Mosca-branca é tema de palestra na Embrapa

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:41

Nas últimas semanas, as lavouras de soja de Dourados e região têm enfrentado um ataque generalizado da mosca-branca, um inseto polífago que pode reduzir, drasticamente, a produtividade da cultura. Desta forma, na próxima terça-feira, dia 13, a partir das 19h30, a Embrapa Agropecuária Oeste, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realiza a palestra “Manejo da mosca-branca na cultura da soja”, com o pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, Massaru Yokoyama.

De acordo com o entomologista da Embrapa Agropecuária Oeste e moderador da palestra, Crébio José Ávila, “ainda não há recomendações e medidas efetivas para o controle desta praga, e conseqüentemente, os produtores estão enfrentando dificuldades para convivência com o inseto”. O pesquisador comenta que foi devido a esses ataques recentes que surgiu a necessidade de levar mais informação aos produtores e assistência técnica. “Queremos discutir o problema e buscar soluções”, afirma.

A mosca-branca é um inseto com resistência a inseticidas, adaptação em diversas regiões e climas diferenciados e ataca grande número de plantas, destacando-se: soja, algodão, feijão, amendoim, tomate, abóbora, mandioca, melancia, batata e várias espécies de plantas ornamentais.

Durante a sucção de nutrientes e água das plantas o inseto provoca desenvolvimento desuniforme e queda na produtividade. Além disso, ele secreta substâncias sobre as folhas que favorecem o crescimento de fungos (fumagina), reduzindo a taxa fotossintética. No caso da soja, a fase mais afetada é a de enchimento dos grãos.

A mosca-branca encontra-se distribuída por todas as regiões agrícolas do mundo, tendo como condições favoráveis o clima quente e baixa umidade. No Brasil, o inseto é visto em todos os estados causando danos em diversas culturas da ordem de 30% a 100%,.

Palestrante – Massaru Yokoyama é engenheiro agrônomo, com doutorado em entomologia pela Escola Superior de Agricultura Luiz e Queiroz, ESALQ/USP e pesquisador da Embrapa desde 1976. Atuando na Embrapa Arroz e Feijão, localizada em Goiânia-GO, possui diversos trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras e trabalha com fitossanidade há décadas.

Fonte: Agora MS

860 arbustos plantados

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:40

10/02/2007 15:07

A parte de jardinagem nos canteiros é responsabilidade da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb). Engenheiro agrônomo do Departamento Técnico de Urbanização do órgão, Valdelício Pontes, diz que, neste ano, foram plantados 860 plantas do tipo minilacre, 110 crúzias e 470 ixoras. Todas são arbustos que deixam o canteiro florido. Além delas, também foram colocadas 26 árvores do tipo pau d’arco. A irrigação, adubação e, quando necessário, podação são feitas periodicamente, garante o agrônomo.

Ele sugere que a espera pela travessia não seja feita no espaço reservado às plantas. “Elas só ocupam um terço de toda a extensão e recomendamos que as pessoas não passem no meio das plantas. É um risco, inclusive”. A Emlurb cuida de 25 canteiros na cidade. Há um estudo, diz Pontes, para ampliar esse número, já que há muito mais canteiros em Fortaleza. Ele acrescenta que o lixo é retirado de acordo com a coleta domiciliar feita pela Ecofor, que é fiscalizada pela Emlurb. O ideal mesmo é que a população não use os canteiros centrais como ponto de lixo.

Fonte: O Povo - Fortaleza

Prefeitura vai repor árvores nas praças e avenidas de São Luís

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:40

A Prefeitura de São Luís inicia hoje, 10, a operação de reposição de árvores na cidade. O Instituto Municipal da Paisagem Urbana, responsável pela ação, irá repor as mudas que não sobreviveram ao período de estiagem e ao vandalismo, nas praças e avenidas arborizadas nos últimos três anos. O trabalho terá início na avenida dos Holandeses, com a reposição de 60 palmeiras, dentre as espécies jerivá, imperial, real australiana. A avenida Litorânea também será contemplada com o plantio de 500 cajueiros em toda a sua extensão.

“Com o início do período chuvoso voltamos a plantar”, explicou a presidente do Instituto da Paisagem Urbana, Alzira Ferreira. “Esta operação é parte da manutenção constante de todas as intervenções paisagísticas realizadas pela Prefeitura”, acrescentou ela.

No ano passado foram repostas 1.383 mudas. A maior parte das perdas é causada pela destruição das mudas. “É necessário que a população seja parceira da Prefeitura na melhoria da cidade”, disse o coordenador de manutenção do Instituto, Marconi Loyola. “É comum encontrarmos árvores cortadas ou quebradas. Algumas são simplesmente arrancadas e jogadas sobre os canteiros”, destacou. Acidentes de trânsito e a morte natural das plantas também motivam a substituição.

A manutenção dos projetos paisagísticos realizada pelo Instituto inclui ainda os serviços de roço, poda e substituição de árvores, além da conservação de praças.

Fonte: Jornal Pequeno

Ciência busca segredo energético da celulose

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:39

SÃO PAULO - Enquanto governos do mundo todo avaliam a viabilidade do modelo brasileiro de biocombustíveis como forma de enfrentar o aquecimento global, pesquisadores do mundo todo estão às voltas com um desafio ainda mais portentoso. A idéia é aprender a transformar a celulose - o principal componente estrutural das plantas - em álcool de forma eficiente. Se esse “Santo Graal” dos biocombustíveis for alcançado, os problemas de matriz energética da humanidade poderão estar com os dias contados.

Mas não vai ser nada fácil, como relatam Michael Himmel e seus colegas do Laboratório Nacional de Energia Renovável (Colorado, EUA) em artigo na edição desta semana da revista “Science”. Os pesquisadores contam que ainda se sabe muito pouco sobre a química da celulose - uma forma complexa de açúcar que forma a parede rígida das células vegetais.

A celulose é tão dura na queda quimicamente que a dificuldade de processá-la (aliada a outros fatores dos tecidos e das células vegetais) ganhou o nome técnico de “recalcitrância da biomassa”. Uma vez que a celulose é subdividida em suas unidades químicas, os açúcares, torna-se possível fermentá-la e obter etanol (o popular álcool de cana).

“Já existe um método de força bruta para fazer isso”, conta o físico brasileiro José Goldemberg, da USP, um dos maiores especialistas do mundo em energias renováveis. “Você usa, entre outras coisas, ácido sulfúrico e alta pressão. Ele tem sido tentado e funciona, mas é caro e pouco eficiente.”

Não é à toa que a biomassa vegetal é tão recalcitrante. Ao longo de centenas de milhões de anos de evolução, as plantas foram desenvolvendo seus açúcares estruturais (como a celulose) para resistir aos ataques de micróbios e às mordidas de animais. O resultado é uma estrutura reforçada em vários níveis, incluindo cutículas rígidas, estruturas cristalinas em arranjo milimetricamente preciso e fortes ligações químicas entre as moléculas.

O resultado é que, até agora, o uso de enzimas (substâncias químicas especializadas em quebrar outras moléculas em pedaços menores) para contornar a resistência da celulose não tem sido muito bem-sucedido.

Por isso, Himmel e companhia sugerem que o futuro da área pode ser a produção de plantas geneticamente modificadas para se “autodesconstruírem” após a colheita. “Esse realmente parece ser o caminho mais promissor”, afirma Goldemberg. Tais plantas seriam especialmente vulneráveis a enzimas comedoras de celulose. Se isso se tornar viável, qualquer material de origem vegetal - de papel jogado no lixo a casca de banana - poderia se tornar fonte de biocombustíveis.

Mas, para conseguir isso, ainda é preciso entender muito melhor a biologia básica das células vegetais - um trabalho que pode levar décadas.

Fonte: Imirante.com

Reino Unido: importação de flores preocupa ecologistas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:35

Os ecologistas britânicos alertaram sexta-feira para os riscos ambientais provocados pelo transporte aéreo de flores importadas de países como a Colômbia.

O aviso, transmitido pelo diário Evening Standard (This is London), chega poucos dias antes da festa de São Valentim, em que cada britânico gasta grande parte das 39 libras anuais reservadas para comprar flores.

Segundo os ecologistas, o transporte aéreo acarreta graves consequências ambientais devido às emissões de gases dos escapes dos aviões, a que se soma a água gasta nos países em desenvolvimento para cultivar as flores.

As importações britânicas de flores de países como a África do Sul, Quénia, Etiópia, Equador ou Costa Rica aumentaram consideravelmente nos últimos três anos, embora tenham diminuído 47% as importações da Holanda, que no entanto se mantém como o primeiro fornecedor.

«Preocupam-nos os gases de efeito estufa, o uso de produtos químicos e o gasto de água», afirmou Vicki Heard, da organização Amigos da Terra.

Desde 2003 que as importações britânicas de flores vindas de África aumentaram 39 por cento, atingindo as 17.600 toneladas por ano.

Andrea Caldecourt, da Associação Britânica de Flores e Plantas, afirmou que o aumento do cultivo de flores gerou postos de trabalho e financiou colégios e até hospitais, o que, «reduz a necessidade dos donativos dos países europeus».

Fonte: Diário Digital / Lusa

Erva-mate

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:34

Sem calorias

Cafeína e polifenóis estão presentes na bebida, ideal para a manutenção da saúde e bem-estar.

Que um mate gelado é ideal para matar a sede ninguém contesta. Quando em infusão, seu sabor característico possui uma legião de apreciadores. Mas o que dizer de comidinhas gostosas que têm a erva como um de seus principais ingredientes? É com este apelo e com base nas múltiplas propriedades medicinais que a nutricionista Cibele Crispin, da RG Nutre Consultoria (São Paulo) desenvolveu uma série de receitas a base de erva-mate (quadro ao lado).

´Diversas evidências já comprovadas pela comunidade científica têm demonstrado que a erva-mate contém substâncias que trazem benefícios à saúde´, ressalta a doutoranda em Fisiologia do Exercícios pela Universidade Federal de São Paulo.

Além de isenta de calorias (que são agregadas a partir da combinação com outros nutrientes), a erva traz em sua composição as vitaminas C e D, assim como as do complexo B, além de sais minerais (cálcio, manganês e potássio). Também combate os radicais livres, pois auxilia na digestão e produz efeitos anti-reumático, diurético, estimulante e laxante.

Consumido como chá quente ou gelado, ou como chimarrão (no Sul do Brasil) e tereré (Mato Grosso do Sul e Paraguai), o chá mate é um hábito que continua popular em várias regiões. No Sudeste, a bebida gelada tem sido largamente consumida em preparos com frutas e água de coco, entre outros ingredientes.

Os polifenóis e a cafeína estão entre as suas principais substâncias biológicas. Os polifenóis são responsáveis por transmitir importantes características para os alimentos e bebidas derivadas das plantas, particularmente propriedades de cor e sabor. Estudos recentes sobre a ação específica dos polifenóis comprovam a potente ação antioxidante deste alimento, capaz de combater o envelhecimento das células e prevenir males (diabetes e doenças cardiovasculares).

A cafeína encontrada na erva-mate é um composto que apresenta ação estimulante para o sistema nervoso central, fornecendo mais vigor às atividades, podendo aumentar a utilização de gordura como fonte de energia. Sendo assim, atesta a nutricionista Cibele Crispin, o consumo regular de alimentos fontes de cafeína - como a erva mate - , traz importantes benefícios aos programas de emagrecimento.

Origem

Originária da região subtropical da América do Sul, a erva-mate (Ilex paraguariensis) é uma árvore da família das aquifoliáceas, presente no sul do Brasil, norte da Argentina, Paraguai e Uruguai. Dados históricos apontam que indígenas das nações Guarani e Quíchua tinham o hábito de beber infusões com suas folhas. Na língua nativa, a erva-mate era conhecida como caá-caati, caá-ete, caá-meriduvi e caá-ti, entre outros nomes.

Relatos históricos apontam que a erva-mate estava sendo consumida por índios sul americanos nativos quando o novo mundo foi descoberto pelos europeus. Tais nativos conheciam a capacidade estimulante da erva por ser proveniente da cafeína. Nos antigos compêndios medicinais são encontradas citações como a de que o uso do chá em infusão teria a capacidade ´refazer a fadiga e excitar ao trabalho´.

Algumas declarações são, no mínimo, curiosas. Em sua ´Tese sobre o mate´, publicada em 1885, na Faculdade de Medicina de Paris, o médico francês Doublet, dizia que ´a principal propriedade do mate consiste em duplicar a atividade sobre todas as formas: intelectual, motora e vegetativa, produzindo elasticidade e agilidade físicas, sensação de força e bem-estar´.

Expressões

Com múltiplas denominações, a erva-mate é conhecida popularmente de norte a sul do País com nomes criativos, tais como: erveira, congonha, erva-verdadeira, chá-dos-jesuítas, chá-das-missões, congonha-das-missões, congonheira, mate-legítimo, chimarrão e terere, entre outros.

Menos comuns são encontradas expressões: erva-de-são bartolomeu, orelha-de-burro, congonha-mansa e erva-senhorita. Em outros idiomas, a erva-mate é chamada de yerba maté, em inglês, de maté vert, em francês, de yerba mate, em espanhol, de malté, em italiano, e de mate paraguaensis, em alemão.

FIQUE POR DENTRO

A história da erva-mate começa em 1554

A primeira observação sobre o uso da erva-mate foi feita em 1554 pelo general paraguaio Irala e seus soldados, os quais constataram que os índios do Guairá faziam uso de uma bebida feita com folhas de erva-mate fragmentadas. A bebida era sorvida por meio de um canudo de taquara, em cuja base existia um trançado de fibras para impedir a passagem de folhas.

A tradição no consumo de erva mate na forma de chimarrão também é muito antiga. Soldados espanhóis aportaram em Cuba, foram ao México ´capturar´ os conhecimentos das civilizações Maia e Azteca, e em 1536 chegaram à foz do Rio Paraguay onde fundaram a primeira cidade da América Latina, Assunción del Paraguay. Os desbravadores estavam acostumados a tomar ´porres´ que duravam a noite toda. Para curar a ressaca, tomamvam o chá de ervas utilizado pelos índios. Assim, o chimarrão começou a ser transportado pelo Rio Grande na garupa dos soldados espanhóis. Nas margens do Rio Paraguay existia uma floresta de taquaras, que eram cortadas na forma de copo.

Receias com erva-mate, [ clique aqui ] para ler a matéria completa.

Fonte: Diário do Nordeste

Árvores centenárias prejudicam trânsito

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 11 de Fevereiro de 2007 @ 12:32
arvore na rua - arvore na rua
Perigo: as árvores centenárias resistem à
modernidade e ao fluxo de veículo, apesar
de opiniões contrárias (Foto: Kiko Silva)

Motoristas menos avisados podem dar literalmente de cara com árvores existentes no meio de ruas.

Trafegar normalmente pelas vias da Capital e encontrar árvores centenárias passou a ser comum. Cajueiros, castanholeiras, carnaubeiras e benjamins são as árvores que mais se encontram no meio das ruas, levando riscos para os motoristas menos avisados, e muitas vezes prejudicando o fluxo do trânsito.

Geralmente, dirigir sabendo que existe uma árvore no meio do caminho é complicado, ainda mais quando o trânsito pode ficar congestionado por causa das plantas existente no local. No entanto, os moradores garantem que elas não atrapalham o fluxo dos carros, alegando que a sombra e os frutos de algumas delas são os benefícios trazidos à população.

Percorrendo bairros tradicionais da Capital, onde é mais comum encontrar, na época, o registro de sítios e fazendas que marcam o início da povoação na Capital, é fácil avistar até cinco árvores na mesma rua. Um exemplo é no bairro Gentilândia.

A rua Nossa Senhora dos Remédios, mais precisamente na entrada da reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), existem cinco árvores centenárias. Segundo os moradores, nenhum acidente foi registrado no local. Quem trafega pela via sabe da existência das árvores. Em outros locais, a presença de árvores no meio dos logradouros também é comum.

No bairro Dionísio Torres, por exemplo, existem quatro ruas que apresentam a mesma situação. Na rua Fotografo Ribeiro, são quatro carnaubeiras e mais uma mangueira. Apesar de os moradores estejam convivendo muito tempo com as árvores, há quem queria retirá-las, alegando prejuízos.

Esse tipo de ameaça está sendo feita com relação a um cajueiro localizado na Rua Brigadeiro Correio de Melo, nas proximidades da Avenida Senador Virgilio Távora. Há mais de 10 anos, a bancária Marly Rolim tenta reverter esta situação tornando o cajueiro como patrimônio da humanidade. O objetivo, segundo Marly, é fazer com que as árvores sejam arrancadas por causa do desenvolvimento desordenado das grandes cidades.

“Já quiseram derrubar este cajueiro muitas vezes, mas eu não deixo. Já fizemos abaixo assinado. Sei que algumas pessoas querem tirar a árvore daqui para atender aos interesses pessoais e financeiros”, alega a bancária.

Ela entende que as árvores já estavam no local, antes das ruas serem construídas, portanto têm prioridade para permanecer no local, sem causar prejuízos a ninguém.

ENQUETE - Moradores querem manter as árvores

Não acredito que existe alguém que quer derrubar essa árvore. As árvores nos dão sombra e servem para os pássaros. - Márcio Vasconselos, 44 ANOS, Comerciante

O cajueiro é uma árvore que beneficia muitas crianças. Elas levam os cajus para casa. . A gente não quer sua derrubada. - Edson Távora, 54 ANOS, morador

Fonte: Diário do Nordeste

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