Grutas e pedras no Vale do Capão

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:25

Heloísa Cestari
Do Diário do Grande ABC

O cardápio dos pontos turísticos prediletos de esotéricos também conta com um toque do tempero baiano. O principal deles fica escondido entre as grutas e quedas d’água do parque nacional da Chapada Diamantina. Trata-se do Vale do Capão, considerado ponto de encontro de três comunidades alternativas: Campina, Rodas do Arco-íris e Lothlorien.

O clima de mistério começa no próprio caminho de acesso ao vale, formado por trilhas de pedra cercadas por plantas nativas ainda não estudadas e uma infinidade multicolorida de orquídeas raras, como as das espécies Catlea e Laelia sincorana.

Outra preciosidade do Capão é o patrimônio espeleológico do Parque de Iraquara, um dos poucos lugares no mundo com um número tão significativo de entradas subterrâneas. Grande parte das cavernas ainda não foi explorada. Em outras, como a Torrinha, é permitida a visitação desde que na companhia de guias experientes munidos de equipamento especial.

Quem gosta de natureza também não deve deixar de visitar a cachoeira da Fumaça, que estrela entre as maiores quedas d’água do Brasil, com 300 m de altura. A vista é tão majestosa que alguns visitantes chegam a se deitar à beira do despenhadeiro para apreciar o espetáculo da água espalhando-se no ar antes de alcançar o chão.

E para o turista que gosta de história uma dica: estique o passeio até o Centro de Lençóis ou à misteriosa vila de Igatu, totalmente construída em pedra.
Festival – Entre os dias 1° e 10 de setembro, a cidade de Lençóis, na Chapada Diamantina realizará a oitava edição do seu Festival de Inverno, que contará com nomes como Leoni, Los Hermanos, Gerônimo, Mariane de Castro, Negra Cor e a atração internacional Andrew Tosh.

Informações: www.bahia.com.br.

Fonte: [ DiárioOnline ]

Colhendo bons frutos

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:23

Na Zona Oeste do Rio, a capacitação em técnicas de jardinagem tem transformado a história de muitos adolescentes. A idéia surgiu com Renato Gomes, coordenador do projeto “Plantando o Futuro”, da Viva Rio. Desde o ano passado, a iniciativa forma jardineiros e viveiristas na região, que tem um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano do município.

Quando o Instituto Camargo Corrêa abriu seleção para um de seus programas sociais, “Profissão Futuro”, o objetivo era financiar por um ano iniciativas que tivessem como objetivo a capacitação profissional. A idéia da equipe da Ong foi a única do Rio de Janeiro a ser aprovada. No final de 2005, o projeto apresentou uma proposta de continuidade e foram refinanciados por mais dois semestres.

Para a coordenadora do instituto, Juliana Di Thomazo, as propostas são contempladas de acordo com sua estrutura para propiciar a entrada no mercado. “Temos a preocupação de ver se a idéia contém as estratégias para inserir os atendidos no mundo do trabalho. O projeto não é entendido só como o curso, mas todo o desenvolvimento profissional é analisado”.

Com o financiamento são possíveis manter duas turmas, que totalizam mais de 50 pessoas: uma no horário da manhã e outra à tarde, de segunda à sexta-feira. Os estudantes, que têm entre 16 e 21 anos, recebem, ainda, lanche, ajuda de custo de R$ 60 e todos os insumos necessários para a produção. As aulas práticas, que eram em Pedra de Guaratiba na primeira fase do projeto, acontecem, este ano, num viveiro, no espaço do projeto Estação Futuro, em Santa Cruz. Lá, os participantes dividem-se em grupos e cada um tem uma área onde deve plantar suas mudas.

Instrutor das aulas práticas, Heleno Teixeira, conta que em quatro meses o grupo fez uma grande produção na região. “Os viveiros ficaram cheios de plantas. Nós só limpamos e preparamos o terreno, mas eles é que ajudaram. O serviço é bem dividido em função do número de alunos”.

Além da mudança de local, o curso sofreu outra alteração: a criação de um nível avançado para os alunos do primeiro ano do projeto. No módulo básico, os adolescentes estudam as disciplinas Cidadania e Direitos Humanos, Viveiro, Reflorestamento e Recuperação de Áreas Degradadas, Jardinagem e Horticultura. O conteúdo do núcleo mais adiantado é Produção Vegetal e Gestão de Pequenos Negócios.

Leia a reportagem, na íntegra, na seção Matérias Especiais do Site Ecopop.

Fonte: [ Viva Favela ]

Entressafra da seringueira deve ser mais longa devido à seca

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:21

Volume de coágulo captado por produtor nesta época do ano também deve ter redução

O longo período de seca deve estender a entressafra da seringueira e reduzir o volume de coágulo captado nesta época do ano.

Segundo o engenheiro agrônomo e produtor rural Rodrigo Bega, a falta de chuvas já provoca diminuição na produção. Em sua propriedade, por exemplo, a produção caiu de 1kg/árvore em julho de 2005 para 575g/árvore em julho deste ano.

Em agosto, quando os produtores reduzem o ritmo de sangria por causa da chegada da seca, foram colhidas 350g/árvore em 2005. Para o mesmo período deste ano, são estimadas 250g/árvore.

Bega explica que apesar da planta ter raízes profundas, a reserva de água no solo é mínima. Ele cita que de março a agosto de 2005 o volume de chuvas em Guapiaçu, onde tem propriedade, foi de 385mm, diante de 178mm no mesmo período deste ano. “Entre junho e agosto não houve chuva maior que 10mm, que seria a necessidade mínima do solo.”

Carlos Cruz, engenheiro agrônomo da Globorr, usina de beneficiamento de coágulo de Guapiaçu, diz que as alterações do clima têm acarretado mudanças no comportamento das plantas. Ele estima que neste ano a entressafra pode ser maior porque, ao contrário do ano passado, não foram registradas chuvas neste mês até o momento. “Em agosto de 2005 conseguimos produzir bem.”

O ano agrícola da seringueira vai de outubro a agosto. No período de entressafra, as sangrias são mantidas, mas em intervalos maiores entre as árvores, para que as plantas não entrem em dormência, ou seja, continuem a produzir.

A desfolha das plantas ocorre entre junho e julho. Cruz observa que neste ano o desfolhamento foi bem uniforme e as folhas já brotaram na maior parte das árvores. “Só estamos aguardando uma chuva para acelerar a produção.”

Preço é considerado bom para produtor
Segundo o engenheiro agrônomo Rodrigo Bega os preços estão bons para o produtor. O quilo do coágulo está sendo remunerado entre R$ 1,90 a R$ 1,95, dependendo da distância da usina de beneficiamento.

Mesmo com o bom momento, uma doença tem tirado o sono de alguns produtores: o oídio. Causada pelo fungo Oidium eveae steinn, é a principal doença dos seringais neste período.

Fonte: [ Jornal BOM DIA ]

Capacitação de produtores gera salto na lucratividade

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:19

Se por um lado a produção rural em pequenas propriedades sofre para competir com as grandes empresas do setor, por outro ela é um terreno fértil para a implementação de técnicas administrativas mais modernas e estratégias de planejamento, onde pequenas iniciativas podem resultar em mudanças significativas.

Algumas destas medidas, que podem facilmente ser aprendidas em aulas de capacitação, são diferenciais extremamente importantes para que estes produtores consigam manter seu espaço no mercado.

Muitas vezes, a simples falta de orientação faz com que os agricultores não tenham noção do quanto podem ganhar adotando políticas de prevenção de perdas em suas propriedades.

Um caso exemplar é o de João Pontes Martins e Antônia Ferreira Martins, casal de produtores rurais de Várzea Grande Paulista, no cinturão verde de São Paulo. O seu faturamento mensal com a produção de legumes aumentou em cerca de 50% com a introdução de pequenas mudanças nas embalagens e o início da prática de pesquisa de preços.

Segundo ele, a capacitação recebida pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) foi fundamental para que seu produto adquirisse maior valor agregado. “Antes eu tinha quantidade, mas não tinha qualidade. Atualmente, a produção não cresceu muito, mas com o aumento da qualidade minha renda deu um salto”.

Com a ajuda dos profissionais do Sebrae-SP, Pontes modificou a forma de acondicionamento da abobrinha plantada em sua propriedade, conseguindo receber até quatro vezes mais que antes. “Na época em que fiz os cursos, vendia uma caixa entre R$ 3 e R$ 4. Depois disso, já consegui vender até por R$ 12”, comemora.

Uma das principais lições que o produtor aprendeu com os consultores é que “as pessoas comem com os olhos”. Por conta disso, a apresentação da mercadoria deve ser pensada de modo a valorizá-la. Entendido isso, Pontes passou a embalar as abobrinhas e a utilizar caixas novas. “Antes, sempre que eu levava meus produtos para o Ceasa sobrava alguma coisa. Hoje, procuro levar uma coisa mais bonita, e sempre vendo tudo”.

Além disso, os cursos o ensinaram que a pesquisa de preços é essencial, algo que não estava na sua rotina de trabalho.
Ele conta que simplesmente entregava a mercadoria e voltava para sua propriedade, mas que aprendeu a pesquisar as melhores ofertas, e com isso passou a conseguir preços bem melhores.

Prospecção

No caso de Eduardo Lauro Bittencourt, a capacitação ajudou a definir qual seria o produto que a empresa que estava criando iria produzir. Decidido a entrar para o ramo da hidroponia, ele realizou uma prospecção de mercado sob a orientação do SAI para descobrir quais eram os ítens com maior potencial. O levantamento mostrou que duas variedades de alface, a frisée e a rosso-sanguine, tinham demanda maior que a oferta. Hoje, estes dois tipos representam aproximadamente 72% de seu faturamento mensal. “Naquele momento, foi essencial a ajuda do SAI, pois consegui aproveitar um mercado que não estava sendo explorado”, afirma.

Atualmente, em sua propriedade de 67 mil metros quadrados em Ibiúna, Bittencourt cultiva um mix de hortaliças hidropônicas que conta com 6 variedades de alface, duas de rúcula e duas de agrião. Apesar de gastar boa parte de seu tempo com seu próprio negócio, ele ainda encontra espaço na agenda para atuar junto à Associação de Produtores Rurais da Região de Vargem Grande Paulista.

“Hoje, temos 48 associados, que produzem desde flores e plantas ornamentais até hortaliças e frutas hidropônicas”. Ele conta que, depois que começaram a fazer compras conjuntas, conseguiram descontos de até 30% na aquisição de insumos.

O principal objetivo para o próximo ano é conseguir trazer para a região uma Casa da Agricultura, um convênio estabelecido entre os governos estadual e municipal.

Este seria o primeiro passo para pleitear a construção de um galpão rural. “Seria uma espécie de miniceagesp. Isso reduziria bastante nossos gastos com transporte e facilitaria a negociação dos preços, aumentando a margem de lucro dos produtores”, conclui.

Fonte: [ DCI ]

Seminário debate desertos verdes e pólos de celulose

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:08

Entre os temas em debate estão o licenciamento ambiental das plantações de eucalipto e pinus e da instalação das plantas industriais na região sul do Estado.

Rio Grande, RS - Acontece nestas quinta e sexta-feira (24 e 25), a partir das 19 horas, no anfiteatro do Campus Cidade da Fundação Universidade Federal do Rio Grande, o seminário “Alerta contra os Desertos Verdes e Pólos de Celulose”. O objetivo do evento é de colocar em debate os impactos que as monoculturas dos eucaliptos e pinus deverão ocasionar na região e seus reflexos.

Serão discutidos assuntos como o licenciamento ambiental das plantações de eucalipto e pinus e da instalação das plantas industriais nessa região, a questão da conjuntura estadual, o impacto dessas monoculturas no pampa gaúcho, as alternativas de plantios para os agricultores, entre outros assuntos.

Diversas entidades sindicais, sociais e estudantis de Rio Grande, como APTAFURG, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Vigilantes, Centro de Estudos Ambientais (CEA), Centros Acadêmicos de Biologia e Oceanografia da FURG, estão na organização da atividade. Esse grupo faz parte de uma articulação regional entre diversas entidades de cidades como Pelotas e Porto Alegre.

“Esperamos que a comunidade participe, pois a finalidade desse evento é de mostrarmos os verdadeiros impactos dessas empresas em nossa região”, afirmou Maria de Lourdes Lose, da APTAFURG , que está representando a entidade nesse grupo. A entrada no evento é gratuita e aberta a toda a comunidade.

Programação

Dia 24 de agosto
19 horas- Abertura com a veiculação do DVD sobre as monoculturas e seus impactos no Espírito Santos.

19h30min- Mesa: Os monocultivos na Metade Sul do Estado: seus impactos e as alternativas a essas culturas.
* Carla Villanova - Núcleo Amigos da Terra/Brasil
* Jaime Lucio Machado Carvalho - IPEP Instituto de Permacultura Ecovilas da Pampa. Bagé RS
* Antonio Soler - Advogado ambientalista- Professor da FURG e membro do CEA (Centro de Estudos Ambientais)
* Professor Ludwigg Buckup- Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Dia 25 de agosto
19h- Mesa: Pólos de Celulose e as monoculturas: A conjuntura no estado do Rio Grande do Sul.
* Luiz Rampazzo- Centro de Estudos Ambientais (CEA)
* Lúcia Anello- Doutoranda em Educação Ambiental - Consultora do IBAMA
* Aroldo Bearwaldt - Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA-Pelotas).

Texto do jornalista Marcio Vieira Oliveira, do Seminário “Alerta contra os Desertos Verdes e Pólos de Celulose”.

Fonte: [ EcoAgência ]

Vigilância vai fiscalizar a venda de ervas no mercado

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:07

Fredson Navarro - Emsergipe.com

Preocupada com a forma de comercialização das ervas medicinais, a Vigilância Sanitária do município, juntamente com a Anvisa, está criando um projeto de fiscalização desses produtos no mercado Thales Ferraz, em Aracaju, onde se concentra a maioria dos comerciantes.

A gerente de medicamentos e produtos da saúde municipal, Renata Cláudio de Souza, informou que as ervas, para serem comercializadas, precisam ser embaladas e rotuladas. “Nas imediações do mercado, ainda não existe uma fiscalização por parte da Vigilância, porque a demanda da gente é muito grande, então estamos fazendo isso elaborando o projeto atrelado ao nosso serviço”, explicou.

De acordo com ela, a fiscalização desses produtos nas farmácias da capital, já existe, sendo que ainda não foi encontrada nenhuma irregularidade com relação à rotulagem e embalagem das ervas medicinais. “As farmácias comercializam esses produtos obedecendo à regulamentação”, reforçou. Renata Cláudio informou ainda que a dificuldade de fiscalizar esses produtos na área do mercado se dá por conta do tempo dessa atividade, que já é realizada no local há muito tempo. “Esse é o nosso grande problema, porque a venda dessas mercadorias existe há muito tempo. É uma questão de crendice popular. Então a gente não pode chegar lá e sair fechando tudo”, esclareceu.

A orientação do órgão é que as ervas e plantas medicinais devem ser vendidas embaladas e rotuladas, sendo que, na rotulagem, devem conter todas as informações sobre o fabricante, ou seja, CNPJ, razão social da empresa, responsável técnico como nome e registro. Na embalagem, deve conter ainda a identificação botânica da planta e o seu nome popular. As informações sobre o modo de usar, armazenagem e temperatura também devem estar contidas na rotulação, assim como a explicação sobre para quê serve o produto.

“Todas as ervas devem ser embaladas e devem seguir esse padrão na rotulagem. Algumas plantas secas já vêm do fabricante com rotulagem e embalagem. Mas as do mercado não seguem esse padrão e ainda têm aquelas que não são secas. Com essas, nós temos uma grande preocupação porque os comerciantes e clientes devem ter cuidado para não haver uma contaminação”, afirmou Renata Cláudio, ressaltando que o projeto para a fiscalização na área do mercado deve ficar pronto no final deste ano, para que, depois disso, as fiscalizações sejam iniciadas.

Fonte: emsergipe.com e jconline

disponível online em: [ emsergipe.com ]

Usuários de drogas terão pena alternativa

Enviado em Notícias de Anderson Porto | 24 de Agosto de 2006 @ 14:00

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira a Lei Antidrogas, que prevê penas alternativas para os usuários, como prestação de serviços à comunidade.

A nova lei, porém, não descriminaliza qualquer tipo de droga e cria o Sistema Nacional de Politicas Públicas sobre Drogas (Sisnad). A lei aumenta a pena para os traficantes. A punição, que era de três a 15 anos, passou para prisão de cinco a 15 anos.

O usuário pego com droga poderá ser obrigado também a comparecer a programas ou cursos educativos. Essas medidas serão aplicadas pelos juizados especiais a quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe essas plantas.

A lei determina que o Sistema Único de Saúde (SUS) garanta atendimento aos viciados. O Sisnad será responsável pela coordenação das atividades de prevenção, tratamento e reinserção social de usuários e dependentes de drogas, e também a repressão ao tráfico.

A lei também tipifica como crime o financiamento do tráfico. Para esse delito a pena vai de oito a 20 anos de prisão. A íntegra da lei será publicada no Diário Oficial de hoje.

Da Agência O Globo

Fonte: [ ComuniWeb ]

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A nova lei (LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006) pode ser encontrada na íntegra [ aqui ]

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