A Medicina abraça a Fitoterapia…

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 15:12
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Já se fala hoje em fitomedicina,
uma tendência para resgatar o conhecimento das plantas, herdado de nossas avós, e validá-lo com o olhar da ciência.

Texto: Kátia Stringueto
Ilustração: Luiza Ruberti

Vai chegar um tempo em que, na consulta, iremos discutir com tranqüilidade com o médico sobre a possibilidade de tomar ginseng e gingko biloba ou chá de espinheira-santa para atenuar diferentes males. E talvez saiamos do encontro com uma pomada de unha-de-gato com a mesma sensação de segurança de quando um medicamento alopático é prescrito para as inflamações tópicas. Pois observa-se um olhar mais respeitoso para a fitoterapia.

Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, terá início em agosto a segunda turma de médicos com o propósito de estudar as virtudes das plantas. É uma parceria com a Sociedade Brasileira de Fitomedicina (Sobrafito). A primeira turma aconteceu em 2006 e reuniu 30 especialistas – clínicos gerais, ginecologistas, homeopatas, otorrinolaringologistas, cardiologistas, pediatras, pneumologistas e neurologistas. Todos convencidos de que essa é uma opção de tratamento que precisa ser resgatada e integrada ao que já fazem.

Por que agora? O clínico geral João Bosco, professor adjunto da Faculdade de Medicina de Rio Preto, enumera três motivos: “As pessoas estão mais preocupadas com uma vida saudável e isso inclui a escolha por medicamentos menos agressivos. Os gastos com a produção de remédios sintéticos estão altos. E a indústria farmacêutica percebeu que comunidades como a de índios e caiçaras têm muito contato com a natureza e detêm um grande conhecimento sobre plantas”.

Custa bem menos pesquisar quando há indícios de que a substância pode funcionar. Segundo o homeopata Luiz Sérgio Passos Alves, professor da Faculdade de Medicina de Santos, “as plantas escolhidas aleatoriamente tem 0,013% de chance de se tornar um fitoterápico comercializável, e as selecionadas com base no conhecimento popular aumentam a chance para 4,8%, 380 vezes mais”.

Novo Manual

A mentalidade do médico brasileiro também está mudando, como registra o otorrinolaringologista Marcos Roberto Nogueira, de São Paulo. Ele integrou o primeiro curso de pós-graduação em fitomedicina Unifesp e está envolvido em um projeto que pretende aprontar, até o início de 2008, um manual de prescrição de fotomedicamentos. O livro terá a chancela da sidade e fornecerá informações sobre cerca de 80 plantas – além do princípio ativo, constarão o nome do remédio fitoterápico, a dose recomendada, os prováveis efeitos colaterais e os estudos clínicos comprovando a ação terapêutica. Será a garantia de que os especialistas precisam. Uma pesquisa recente perguntou aos médicos se eles prescreveriam fitomedicamentos e 80% deles responderam que sim desde que tivessem garantias.

Talvez essa seja a maior diferença entre a fitoterapia, como a conhecemos, e a fitomedicina, como os médicos preferem chamar: o conhecimento empírico e o científico. Para substituir um remédio eficaz por um fitoterápico, é preciso a certeza de que esse último funciona.
O lançamento de uma pomada à base de erva-baleeira ilustra a situação. “É um antiinflamatório mais eficaz que seu similar sintético e, em pouco tempo, se tornou um líder de vendas”, informa Nogueira.

Para o consumidor, a questão ganha relevância quanto mais séria é a doença. “Se você tem má digestão, não importa se vai usar uma xícara ou meia de chá de camomila. Agora, se o problema for úlcera e o médico receitar espinheira-santa, precisará ter a segurança sobre uma dose eficaz”, diz Bosco. E compara: “Imagine um antibiótico fitoterápico. A dosagem deve ser obedecida com o mesmo rigor das substâncias alopáticas”.

Diálogo Aberto

O fitomedicamento pode ser mais barato, acessível e apresentar menos efeitos colaterais. Os estudos pretendem ainda afinar outra história: “A pessoa continuará a tomar seu chá, mas de forma mais respaldada”, acredita Nogueira.

A fitoterapia moderna tenta recuperar o diálogo entre paciente e médico, incorporar saberes de cada cultura e disseminar o conhecimento adquirido para outras regiões.

Bosco continua: “Investir na fitoterapia significa ainda ajudar o desenvolvimento da biodiversidade de diversos países – pobres, inclusive. É uma possibilidade de renda poder exportar esse know-how, em vez de importar”. Em síntese, o que os especialistas demonstram é que não existe uma fitoterapia – existem várias. A fitoterapia de autocuidado (a chamada de “atenção primária”, como acontece nos programas de saúde municipais e estaduais) e a fitoterapia de ponta, que pode se tornar um grande produto brasileiro de exportação. É quando todos ganham.

Experiência bem-sucedida

Há cerca de dez anos, o médico Luiz Sérgio Passos Alves, de Santos, foi convidado para ser voluntário no abrigo Vovó Benedita, uma instituição que reúne crianças para a adoção. Num sobrado de 6 x 25 m, vivem 56 crianças e adolescentes pesando entre 1,5 e 70 kg.
“Por falta de espaço, cada berço comporta três bebês na vertical e o resto é quadriliche. Imagine como uma doença se dissemina nesse meio”, diz. Homeopatas, ele e a mulher ficaram incumbidos de reduzir o número de internações, o uso indiscriminado de antibióticos e o custo com medicamento. “Achamos que só a homeopatia não daria conta e começamos a estudar fito”, diz. “Com a ajuda de Deus, da homeopatia, muita fitoterapia (xaropes à base de guaco, chá de cebola para o ouvido, chá-mate ou verde para reverter a diarréia) e uma enorme consciência solidária, o abrigo se tornou uma referência em saúde pelos baixos índices de internação (duas ao ano) e pelo uso coerente de medicamentos.”

No momento, os médicos concluem uma parceria com a Universidade Santa Cecília, que produzirá gratuitamente os medicamentos utilizados no abrigo – pomada de calêndula para ferimentos, de camomila para assaduras e outros.

Fonte: [ Bons Fluidos ]

Cerveja de cannabis chega a Portugal

Enviado em Notícias, Cannabis de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 10:11

Nacional

25/05/2007 09:05:9

Nasceu em 1996, na Alemanha, quando o país autorizou o cultivo de cânhamo e já está à venda na Alemanha, Itália, Espanha, França, Áustria, Holanda, Reino Unido, Suiça, Bélgica, Polónia, Bulgária, Japão e Sérvia e Montenegro. Agora, mais de 10 anos depois de ter dado os primeiros passos, a Cannabia chega a Portugal.

Esta cerveja tem 4,8 graus de teor alcoólico e um «aroma nunca antes provado no nosso país». É feita à base de água, malte de cevada, açúcar, lúpulo e, claro, cânhamo.

A Cannabia chega a Portugal pela mão do engenheiro agrónomo João Carvalho, que foi o primeiro português a aderir à ideia desta cerveja biológica e que tem agora um contrato de exclusividade com a marca.

«O cânhamo é um aroma que não está explorado em Portugal. É um produto que não tem concorrência», explica João Carvalho ao PortugalDiário.

A Cannabia fez a sua estreia nacional na feira Terra Sã, organizada pela Agrobio (Associação Portuguesa de Agricultura Biológica), em Odivelas, no fim-de-semana de 19 e 20 de Março. Quem passou por lá teve oportunidade de provar a cerveja com sabor a cânhamo.

Na manhã do próximo sábado, dia 26 de Maio, vai estar no Parque da Cidade, no Porto, para todos os curiosos que queiram experimentar.
«Até agora, só tive boas reacções à Cannabia. Todos os que provaram, gostaram muito. Adoraram mesmo. E os poucos que não quiseram provar não foi por ser de cânhamo, mas por ser cerveja e com álcool», conta o engenheiro agrónomo ao PortugalDiário. Para já, João Carvalho vai apresentar a cerveja de cânhamo às lojas de produtos biológicos e grandes superfícies que possuam secção de produtos biológicos. No horizonte estão bares, restaurantes e «as casas de todos os portugueses». A Cannabia vai estar à disposição dos portugueses por um preço de venda de dois euros. «Um preço bastante acessível, na média do das cervejas importadas, sendo que esta é diferente de todas as que já chegaram até agora a Portugal», diz João Carvalho.

Fonte: [ Diário dos Açores ]

Veja as árvores mais eficientes contra a poluição

Enviado em Notícias, Árvores de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 10:06

O caminho mais comum para neutralizar emissões de gases que provocam o aquecimento global são as árvores. Mas não basta plantá-las, é preciso saber quais espécies absorvem mais carbono (CO2) e preservá-las, já que as árvores crescem lentamente. É preciso cuidar delas, para que cresçam saudáveis e possam retirar bastante CO2 da atmosfera.

Plantar árvores requer um planejamento, é necessário que as pessoas invistam em conhecimento sobre elas. É preciso saber como é a raiz, como vai crescer, se está debaixo de um fio, se está próximo a manancial de água, se pode estourar uma calçada ou levantar uma casa. Porque não adianta nada plantar hoje e em dez anos ter de cortá-la, explica Marcos Buckeridge, botânico do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo.

Um estudo desenvolvido pelo instituto aponta que as cinco espécies que mais absorvem CO2 são: feijão-do-mato (expectativa de vida: 5 a 10 anos), guapuruvu (25 a 30 anos), pau-jacaré (25 a 30 anos), jacarandá-da-bahia (50 a 100 anos) e jatobá (acima de 100 anos).

Apesar de as plantas que crescem mais rápido capturarem mais CO2, elas duram menos tempo. Quando as de menor expectativa de vida tiverem com 20 anos, o jatobá é um jovenzinho. Então a solução é que se faça um jardim com a quaresmeira e o jatobá juntos, pois assim o ciclo de absorção é mantido, afirma o biólogo.

Quem não pretende plantar uma árvore no quintal de casa ou na calçada pode fazer sua parte cuidando das já existentes. Segundo Buckeridge, árvore bem cuidade seqüestra muito mais carbono. Adubar, podar corretamente, aguar. Cuidando da árvore, ela também gera uma madeira melhor.

Outra opção é contribuir com organizações não-governamentais que cuidam do plantio de espécies nativas diversas e tomam todos os cuidados necessários. Por exemplo, a SOS Mata Atlântica e a Iniciativa Verde desenvolvem programas de reflorestamento.

Em São Paulo, quem vive na Zona Leste ou no centro velho tem de plantar árvores, já quem reside na Zona Oeste tem de cuidar, já que é uma área bastante arborizada, diz o biólogo. Quanto mais árvores, menor é a temperatura local. Uma área coberta por árvores diminui a incidência de luz do sol de 95% a 97%. Na capital paulista, pode haver uma diferença de 7ºC no mesmo horário do dia, por influência da vegetação.

Seja qual for a opção para neutralizar suas emissões, Buckeridge alerta para não consumir em estabelecimentos que não tenham uma árvore plantada na calçada. É um ato simples, mas que em alguns anos fará uma boa diferença.

Fonte: [ IParaíba ]

Começa o IV Festival das Flores em Cuiabá

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 10:02

Da Redação

Várzea Grande - A Praça da República, no centro da capital mato-grossense, amanheceu florida nesta quinta-feira. Cores e aromas de mais 200 espécies de flores e plantas podem ser conferidos no IV Festival das Flores, que segue até o dia 10 de junho, das 9h às 21h.

Realizado pela Casa da União Santa Luzia, o evento tem como objetivo arrecadar fundos em prol de projetos sociais da instituição. Para isso, as flores e plantas - que vão desde mini-roseiras, plantas carnívoras à folhagens - serão comercializadas com valores a baixo do custo. Os preços variam de R$1,00 a R$ 130, cerca de 60% mais baratas que o valor de mercado.

Na edição passada, mais de 120 mil pessoas visitaram a feira. A expectativa dos organizadores para este ano é de que o número de visitantes chegue a 150 mil. “Nossas ações têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas em Cuiabá e Várzea Grande”, ressalta o presidente da Casa da União em Mato Grosso, Júlio César Sales, acrescentando que a meta é concentrar esforços em projetos para a terceira idade e para os jovens.

Durante a abertura do evento, o Secretario de Meio Ambiente de Cuiabá, Éder Capistrano, informou que a intenção é incluir o Festival no calendário Oficial de Eventos da capital. “Pela sua importância, a proposta é de que seja realizado na primeira semana de junho, quando também comemoramos a Semana do Meio Ambiente”, ressaltou.

O Festival tem apoio do Governo do Estado, Assembléia Legislativa e Prefeitura de Cuiabá, e conta com o patrocínio da Cemat, Unirondon, Supermercados Modelo, Andorinha, União Transporte e Pantanal Energia, entre outros.

A instituição - A Casa da União Santa Luzia foi fundada em 1993. É uma entidade beneficente e sem fins lucrativos, e reconhecida como de Utilidade Pública do Estado. Seu objetivo é desenvolver ações assistenciais como prestar atendimento jurídico e cultural à comunidade; promover campanhas educacionais de natureza preventiva na área de saúde pública; e colaborar com os poderes públicos na prestação de atendimento médico-odontológico às pessoas carentes, prioritariamente a criança e idoso, entre outros.

A entidade conta com duas unidades em Mato Grosso. Em Cuiabá, na Av. Camboriú Quadra 31 Lotes 01 e 02 - Parque Geórgia - Fone: (65) 3661-5810, e em Várzea Grande, na Rua F Quadra 13 Lote 13 - Parque Boa Vista - Fone: (65) 3686-6402 . Para conhecer melhor a entidade basta acessar o site www.casadauniao.org.br.

Fonte: [ Jornal Documento ]

Governo quer 100% de biodiesel para frota de sojicultores

Enviado em Notícias, Biocombustíveis de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 10:00

O Ministério de Minas e Energia estuda incluir no Plano Decenal de Energia que deverá ser divulgado em junho, a possibilidade de uso de 100% de biodiesel (B 100) na frota dos produtores de soja, informou hoje o superintendente de Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Gelson Baptista Serva, em apresentação para executivos do setor na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo ele, projeção realizada pela EPE indica que se todos os produtores de soja substituíssem o diesel fóssil pelo óleo vegetal, seriam necessários 6 bilhões de litros anuais. “É claro que não estamos falando de 100% de caminhões usando esse componente, mas sim uma alternativa para a redução do uso de óleo diesel fóssil, que hoje é importado pelo país”, disse.

Atualmente, apenas a bistura B2, ou seja, 2% de óleo vegetal na fórmula de óleo diesel, é autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a previsão é de elevar esta mistura até 5% a partir de 2013. Apesar disso, a mistura B 100 já vem sendo usada clandestinamente por produtores de soja da região Centro-Oeste. “Apesar do preço do óleo de soja estar alto, acaba compensando para o produtor o seu uso nos caminhões e máquinas agrícolas, porque o combustível acaba saindo sem impostos e muito mais em conta do que o óleo diesel”, afirmou.

Diesel fóssil

Outra possibilidade estudada pelo governo, disse Serva, é de substituição do diesel fóssil por biodiesel nas usinas termelétricas existentes nos sistemas isolados da região Norte. A idéia, explicou, seria incentivar o cultivo da palma, que é propícia para a região amazônica, utilizando apenas as áreas já desmatadas.

Estimativa feita pela EPE aponta que seriam necessários 1 bilhão de litros de biodiesel para abastecer as térmicas do sistema isolado e o custo do combustível sairia por R$ 2,05 o litro, ante o diesel comprado hoje para abastecer as usinas, que é de R$ 2,08. “É claro que esse diesel é compensado pelo pagamento da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) na conta do consumidor nacional. Esse tipo de subsídio teria que ser reestudado”, disse.

Segundo ele, apesar de haver críticas à utilização da área desmatada na Amazônia para essa finalidade, o número de hectares seria mínimo. Segundo cálculos da EPE hoje existem 50 milhões de hectares desmatados possíveis de serem ocupados pelo cultivo, mas para abastecer todo o sistema isolado de geração de energia elétrica da região Norte seriam necessários apenas 200 mil hectares.

“Apenas para se ter uma idéia, mesmo que utilizássemos B100 em toda a frota nacional, poderíamos ocupar com a palma, que tem produtividade acima das outras oleaginosas, um total de 7,35 milhões de hectares dessa floresta”, considerou. (Agencia Estado)

Fonte: [ A Tarde Online ]

Uso de transgênicos em produtos tem que ser avisado aos consumidores

Enviado em Notícias, Transgênicos de Anderson Porto | 1 de Junho de 2007 @ 09:57
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Os estabelecimentos que industrializam e comercializam insumos agrícolas geneticamente modificados têm, a partir desta quarta-feira (30/5), a obrigação de informar o uso de transgênicos aos consumidores. É o que determina a Lei 5.033/07, sancionada pelo governador Sérgio Cabral, e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo.

O texto baseia-se no projeto de lei 941/03, de autoria do deputado Édino Fonseca (Prona), que determina três tipos diferentes de avisos:

  • nos produtos (atenção – produto geneticamente modificado – transgênico);
  • bares e restaurantes (atenção – este estabelecimento utiliza insumos agrícolas geneticamente modificados – transgênicos – na elaboração de itens que fornece ou comercializa);
  • indústrias (atenção – este produto contém componentes geneticamente modificados, classificados como transgênicos).

“Os produtos transgênicos têm sido motivo de muitas polêmicas. Esta proposta refere-se, portanto, especificamente ao direito de informação”, afirmou o parlamentar.

O descumprimento da lei acarretará aos estabelecimentos multas que irão variar de 1.000 Ufirs, na primeira ocorrência, a 3.000 Ufirs, em caso de reincidência. A lei já está em vigor, mas os locais que comercializem ou industrializem produtos geneticamente modificados terão um prazo de 60 dias para se adequarem aos dispositivos do documento. “Em alguns países da Europa já existem feiras de alimentos que destinam local específico para produtos que não são geneticamente modificáveis, pois o maior número de produtos é geneticamente modificável”, comentou Fonseca.

Departamento de Comunicação Social da Alerj
Fernanda Pedrosa (diretora)
(21) 2588-1404 / 2588-1627
(21) 9981-5119

Fonte: [ Jornal do Meio Ambiente ]