Brasil tem um grande potencial de crescimento com a produção de biocombustíveis e precisa saber aproveitar esse bom momento.

O IPCC mostra que os principais problemas do Brasil, hoje, são o desmatamento e as queimadas ilegais, responsáveis, na Amazônia, por 74% das emissões de gases poluentes. Como pontos positivos, o documento destaca o cenário favorável com um programa de biocombustível bem estruturado, a matriz elétrica dependente basicamente de hidroeletricidade e os 4 milhões de hectares de florestas nativas.

Segundo Paulo Artaxo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo e cientista participante do IPCC, o mais importante para o Brasil nesse momento é ampliar os pontos positivos e tomar cuidado com os negativos. Ele ressaltou, no seminário, que “falta ao governo uma política bem integrada envolvendo os municípios, os estados, além das comunidades, das organizações não-governamentais, do setor produtivo associado à questão das queimadas, como a pecuária, a agricultura intensiva os madeireiros”.

E concluiu: “Cabe ao governo agir como mediador nesse conflito”.

Texto de Grazielle Machado, da Agência Brasil.

Fonte: [ EcoAgência ]

UE cria etiqueta europeia “bio”

Enviado em Notícias, Orgânicos de Anderson Porto | 14 de Junho de 2007 @ 10:19

Os frutos e legumes vão passar a estar sujeitos a novas regras. Os ministros da Agricultura da União aprovaram, esta terça-feira, a reforma das subvenções ao sector hortofrutícola e um regulamento sobre a etiquetagem dos alimentos biológicos.

A partir de 2009, para além das eventuais etiquetas nacionais, os produtos biológicos terão obrigatoriamente uma etiqueta europeia. Ela atestará que o produto final contém 95% da sua massa em ingredientes biológicos, contra apenas 70% até aqui.

Os Vinte e Sete aceitaram também que os produtos biológicos possam sofrer de contaminação acidental por organismos transgénicos, desde que os vestígios não ultrapassem os 0,9% e que não resultem de negligência do produtor.

Os ministros acordaram igualmente um novo sistema de subvenções para os frutos e legumes em geral. As subvenções passam a ser atribuídas por hectare e não por quantidade produzida. A nova reforma aplicar-se-á de forma faseada até 2012.

Fonte: [ EuroNews ]

Mudas de árvores típicas serão plantadas às margens do Rio Coxipó

Enviado em Notícias, Árvores de Anderson Porto | 14 de Junho de 2007 @ 10:18

Redação 24HorasNews

No próxima quinta feira, as 10 horas, 150 adolescentes do agente jovem da Prefeitura Municipal de Cuiabá, farão o plantio no local, de 500 mudas de espécies típicas das matas ciliares, entre elas sarãs ( essencial para a preservação das margens), Tarumarana, Ingá nativo e Ipês. “Será o começo de um grande trabalho de repovoamento dos rios da nossa capital”, afirma o educador ambiental ecologista Abel do Nascimento.

Será o lançamento do programa de repovoamento das matas ciliares do Rio Cuiabá e Coxipó no perímetro urbano, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e a Empaer. “Para recuperarmos os rios, antes precisamos recuperar as margens afluentes fazendo o replantio com árvores nativas da região. O Sarã ajuda na preservação das margens evitando as erosões.” (Éden Capistrano - Secretário Municipal de Meio Ambiente).

Fonte: [ 24HorasNews ]