População de Curitiba é estimulada a cultivar plantas nativas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Abril de 2007 @ 09:19

Lenise Klenk - 27/03/2007

Uma estufa no Jardim Botânico de Curitiba está testando o cultivo de plantas nativas ornamentais que geralmente são encontradas nos mercados e nas floriculturas. As que se desenvolvem da maneira esperada são levadas para um jardim aberto para visitação, ao lado do Espaço Frans Krajcberg.

Segundo a agrônoma Erica Costa Mielke, o projeto tem a intenção de estimular a população a reconhecer e usar plantas nativas em casa.

A estufa e o jardim de plantas nativas fazem parte de um programa mais amplo, chamado de Biocidade, apresentado nesta terça-feira a participantes da reunião preparatória para a 9.ª Conferência da ONU sobre Biodiversidade (COP 9). O encontro, que vai até esta quarta-feira em Curitiba, reúne representantes de 30 municípios de pelo menos dez países. O Biocidade é uma das iniciativas apresentadas como proposta para prefeituras de todo o mundo.

Além do projeto de plantas nativas, o programa Biocidade reúne iniciativas como a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (as RPPNs) e a parceria com o projeto Condomínio da Biodiversidade – uma proposta de estímulo a atitudes capazes de reverter a degradação ambiental nas áreas remanescentes de vegetação nativa da Região Metropolitana de Curitiba.

Para o diretor executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS), Clóvis Borges, as três propostas são medidas complementares.

As propostas apresentadas pela prefeitura de Curitiba devem ser incluídas numa carta que será elaborada pelas autoridades municipais que participam da reunião preparatória para a COP 9.

Fonte: CBN Curitiba

Curso de Sensibilização em Plantas Medicinais começa dia 04 de abril

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 2 de Abril de 2007 @ 09:16

Várzea Grande, 31/03/2007 - 10:00.

Da Redação

O 5º Curso de Sensibilização em Plantas Medicinais, promovido pelo programa FITOVIVA, será aberto as 8 horas do próximo dia 04 de abril, na Escola de Saúde Pública. Izanete Geraldini Costa Bieski, supervisora do programa em Cuiabá, informa que o curso objetiva formar multiplicadores, difundir a cultura e a importância dessa prática na saúde pública.

Cem pessoas participarão do curso, com carga de 80 horas (10 semanas), e outras duzentas já estão relacionadas para os próximos cursos a serem oferecidos pelo FITOVIVA, tamanho o interessa sobre o tema.

O Programa de Fitoterapia e Plantas Medicinais do SUS/Cuiabá, FITOVIVA, foi criado em 27 de julho de 2004 com o objetivo de recuperar o conhecimento das comunidades tradicionais a cerca da flora regional, para redimensionar a relação homem e natureza. “O povo brasileiro possui uma ampla tradição do uso de plantas medicinais, vinculada ao conhecimento popular que foi passado através de gerações. Com o Fitoviva queremos validar cientificamente esse conhecimento”, explica a supervisora.

O Ministério da Saúde já realizou importantes ações no sentido de desenvolver Políticas na área de Plantas Medicinais e Fitoterápicos como a criação de grupo de trabalho interministerial, por decreto presidencial com o objetivo de elaborar a Proposta de Política de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.

Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde, em 2004, verificou-se que as ações e programas de fitoterapia estão presentes em 116 municípios brasileiros. A proposta é garantir o acesso das plantas medicinais aos usuários do Sistema Único de Saúde.

Em Cuiabá, o programa FITOVIVA promove a ação educativa quanto ao uso tradicional de plantas medicinais e utilizar essas plantas como uma alternativa segura e eficaz no alívio de sintomas de doenças.

Hoje, o FITOVIVA já está funcionando no Programa de Saúde da Família, no bairro Ribeirão da Ponte, onde existe uma horta de plantas medicinais. “A nossa meta é implantar o programa em todos os PSFs e Residências Terapêuticas com espaço adequado”, explicou Izanete. De acordo com a coordenadora, o custo de produção de fitoterápicos é 90% mais barato e pode ser usado como alternativa de tratamento.

Fonte: Jornal O Documento