Planta troca polinizadores quando lagartas atacam
HENRY FOUNTAIN
do New York Times
Não é uma situação perfeita o relacionamento entre uma espécie de planta de tabaco e as mariposas da família Sphingidae.
Claro, essa mariposa faz um bom trabalho polinizando a planta, Nicotiana attenuata, que cresce no oeste dos Estados Unidos e floresce à noite. Porém, a mariposa tem o hábito de deixar seus ovos, que se desenvolvem em lagartas que gostam muito de comer a planta.

O Homem que Cultiva a Água

Viajando pelo sul da África neste verão (1995) ouvi falar de um homem que cultivava a Água.
Parti à procura sem idéia clara do meu rumo. Me encontrei num ônibus folclórico abarrotado atravessando ruidosamente o interior do sul de Zimbabwe a uns 30 km por hora.
A paisagem era bela: colinas suaves de capim amarelo em terra vermelha, com moitas de arvores retorcidas, às vezes em forma de guarda-chuva. Cochilei até, nove horas depois, chegarmos na região mais seca de Zimbabwe.
Do topo da colina de vegetação semidesértica avistamos uma campina imensa de colinas onduladas cobertas de capim seco e afloramentos de granito; poucas árvores. Lembrei da campina aberta do sudoeste de Arizona. De fato, tudo era coroado por um céu azul límpido como aqueles que do sudoeste árido dos EUA. O ônibus adentrou vagarosamente a capina seca e parou no lugarejo de Zvishavane. Aqui mora o cultivador de água.
Jardins Japoneses
Arte do paisagismo Simples, mas deslumbrantes, eles possuem muitas variedades
Nancy Ferruzzi Thame
www.estadodesitio.com.br
A arte do paisagismo no Japão é antiga. Originou-se na China e na Coréia, muito antes do século VI. Para a cultura japonesa, o paisagismo é uma das mais elevadas formas de arte, pois expressa a essência da natureza em um espaço limitado, utilizando plantas, pedras e outros elementos característicos em harmonia com a paisagem.
Estes jardins são geralmente organizados com contrastes, como liso e áspero, horizontal e vertical, esbelto e volumoso, que estimulam a mente a encontrar seu próprio caminho à perfeição.
Simples e deslumbrantes, os jardins japoneses possuem muitas variedades.
Pesquisas mostram que plantas reagem aos perigos externos
Sensibilidade ao ambiente inclui sinais químicos de pedido de socorro.
‘Elas reagem a dicas táteis e escutam sinais químicos’, diz pesquisadora.
Do ‘New York Times’
Parei de comer carne de porco há cerca de oito anos. Alguns anos depois, parei de comer qualquer carne de mamíferos. No entanto, ainda como peixe e aves, e derramo gemada em meu café. Minhas decisões alimentares são arbitrárias e inconsistentes.
Quando amigos me perguntam por que estou disposta a abandonar o pato, mas não o carneiro, não tenho uma boa resposta. Escolhas alimentares são muitas vezes assim: difíceis de articular, mas vigorosamente mantidas. Ultimamente, discussões sobre escolhas de alimentos têm reluzido com especial veemência.
Em seu novo livro, “Eating Animals,” o romancista Jonathan Safran Foer descreve sua transformação gradual de onívoro, um distraído preguiçoso que “passeava entre um número de dietas”, para um “vegetariano comprometido”.
As plantas reagem a dicas táteis, reconhecem diferentes comprimentos de onda de luz, escutam sinais químicos, elas podem até mesmo falar através de sinais químicos. “
No mês passado, Gary Steiner, filósofo da Universidade Bucknell, argumentou no “New York Times” que as pessoas deveriam lutar para serem “vegetarianos rigorosamente éticos” como ele próprio, evitando qualquer produto derivado de animais, incluindo lã e seda. Matar animais por comidas e roupas humanas é nada menos que um “absoluto assassinato”, disse ele.
Porém, antes de cedermos toda a cobertura moral a “vegetarianos comprometidos” e “vegetarianos de forte ética”, podemos considerar que as plantas não aspiram ser cozidas numa panela mais do que um porco quer virar comida de Natal. Isto não pretende ser um argumento banal ou uma piadinha. As plantas são seres vivos e planejam continuar dessa forma.
Brasil testa maconha para tratar Parkinson

da Folha de S.Paulo
Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina testam o canabidiol - uma das 400 substâncias encontradas na maconha - para tratar males como a doença de Parkinson, fobia social e sintomas psicóticos da esquizofrenia.
Um trabalho publicado em novembro traz resultados promissores para controlar efeitos adversos do tratamento do Parkinson. Seis pacientes receberam cápsulas de canabidiol em associação ao remédio contra a doença durante um mês.
“Os parkinsonianos apresentaram melhora nas alterações de sono e nos sintomas psicóticos e tiveram maior redução dos tremores”, diz o psiquiatra José Alexandre Crippa, professor do Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da faculdade e um dos pesquisadores.
Recém-achada, árvore da mata atlântica corre risco
REINALDO JOSÉ LOPES
da Folha de S.Paulo

Isso porque os especialistas detectaram a nova espécie na chamada floresta nebular, uma subdivisão da mata atlântica que cresce nas alturas, a partir de 1.100 metros acima do nível do mar. Como o nome da formação indica, a floresta nebular está relacionada à presença constante de nuvens –as quais correm o risco de migrar para altitudes bem maiores com o avanço do aquecimento global.
Sementeira estufa
Alguém sabe onde consigo uma igual ou parecida?
Estou procurando aqui no Brasil - de preferência no Rio de Janeiro - mas não consigo encontrar. Quem puder ajudar, por favor, deixe comentário! Obrigado!
Plantas do cerrado vieram de todo o Brasil, registra DNA

da Folha de S. Paulo
A vegetação que ocupou o cerrado saiu de todos os cantos do Brasil. Escolha uma espécie qualquer e ela pode ter origens tanto na Amazônia quanto no sertão nordestino ou nos pampas gaúchos –a flora é um mosaico de origens muito diversas.
Justamente por ter se formado pegando um pouco de cada lugar distante, o cerrado possui um biodiversidade tão grande.
Os cientistas brasileiros que descobriram isso, fazendo análises no DNA das plantas, ficaram surpresos, porque, em geral, ecossistemas não se formam assim.
Casca de ovo: Fonte de cálcio

Ao se consumir os ovos, costuma-se jogar a casca no lixo, mas fazendo isso estaremos disperdiçando uma ótima fonte de cácio. A casca possui 94% de carbonato de Cálcio (CaCO 3).
O cálcio é chamado um macronutriente, ou seja as plantas precisam em teores maiores quando comparados com os micronutrientes. Macro e mnicro nutrientes apenas diferem nas quantidades necessárias às plantas, mas todos tem a mesma importância, pois basta faltar um e ela não se desenvolve adequadamente.
O cálcio, por exemplo, participa da formação das paredes das células das plantas. É essencial.











