Sementeira é inaugurada em Centro Campestre

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 19 de Setembro de 2006 @ 14:50

Terça, 19 de Setembro de 2006 09h33

Uma parceria que vai gerar muitos frutos, no sentido literário da palavra, é o que pretende o Serviço Social do Comércio da Paraíba (Sesc-PB) e a Prefeitura Municipal de João Pessoa, na inauguração da sementeira que foi implantada desde o mês de março nas dependências da unidade do Centro Campestre Sesc Gravatá, situada no conjunto Valentina Figueiredo, na Capital.

A inauguração oficial acontece nesta terça-feira 19, às 10 horas, em solenidade que contará com a presença do prefeito Ricardo Coutinho, do secretário de meio ambiente Antônio Augusto de Almeida, diretores do Sesc e representantes de empresas privadas e órgãos públicos.

No local já foram produzidas 10 mil mudas e a meta é alcançar a cota de 150 mil plantas anualmente, com plantio, cultivo e germinação de árvores nativas e exóticas da Mata Atlântica, objetivando restaurar áreas degradadas e arborizar praças e avenidas da capital pessoense, com espécies de Cupiúba, Jatobá, Munguba, Pau-cinza e Genipapo entre outras 40 espécies cultivadas hoje. Atualmente, as sementes e mudas são originárias de regiões como o Baixo Gramame, Mata do Sesc, e do sítio do secretário de meio ambiente do município.

De acordo com o gerente do Sesc Gravatá, Edgley Luiz Santos, o que ocorreu em gestões anteriores do município no plantio de árvores foi desfavorável ao que era nativo na região litorânea, “onde foram plantadas árvores como a Castanhola, Ficus e até algumas Palmeiras que não são condizentes com o clima e outras características locais. A parceria se estende a outras entidades ligadas à questão ambiental, através da Agenda 21, como o Ibama (na esfera federal) e a Sudema (representando o Estado).

O cidadão que quiser fazer doação de sementes e mudas, pode entrar em contato com nossa unidade para marcar uma visita, e só assim ver o que pode fazer”, explicou o gerente.

Semana da árvore

O Sesc Gravatá vai promover atividades em suas dependências nos dias 21, 21 e 22, no período da tarde, lembrando a passagem comemorativa do Dia da Árvore (apesar de que no Nordeste não se comemora esta data, e sim na última semana do mês de março) recebendo alunos de escolas das redes pública e privada, com visitação, passeio por trilhas, exibição de filmes, plantio de mudas, e atividades de educação e saúde. O agendamento pode ser feito pelo telefone 3237 5253.

Fonte: [ O Norte Online ]

Banana: Paraíba é considerada área livre da sigatoka negra

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 19 de Setembro de 2006 @ 14:49

Brasília, 18 - Foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial a Instrução Normativa 48 que reconhece o Estado da Paraíba como área livre da sigatoka negra, praga que ataca as bananeiras. A praga é de fácil disseminação e devasta as regiões produtoras, mas não representa riscos para o ser humano. Com a publicação, fica liberado o trânsito de plantas e partes de plantas de bananeira e hilocônias (da mesma família das bananeiras, plantas ornamentais consideradas flores tropicais e exportadas para outros países) para qualquer estado brasileiro, sem maiores restrições.

Fonte: [ Estadão ]

Braskem já cogita usar etanol para fazer plástico

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 19 de Setembro de 2006 @ 14:48

Agência Estado

08:39 19/09

São Paulo, 19 - Na última reunião de apresentação de resultados da Braskem, o presidente da empresa, José Carlos Grubisich, falou pela primeira vez aos acionistas sobre a possibilidade de construir, no futuro, uma fábrica para produzir plástico a partir do etanol. A empresa já teve uma fábrica desse tipo no passado, mas teria de atualizar a tecnologia de produção para entrar nesse mercado.

Para a Braskem, essa é uma decisão de longo prazo, pois exige cautela e planejamento. O preço do etanol ainda é alto perto do petróleo e há o temor de faltar matéria-prima no período de entressafra da cana.

O exemplo da Braskem é um bom indicador dos novos tempos. “As empresas químicas não pensam no curto prazo. Algumas já estão fazendo a migração porque estão calculando o preço do petróleo daqui a quinze anos”, diz Fernando Reinach, presidente do conselho da CanaVialis, empresas de biotecnologia do grupo Votorantim.

O etanol tem um grande potencial além do combustível. Ele também é visto como importante substituto do petróleo na indústria química. De fato, o petróleo ainda é uma matéria-prima barata, mas é um recurso natural esgotável. Pior: é poluente.

O etanol, ao contrário, tem um forte apelo ecológico. “O CO2 gerado nesse processo é o mesmo retirado da atmosfera pela planta (cana-de-açúcar) na fotossíntese lá na lavoura. O balanço de CO2 é zero, não causa aquecimento global”, diz Reinach. Segundo ele, os químicos sabem produzir quase tudo a partir de plantas. Mas eles só não colocam a teoria em prática por questões econômicas. Por enquanto.

Fonte: [ Último Segundo ]

Prefeitura e Sesc inauguram viveiro de plantas nativas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 19 de Setembro de 2006 @ 14:36

08h56 18/09/2006

Uma solenidade marcada para esta terça-feira (19), às 10h, no Sesc- Gravatá, vai marcar a inauguração do Viveiro Municipal de Plantas Nativas, que a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) – em parceria com a Federação do Comércio (Fecomércio) – vem desenvolvendo no Sesc-Gravatá, em Gramame, zona rural da cidade. A iniciativa também faz parte das ações da Agenda 21 Local, Fórum do Baixo Gramame, entidade da qual a Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Semam) é parceira.

A área destinada ao cultivo de mudas de plantas arbóreas nativas tem 1,5 hectares, com capacidade para produzir em torno de 40 mil mudas já em 2007. Essas mudas servirão para restaurar áreas degradadas além de dar suporte à arborização urbana em praças, parques, jardins e avenidas da Capital.

Perdas – De acordo com o secretário-executivo do Meio Ambiente, Antonio Augusto de Almeida, “João Pessoa vem perdendo rapidamente sua arborização urbana, seus pomares de quintais e seus jardins. Nesse cenário, a vegetação nativa tem sofrido a maior perda, pois é freqüentemente substituída por espécies exóticas, muitas vezes inadequada ao paisagismo tropical”. Ele cita como exemplo o desaparecimento do araçá, maçaramduba, guajiru, murta, mangaba ou ameixa-silvestre dos quintais e das áreas públicas.

Para reverter esse quadro, a Semam procurou através de um convênio com o Sesc-Gravatá, a implantação do viveiro, solução provisória até que seja viabilizada a implementação de um projeto mais ambicioso, o do ‘Horto Municipal de Plantas Nativas’.

Cinqüenta espécies, incluindo-se algumas palmeiras e plantas arbustivas já estão se desenvolvendo no local. Entre essas destacam-se a imbiribeira (Eschweilera ovata), o pau-cinza (Hirtella hebeclada), a quina-quina (Coutarea hexandra) o açoita-cavalo (Luehea ocrophylla, a guabiraba (Campomanesia dichotoma) e o jatobá-vermelho (Hymenaea rubiflora). Apenas três espécies frutíferas integram a relação: a mangueira, jaqueira e fruta-pão, que apesar de terem origem noutros países, já são totalmente adaptadas ao solo, clima e paisagem da cidade.

A estrutura – O viveiro foi construído numa área de uma antiga pocilga e abriga um sombrite medindo 576 metros quadrados, cuja armação é totalmente formada por cabo de aço, a fim de evitar o uso de madeira, o que o torna mais ecológico. Essa estrutura permite que apenas 50 por cento da luz solar penetre no ambiente, estando as mudas pequeninas expostas a uma meia sombra.

Além desse equipamento, existe no local um galpão; uma câmara fria, que mede 18 metros cúbicos, para a conservação das sementes; instalações sanitárias e um almoxarifado. Para a produção das mudas será utilizada uma compostagem que proporciona adubação orgânica misturada a minerais naturais e biofertilizantes.

O sitema de irrigação é automático e será acionado a cada 12 horas, passando 30 minutos em funcionamento e sendo desligado ao final desse tempo. A tecnologia implantada nesse sistema proporciona uma considerável economia de água e energia, além de prescindir da presença de funcionários à noite ou em final de semana.

Contato para a imprensa: Antônio Augusto de Almeida (secretário da Semam) - 8831 6870) ou Mônica Alessandra (Agena 21 Local) - 8839 1311

Fonte: [ SCS - João Pessoa ]

Portugal é um dos destinos das flores de Alagoas

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 19 de Setembro de 2006 @ 14:33

Produtores do estado exportaram US$ 128,8 mil entre janeiro e agosto de 2006, resultado 263% maior do que o apurado no mesmo período de 2005.

Da Redação, com ASN- Agência Sebrae de Notícias

Brasília - As exportações de flores produzidas em Alagoas não param de crescer. Em valores, as vendas externas no período de janeiro a agosto apresentaram aumento de 263% em relação ao igual período de 2005. Foram US$ 128,8 mil ante US$ 48,8 mil. Portugal é um dos principais destinos.

Também houve aumento no volume exportado. Nos primeiros oito meses de 2006 saíram 33,5 mil quilos de flores para o exterior contra 15 mil quilos no mesmo período do ano passado.

Os dados foram coletados pelo Sebrae em Alagoas com base em levantamento realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Uma das questões que contribuíram para elevar o valor das exportações foi o maior valor agregado dos produtos, com o envio não apenas das hastes como também de buquês prontos”, avalia Eligius Evert ´t Hoen, gerente da Unidade de Operações do Sebrae em Alagoas.

Segundo Eligius, os principais mercados consumidores das flores alagoanas em 2006 estão sendo Suíça, Holanda, Espanha e Portugal. Na compra dos buquês já montados, explica Eligius, a Suíça tem sido o principal mercado consumidor. Os principais exportadores alagoanos são a Cooperativa dos Produtores e Exportadores de Plantas, Flores e Folhagens Tropicais de Alagoas (Comflora) e a pequena empresa Flora Atlântica.

Outro dado significativo é que as vendas externas de flores alagoanas - entre janeiro e agosto deste ano – já superaram as exportações realizadas em todo o ano de 2005, quando, em valores, o Estado comercializou US$ 110,9 mil. Para Manoel Ramalho, gestor do projeto ‘Floricultura na Zona da Mata de Alagoas’ pelo Sebrae local, esse crescimento é fruto de um trabalho articulado com as cooperativas, associações e empresas que atuam nesse segmento no Estado.

No projeto, o Sebrae tem atuado em conjunto com outras instituições de fomento e com os produtores para ampliar os mercados interno e externo para a produção de flores alagoanas. Para isso, tem se investido na capacitação dos pequenos produtores para consolidar a produção sustentável de flores, folhagens e plantas ornamentais tropicais na Zona da Mata do Estado.

Fonte: [ Portugal Digital ]