Donativos podem ser trocados por mudas de plantas no Horto

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:39

Da Redação

Alimentos não-perecíveis e outros donativos como roupas e sapatos podem ser trocados por mudas de plantas no Horto Municipal Dorval de Magalhães. As doações serão encaminhadas para a equipe da Operação Inverno 2007 que repassarão os donativos para as famílias que vierema focar desabrigadas pelas chuvas.

As pessoas que quiserem contribuir podem ir ao Horto de 7h30 às 17h, sem intervalo para o almoço, de segunda a sexta-feira. Podem ser trocados kits de limpeza, de higiene pessoal, roupas, sapatos e brinquedos.

Palmeira Imperial, Palmeira Leque, Ipê Roxo, Cúfia, Cróton (cerca viva), Pingo de Ouro e Lantana são algumas plantas que são encontradas no Horto. Desde janeiro foram doadas à população 6.362 mudas e pela campanha Adote Um Buriti 1.261 pés da planta.

Com a instalação do novo viveiro, que está sendo usado desde o início do ano, o Horto tem o potencial produzir até 282 mil mudas por mês. Atualmente ele produz 150 mil plantas mensalmente. Desde janeiro, 2.277 mudas foram plantadas nos canteiros e vias de Boa Vista. Em 2006, a produção do Horto Municipal chegou as 345.456 mil unidades.

Fonte: Jornal Folha de Boa Vista

Cientistas desvendam mecanismo da floração das plantas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:38

Uma equipa internacional de investigadores descobriu que o momento da floração das plantas é determinado por um sinal de uma proteína que vai das folhas até à ponta dos rebentos, indica um estudo hoje publicado. A investigação, de cientistas do Imperial College de Londres e do Instituto Max Planck de Colónia, descreve o mecanismo da floração da Arabidopsis (planta da família das couves, a primeira com flor cujo genoma foi totalmente sequenciado), em resposta a variações na duração do dia.

Estudos anteriores já tinham mostrado que as folhas das plantas eram sensíveis a alterações sazonais da duração do dia e que estas desencadeavam o envio de um sinal pelo sistema vascular da planta, das folhas até à ponta dos rebentos, induzindo a floração. Porém, a identidade desse sinal de longa distância permaneceu misteriosa.

Os autores do novo estudo, publicado na Science Express, sugerem que esse sinal seja uma proteína (proteína FT) produzida nas folhas pelo gene FT e que percorre o sistema vascular da planta até à ponta dos rebentos, onde activa outros genes que induzem a floração. A equipa de investigadores conseguiu seguir a progressão da proteína na planta através de sistemas microscópicos muito sensíveis, depois de a ter marcado com uma proteína fluorescente verde. Para Colin Turnbull, da Divisão de Biologia do Imperial College, a descoberta poderá significar “um avanço muito importante para a ciência das plantas”.

Papel do gene FT

Desde 1930, quando ficou claro pela primeira vez que alguma coisa comunicava das folhas aos rebentos a percepção de alterações da duração do dia e causava a floração, que os cientistas têm procurado desvendar este mecanismo. “Nos últimos dois anos, vários laboratórios fizeram descobertas excitantes que apontavam, todas elas, para o papel central do gene FT no controlo do momento da floração” - afirmou o cientista britânico.

“Agora que conseguimos seguir a proteína FT no seu percurso entre as folhas e a ponta dos gomos, temos uma explicação plausível para a resposta das plantas à duração dos dias”, concluiu. Trabalhos paralelos feitos no Japão mostraram mecanismos muito semelhantes a funcionar na planta do arroz, o que poderá traduzir-se em benefícios para a produção agro-alimentar.

A capacidade de controlar a floração tem um enorme potencial comercial tanto para as espécies alimentares como para as não alimentares, por exemplo através do alargamento das épocas de produção ou do desenho de plantas mais adaptadas às alterações climáticas. Um estudo sueco que incidia também no mecanismo molecular de controlo do momento da floração das plantas, publicado pela revista Science em 2005, acaba de ser anulado pelos seus autores, por se basear em dados manipulados, segundo a última edição da revista.

Fonte: Ciência Hoje PT

Jardins internos

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:37

Nancy Ferruzzi Thame

A prática cada vez mais comum de transformar espaços internos em jardins decorre da procura frenética de soluções para problemas de privacidade, da busca de estética visual ou de simples desejo de poder ter um jardim dentro de casa.

A escolha correta de plantas transforma lugares, muitas vezes sem perspectivas, em jardins convidativos, aconchegantes e charmosos ou mesmo em bonitas composições com vasos, desde que se trabalhe com sensibilidade a geometria da área, levando em conta o tamanho e formato das espécies e elementos decorativos.

Um espaço vazio, não utilizado embaixo da escada, pode se transformar em lugar exuberante. A natureza vai para dentro de casa e propicia ao ambiente uma atmosfera suave.

Os cuidados com espaços internos destinados a jardins merecem atenção redobrada. A impermeabilização e drenagem precisam ser muito bem feitas, para impedir umidade nas paredes. A escolha do substrato deve ser rigorosa e não deve exalar cheiros. A luminosidade também limita a seleção das plantas, pois o fato do jardim ser interno, não significa que podemos criá-lo sem luz. A aeração também é necessária, pois com baixa aeração aumenta a incidência de pragas e doenças.

Se o objetivo do jardim for impedir a visão de olhares curiosos para dentro de casa, devemos utilizar plantas como a pleomele e areca trianda, caso haja espaço suficiente. Se o objetivo for preencher espaços embaixo de escadas, as plantas devem ser menores. Nos corredores, devemos utilizar plantas mais esguias e verticalizadas e, para preenchimento do segundo plano visual, outras mais baixas.

O uso de pedras e pedriscos fazem um grande diferencial, principalmente se levarmos em conta a grande variedade de cores e tamanhos disponíveis no mercado. Forrando o chão ou como foco decorativo, as pedras são de utilização prática e valorizam os jardins internos.

No entanto, não só plantas e pedras preenchem os jardins. Os elementos decorativos personalizam cada projeto. Além das fontes, bastante procuradas, peças artesanais, esculturas e um grande número de novidades surgem a cada momento, dando-nos a oportunidade de inovar.

O projeto paisagístico deve refletir o gosto do cliente, mas o profissional irá orientá-lo para que se obtenha o resultado pretendido. O sucesso depende de agregar conhecimento técnico especializado em cada fase do processo, desde a elaboração conceitual do projeto, escolha das melhores espécies vegetais, preparo da terra, manuseio correto das mudas, localização criteriosa e informações sobre os cuidados na manutenção.

A maioria das casas têm pelo menos um vaso de plantas, mas podemos ir além. Os jardins têm o poder de mudar a atmosfera local, tornando os ambientes agradáveis e acolhedores. Basta soltar a imaginação e planejar as mudanças, com acompanhamento de um bom profissional.

Nancy Ferruzzi Thame é engenheira agrônoma, formada pela ESALQ - USP em 1982 e proprietária da empresa Estado de Sítio

Fonte: Gazeta de Piracicaba

Equipe da Unip desvenda os segredos das plantas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:35

Dr. Drauzio Varella não permite que a sensatez seja perturbada por fantasias românticas. A permanente companhia da tragédia, imposta pela atividade profissional, e o demorado convívio com o cotidiano da maior penitenciária da América Latina podem ter até retocado o modo de sorrir que Drauzio Varella tinha. Mas não lhe revogaram o humor, não suspenderam a linha de produção de finas ironias, não o tornaram refém de lembranças amargas. Compreensivelmente, anda inquieto com as coisas do Brasil. Mas é um homem de bem com a vida.

Parecia especialmente feliz no fim do verão, a bordo do barco transformado em estandarte flutuante da Escola da Natureza. Criada em 1989 como parte do campus avançado da Unip na Amazônia, essa faculdade da selva sobe e desce o Rio Negro. Drauzio lastima a impossibilidade de viajar com muito mais freqüência pela imensa estrada fluvial, que lhe inunda a imaginação desde a primeira visita à região. “Conheci a Amazônia há pouco tempo”, conta. Hoje, parece ter nascido lá.

“Se, antes de morrer, me fosse concedido o privilégio da derradeira viagem, voltaria mais uma vez”, escreveu na apresentação do livro Florestas do Rio Negro. “Viajaria de Manaus, rio acima, até São Gabriel da Cachoeira e, se possível, mais longe, na direção da Colômbia. Quinze dias vendo o mundo refletir-se no espelho das águas escuras do rio, o recorte das margens verdes no horizonte, os papagaios no alvorecer e as circunvoluções arrojadas das andorinhas todo final de tarde.”

Naquele crepúsculo de março, acomodado numa lancha voadeira que ondulava nas cercanias das Ilhas Anavilhanas, maior arquipélago fluvial do planeta, o médico oncologista promovido a celebridade por aparições na TV manteve-se sereno mesmo ao comentar questões que costumam elevar um tom de voz nunca estridente. Homeopatia, por exemplo. Em recente entrevista, negou-se a tratar do tema. “Não falo sobre religião”, impacientou-se.

Foi mais didático na superfície do Rio Negro. “A substância supostamente terapêutica chega ao paciente em quantidades tão diminutas que produzem o mesmo efeito de um placebo”, avisa. Apaixonado pelas singularidades da selva, estudioso dos usos e costumes nativos, nem por isso permite que a sensatez seja perturbada por fantasias enganosamente românticas.

“Uma delas é a que celebra o poder de cura de plantas consideradas quase milagrosas por algumas tribos”, ensina. “Em primeiro lugar, os índios não conhecem tantas plantas com efeitos terapêuticos”, registra Drauzio. “Além disso, são menos eficazes do que imaginam. Se não fossem socorridas pela medicina halopática, várias etnias teriam desaparecido há muito tempo.”

Mas a floresta também tem remédios, ressalva. Foi sobretudo por isso que começou a circular por lá na virada do século. Em menos de dez anos, a equipe comandada por Drauzio agrupou no laboratório em São Paulo 100 extratos com atividade antitumoral. Não é pouca coisa. Mas, como se verá nas reportagens seguintes, é só o começo para esses caçadores dos segredos da selva.

Primeira de uma série de três reportagens sobre o trabalho da Escola da Natureza da Unip

O homem que sempre pensa primeiro

João Carlos Di Genio tem vaga assegurada em qualquer lista dos 10 gatilhos mais rápidos do Brasil. Gatilhos mentais, ressalvam a fisionomia plácida, o sorriso manso, os modos gentis. Nunca lhe falta uma boa idéia na agulha. E sempre saca primeiro.

Estudante de medicina na Universidade de São Paulo, Di Genio inventou o curso intensivo especializado na preparação de candidatos ao vestibular, depois o colégio que anteciparia a largada para o sucesso e, enfim, a universidade que transformaria bons alunos em profissionais prontos para a luta pelo primeiro emprego.

Copiar as fórmulas concebidas por um visionário incontrolável é perda de tempo e dinheiro: o criador não pára de recriar. Concorrentes assimilam o estilo esfuziante dos professores do Objetivo? As instituições comandadas por Di Genio incorporam requintes eletrônicos de impressionar favoritos a um Oscar de efeitos especiais.

Universidades criam cursos? A Unip inventa em Angra dos Reis a Escola do Mar e, em Manaus, a Escola da Natureza. Desde 1989, um barco ensina nas águas do Rio Negro que é na selva que se aprende a compreender a selva. E amá-la.

Brasil quer ajuda para manejo sustentável

A conservação da floresta amazônica pode tornar-se uma tarefa de várias nações daqui a alguns anos. Uma das propostas que o Brasil apresentará na 7 Sessão do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (UNFF) é que os países desenvolvidos contribuam financeiramente para que o Brasil possa implementar programas de manejo sustentável na Amazônia.

O evento das Nações Unidas sobre florestas começou no último sábado em Nova York e se estende até o próximo dia 29. A participação do Brasil está prevista para a próxima semana. O diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo, representa o País nos debates. “Proteger as florestas custa muito caro e nós acreditamos que é muito importante protegê-las, mas também tem que ser criado algum mecanismo que faça com que o mundo ajude a pagar a conta de manter a floresta em pé.” Segundo ele, ao preservar a floresta o Brasil prestará um serviço ao mundo inteiro.

O Brasil, diz Azevedo, reduziu o ritmo de desmatamento em 50% nos últimos dois anos e isso de forma voluntária, já que não existe no País nenhuma meta a cumprir. “Nós acreditamos que isso é superimportante, mas também tem que haver incentivos, ou seja, é preciso recursos que venham do mundo para pagar pelo serviço prestado pelo Brasil”. A proposta de parceria para conservação de florestas será novamente apresentada na reunião do G-8, em junho próximo.

[Gazeta Mercantil]

disponível online em: universia brasil

Exportação de flores e plantas tem expansão de 25%

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:32

Em janeiro e fevereiro de 2007, o Brasil somou US$ 5,5 milhões com a exportação de flores e plantas ornamentais. Esse número representa um crescimento de 24,95% em relação aos resultados do primeiro bimestre do ano passado. Os dados são do levantamento feito pelo engenheiro agrônomo Antônio Hélio Junqueira e a economista Márcia Peetz, diretores da Hórtica Consultoria e Treinamento, de São Paulo.

“O bom desempenho das exportações nesse período se deve principalmente à demanda dos Estados Unidos e da Europa por flores para a comemoração do Valentine´s Day, semelhante ao nosso Dia dos Namorados”, explica Antônio Hélio. Além disso, os Estados Unidos sofreram fortes nevascas desde o início deste ano, o que prejudicou a produção de flores naquele país. “Para o Brasil, esse cenário foi positivo, pois normalmente nesse período temos baixa demanda do mercado interno devido às férias de verão e ao carnaval”, afirma.

Na análise feita por segmentos exportados, o de ‘Mudas e Plantas’ continua sendo o que mais se destaca. No primeiro bimestre, o grupo respondeu por 61,01% do total de vendas para o exterior, somando US$ 3,34 milhões. Os principais países de destino foram Holanda (32,69%), EUA (30,44%) e Itália (25,14%), além de outros 11 países. O principal estado brasileiro exportador nesse segmento foi São Paulo (72,69%), seguido do Rio Grande do Sul (25,97%) e Minas Gerais (1,34%).

‘Flores e Botões Frescos para Buquês e Ornamentações’, segmento no qual o Sebrae tem participado ativamente na capacitação técnica e gerencial de pequenos produtores, é o segundo grupo na pauta de exportações brasileira. No período, as exportações desse segmento somaram US$ 1,17 milhão, representando 21,33% das exportações do setor de flores e plantas ornamentais.

Neste ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) está disponibilizando no sistema Alice-Web, da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), dados individualizados do segmento ‘Flores e Botões Frescos para Buquês e Ornamentações’. As exportações de rosas, por exemplo, foram as mais expressivas do grupo, atingindo US$ 94,28 mil. As rosas brasileiras seguiram principalmente para Holanda (54,89%), Portugal (43,38%) e Chile (1,73%). O Estado do Ceará foi o que mais exportou rosas (88,2%), seguido por São Paulo (11,8%).

Em terceiro lugar, no ranking das exportações, ficou o segmento ‘Bulbos, Tubérculos, Rizomas e Similares’. O grupo atingiu US$ 670,91 mil, respondendo por 12,27% do resultado das exportações setoriais brasileiras no primeiro bimestre do ano. “Este melhor desempenho setorial deveu-se principalmente a uma notável recuperação do mercado holandês, o importador mais tradicional e importante dos bulbos floríferos brasileiros”, explica Antônio Hélio. Com esse número, o segmento cresceu 132,24% frente ao primeiro bimestre de 2006.

Holanda (89,26%), México (5,31%), Chile (2,16%), EUA (2,05%) e Reino Unido (1,21%) foram os principais importadores desse segmento. São Paulo, Ceará e Espírito Santo, que aparece pela primeira vez, foram os principais estados exportadores.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

disponível online em: export news

Plantas aromáticas em Portugal – Caracterização e utilizações

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:31


Apresentação de mais uma publicação da Fundação Calouste Gulbenkian. O livro ilustrado reúne monografias para 83 plantas aromáticas clássicas e famílias de outras aromáticas existentes no País.

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A. Proença da Cunha, José Alves Ribeiro e Odete Lurdes Roque (23-04-2007)

O livro “Plantas aromáticas em Portugal – Caracterização e utilizações” dá a conhecer, sob a forma de monografias, 83 plantas aromáticas clássicas, focando os aspectos sobre origem, habitats e distribuição geográfica, descrição botânica sumária, partes utilizadas da planta, respectivos constituintes, composição do seu óleo essencial, acções farmacológicas e utilização. São ainda indicadas, em cada monografia, as principais espécies aromáticas afins e as suas características. Na descrição da utilização são dadas indicações que abrangem, essencialmente, aspectos de fitoterapia, aromaterapia, cosmética, perfumaria, actividade antioxidante e condimentar.

A par das plantas aromáticas clássicas, indicam-se por famílias botânicas outras plantas aromáticas existentes no País, muitas vezes ainda não estudadas ou com estudos, geralmente não recentes quanto à sua composição, indicando-se os nomes vernáculos e suas principais localizações, com o que se procura alertar, os estudiosos deste campo, para possíveis trabalhos que conduzam a um melhor conhecimento da nossa flora aromática.

Procurou-se assim completar e actualizar duas obras elaboradas respectivamente pelo Prof. Ruy Telles Palhinha (Plantas Aromáticas de Portugal, Brotéria, vol. XV, pag. 97-113, 1946) e pelo Prof. Aloísio Fernandes Costa (Elementos da Flora Aromática, Ed. Junta de Investigações Científicas do Ultramar, 1975).

Compreende a obra ainda capítulos sobre:

  • O emprego das plantas aromáticas desde as antigas Civilizações até ao presente.
  • Plantas aromáticas e produtos aromáticos obtidos destas - suas principais utilizações.
  • Principais constituintes dos óleos essenciais e seu contributo para a actividade das plantas aromáticas.
  • Glossário de termos médicos.
  • Léxico botânico.
  • Bibliografia.
  • Índice remissivo relativo a famílias, táxones e nomes vulgares das plantas.

Os conhecimentos do Prof. A. Proença da Cunha e os da Investigadora Principal Odete Rodrigues Roque da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra sobre composição, aspectos farmacológicos e utilização das plantas aromáticas, aliados à experiência que o Prof. José Alves Ribeiro da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro tem sobre os aspectos botânicos e etnobotânicos, facilitou a elaboração desta obra, que irá não só interessar aos estudantes das Ciências Agronómicas, das Ciências da Saúde, de Biologia e das Ciências da Terra, como também aos profissionais destas áreas.

As fotografias que ilustram as monografias são originais, obtidas, na sua maioria, pelos Autores da obra, tendo as restantes a indicação dos respectivos Autores, a quem desde já agradecemos.

PLANTAS AROMÁTICAS EM PORTUGAL – CARACTERIZAÇÃO E UTILIZAÇÕES
A. Proença da Cunha, José Alves Ribeiro e Odete Lurdes Roque
Livro didáctico com fotografias, caracterização e utilização das plantas aromáticas em Portugal.
Editado pela FUNDAÇÃO CALOUSTE GULBENKIAN em 2007 com 328 páginas.
Sector de vendas Telf: 21 782 3233
e-mail: montra@gulbenkian.pt

Fonte: NaturLink

Alunos de biologia distribuem mudas de plantas na Unesp

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Maio de 2007 @ 15:28

Alunos do curso de biologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Preto distribuíram ontem cerca de 100 mudas de plantas na instituição. As mudas são cultivadas por estudantes integrantes do projeto de extensão do Departamento de Zoologia e Botânica. As plantas, entre elas ipê amarelo e branco, peroba e pitanga, são produzidas no campus. A professora Neusa Taroda Ranga, coordenadora do projeto, diz que os universitários foram orientados a ensinar as pessoas a como plantar e cultivar a muda.

De acordo com ela, as espécies são produzidas para atender a própria universidade e contribuir com a arborização do bairro, o Jardim Nazareth. A entrega das mudas foi realizada minutos antes da inauguração do livro que conta a história dos 50 anos da Unesp, comemorado em 10 de abril. A data foi celebrada com uma missa de ação de graças, seguida por uma exposição de fatos e fotos que marcam os 50 anos da instituição. Os eventos em comemoração ao aniversário terminam em 11 de maio.

[Diário da Região]

Fonte: Universia